O relógio parou,
Horas não tenho,
Mas desconfio
Que já entrou a madrugada...
Estou aqui
Esquecido, pensando em nada
E naquilo,
Sem saber sequer
De onde venho,
E para que serve
Meu empenho...
O relógio não me dá hora certa,
E o tempo corre sem eu saber...
A mente viaja
E não me deixa esquecer,
Que a esperança existe...
De mente aberta !!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
É O Que Está Me Faltando
Coragem está me faltando,
Pra frente a frente, encarar,
O que anda me matando,
Estando ainda a te amar...
Coragem pra dizer não...
Coragem pra negar...
Coragem pra dar a mão,
Ou coragem pra renegar...
Coragem, talvez só coragem,
É o que me anda faltando !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Pra frente a frente, encarar,
O que anda me matando,
Estando ainda a te amar...
Coragem pra dizer não...
Coragem pra negar...
Coragem pra dar a mão,
Ou coragem pra renegar...
Coragem, talvez só coragem,
É o que me anda faltando !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
É O Odor Da Minha Amante
Diga-me, com todo respeito:
Ainda sentes amor por mim?
Sim, pois ainda sinto ao peito,
Teu perfume ... parecendo jasmim.
Digo ser no peito que sinto,
Pois é do peito, que me chega o cheiro.
Sinto o cheiro no peito e não minto,
Pois meu coração, sente teu odor primeiro.
Este odor, que mais aparência tem,
Com um sentir quase sufocante.
É um odor, parecido com o de ninguém,
Pois é o odor de minha amante.
É o cheiro forte de paixão suave...
É o tontear... de um odor forte.
É, por mais que meu coração se lave,
Levará teu cheiro ... bem além da morte.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Ainda sentes amor por mim?
Sim, pois ainda sinto ao peito,
Teu perfume ... parecendo jasmim.
Digo ser no peito que sinto,
Pois é do peito, que me chega o cheiro.
Sinto o cheiro no peito e não minto,
Pois meu coração, sente teu odor primeiro.
Este odor, que mais aparência tem,
Com um sentir quase sufocante.
É um odor, parecido com o de ninguém,
Pois é o odor de minha amante.
É o cheiro forte de paixão suave...
É o tontear... de um odor forte.
É, por mais que meu coração se lave,
Levará teu cheiro ... bem além da morte.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
É O Negar De Um Sentimento
Quando relembro nosso amor, que passou como o vento,
recordo de tudo mais, até do juramento.
Juramento de amor, eterno, imortal,
feito no dia de um triste funeral.
De acordo com o juramento, juras-te-me felicidade,
mas você se esqueceu, esta é a pura verdade.
De ti, nada posso querer, nada posso esperar,
pois hoje és mulher, já sabem o que é amar.
Já sabes, na própria pele, o que é este sofrer,
e sabes muito bem que eu não posso te querer.
Pois não é apenas o não cumprir de um juramento,
é muito mais: é o negar de um sentimento.
Gostaria de poder dizer, abertamente, que te esqueci,
mas sinto, até agora, falta do teu amor, que já perdi.
Não quero que tu voltes, pois isto não adiantaria,
pois agora tu és mulher, já não tens a fantasia.
Só o que me resta, é o sofrer calado,
só o que me resta é o viver, apaixonado.
Só o que me resta, para consolo, é a recordação,
pois se tornou impossível nosso amor, nossa união.
Cada um siga o seu caminho, passo á passo,
e eu permanecerei aqui sozinho, nesta bagaço.
Nada quero, nada espero, apenas o descansar,
nem nosso amor procuro, pois não saberia voltar a amar.
Esgotaram-se os meus sonhos, minha esperança,
o sofrimento e o amor, são pratos opostos, na balança.
Nada pode retornar, o passado já não existe,
eu só posso é esperar meu futuro, inquieto e triste.
Uma tristeza, que sem duvida alguma, arrasa meu peito,
e uma solidão tristonha, que com o tempo, toma seu jeito.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
recordo de tudo mais, até do juramento.
Juramento de amor, eterno, imortal,
feito no dia de um triste funeral.
De acordo com o juramento, juras-te-me felicidade,
mas você se esqueceu, esta é a pura verdade.
De ti, nada posso querer, nada posso esperar,
pois hoje és mulher, já sabem o que é amar.
Já sabes, na própria pele, o que é este sofrer,
e sabes muito bem que eu não posso te querer.
Pois não é apenas o não cumprir de um juramento,
é muito mais: é o negar de um sentimento.
Gostaria de poder dizer, abertamente, que te esqueci,
mas sinto, até agora, falta do teu amor, que já perdi.
Não quero que tu voltes, pois isto não adiantaria,
pois agora tu és mulher, já não tens a fantasia.
Só o que me resta, é o sofrer calado,
só o que me resta é o viver, apaixonado.
Só o que me resta, para consolo, é a recordação,
pois se tornou impossível nosso amor, nossa união.
Cada um siga o seu caminho, passo á passo,
e eu permanecerei aqui sozinho, nesta bagaço.
Nada quero, nada espero, apenas o descansar,
nem nosso amor procuro, pois não saberia voltar a amar.
Esgotaram-se os meus sonhos, minha esperança,
o sofrimento e o amor, são pratos opostos, na balança.
Nada pode retornar, o passado já não existe,
eu só posso é esperar meu futuro, inquieto e triste.
Uma tristeza, que sem duvida alguma, arrasa meu peito,
e uma solidão tristonha, que com o tempo, toma seu jeito.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
É O Medo
O fim chega mais perto,
e eu vejo, no céu aberto,
que ele vem....... devagar mais vem.
Saudade...... já sinto agora;
tristeza..... tenho toda hora;
mas quem não tem,
meu Deus,
quem não tem?
E este pensamento...... meu tormento.
transformando meu fim...... em algo lento,
que destrui a mente..... matando o amor.
Mas, no final, é tudo gentileza,
e o corpo, segue com nobreza,
o seu caminho..... para a paz sem dor.
Sinto a morte, próxima ao peito,
sinto a angustia...... sinto o próprio medo.
medo de ir embora tão cedo,
ou de deitar a cabeça num sóbrio leito.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
e eu vejo, no céu aberto,
que ele vem....... devagar mais vem.
Saudade...... já sinto agora;
tristeza..... tenho toda hora;
mas quem não tem,
meu Deus,
quem não tem?
E este pensamento...... meu tormento.
transformando meu fim...... em algo lento,
que destrui a mente..... matando o amor.
Mas, no final, é tudo gentileza,
e o corpo, segue com nobreza,
o seu caminho..... para a paz sem dor.
Sinto a morte, próxima ao peito,
sinto a angustia...... sinto o próprio medo.
medo de ir embora tão cedo,
ou de deitar a cabeça num sóbrio leito.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
É Jasmim
Quase quase que eu esquecia,
Que existem segredos bem guardados,
Que podem parecer fantasia
Ou fábulas... de namorados...
Entre o céu, a terra e o infinito,
Existe algo que não conheço...
Talvez seja o som de um grito,
Ou algo maior, que não mereço...
Um beijo, um olhar, um afago...
Um copo, um gole, um longo trago...
Ou um outro poeta que viva a dor,
De fazer este País
Ser das Américas, o jasmim,
Ou apenas,
Uma bela flor !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que existem segredos bem guardados,
Que podem parecer fantasia
Ou fábulas... de namorados...
Entre o céu, a terra e o infinito,
Existe algo que não conheço...
Talvez seja o som de um grito,
Ou algo maior, que não mereço...
Um beijo, um olhar, um afago...
Um copo, um gole, um longo trago...
Ou um outro poeta que viva a dor,
De fazer este País
Ser das Américas, o jasmim,
Ou apenas,
Uma bela flor !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
E É Por Isso
Queria possuir, neste momento,
Uma prova de teu arrependimento,
Para poder dar-te o perdão.
Mas só vejo desprezo em teu rosto,
Por isso não te dou o gosto,
De veres meu triste coração.
Queria poder perdoar, mas não consigo,
Pois sei que não estais comigo,
Por puro egoísmo teu.
E se não queres estar ao meu lado,
É sinal que foi esquecido o passado,
E não mereces nada de meu.
Voltar? nem por brincadeira,
Pois não fostes a primeira,
Das minhas desilusões.
Mas fostes a mais sentida,
E na hora da despedida,
Matastes minhas emoções.
Sabias do amor sentido
E se ele foi perdido,
Fostes tu, a grande culpada.
Sabias do amor que eu sentia,
Que não era amor de fantasia,
Sabias que tu eras idolatrada.
Quisestes partir... Não te impedi,
Mas sabes que muito senti,
Pois sabes que ainda te amo.
Mas não quero abrir a ferida,
Pois ela já foi sentida,
E é por isso... que não te chamo!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Uma prova de teu arrependimento,
Para poder dar-te o perdão.
Mas só vejo desprezo em teu rosto,
Por isso não te dou o gosto,
De veres meu triste coração.
Queria poder perdoar, mas não consigo,
Pois sei que não estais comigo,
Por puro egoísmo teu.
E se não queres estar ao meu lado,
É sinal que foi esquecido o passado,
E não mereces nada de meu.
Voltar? nem por brincadeira,
Pois não fostes a primeira,
Das minhas desilusões.
Mas fostes a mais sentida,
E na hora da despedida,
Matastes minhas emoções.
Sabias do amor sentido
E se ele foi perdido,
Fostes tu, a grande culpada.
Sabias do amor que eu sentia,
Que não era amor de fantasia,
Sabias que tu eras idolatrada.
Quisestes partir... Não te impedi,
Mas sabes que muito senti,
Pois sabes que ainda te amo.
Mas não quero abrir a ferida,
Pois ela já foi sentida,
E é por isso... que não te chamo!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
E Algo Ainda Está Pôr Vir
Começo a sentir saudades , não sei bem de quem...
Forço minha mente, mas não lembro de ninguém...
É estranho este meu sentir inesperado...
Forço meu pensamento, mas nele esta nublado.
Talvez seja saudade, de quem já viveu no passado...
Talvez seja lembrança, de um amor... já terminado...
Toma conta de mim triste melancolia...
Talvez só quem me alegre seja a minha poesia...
Começo a escrever...
Sem dar truques ou descanso...
Procuro uma saudade...
De cabeça ao passado, me lanço...
Em algum lugar,
Respostas certas encontrei...
Certeza tenho... me recordo de quem amei...
Não pode ter outra razão,
Esse meu pensamento forte...
E eu sei de encontra-la,
Mesmo procurando até a morte.
Morrer é apenas o recomeço, não o fim...
Essa incerteza, é bem pior para mim...
Não penso na doce morte,
Como final de existência,
Pois acho que, quem morre,
É apenas a consciência...
O resto é apenas barro, barro modelado...
Não tem valor algum , nenhum significado...
Da morte, ninguém pode escapar... fugir,
Pois ela é o algo, ainda pôr vir!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Forço minha mente, mas não lembro de ninguém...
É estranho este meu sentir inesperado...
Forço meu pensamento, mas nele esta nublado.
Talvez seja saudade, de quem já viveu no passado...
Talvez seja lembrança, de um amor... já terminado...
Toma conta de mim triste melancolia...
Talvez só quem me alegre seja a minha poesia...
Começo a escrever...
Sem dar truques ou descanso...
Procuro uma saudade...
De cabeça ao passado, me lanço...
Em algum lugar,
Respostas certas encontrei...
Certeza tenho... me recordo de quem amei...
Não pode ter outra razão,
Esse meu pensamento forte...
E eu sei de encontra-la,
Mesmo procurando até a morte.
Morrer é apenas o recomeço, não o fim...
Essa incerteza, é bem pior para mim...
Não penso na doce morte,
Como final de existência,
Pois acho que, quem morre,
É apenas a consciência...
O resto é apenas barro, barro modelado...
Não tem valor algum , nenhum significado...
Da morte, ninguém pode escapar... fugir,
Pois ela é o algo, ainda pôr vir!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
E Agora?
“reconheço que meu estudo é limitado:
não, não cursei curso superior,
mas acho ser bem preparado,
para reconhecer, no povo, a dor
sim, é dor que meu povo sente:
é falta da fé, da esperança
meu povo está doente,
e que o mantém é a lembrança
lembranças das glorias do passado;
lembranças de suas honras e tradições;
lembranças de um pais indiciado,
mas dono único de suas próprias decisões
e agora? o que meu povo possui?
desonra..... inseguranças.... indecisão
tudo isto, e muito mais, influi,
para que não exista povo e nem nação
não, não me chamem comunista,
não me chamam anarquista nem revolucionário
seu, isto sim, nacionalista,
eu, como dizer agora: um otário
alguém que acredita na palavra empenhada,
na promessa, feita para não ser cumprida
acredito no fio da barba raspada,
acredito no cicatrizar da ferida.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
não, não cursei curso superior,
mas acho ser bem preparado,
para reconhecer, no povo, a dor
sim, é dor que meu povo sente:
é falta da fé, da esperança
meu povo está doente,
e que o mantém é a lembrança
lembranças das glorias do passado;
lembranças de suas honras e tradições;
lembranças de um pais indiciado,
mas dono único de suas próprias decisões
e agora? o que meu povo possui?
desonra..... inseguranças.... indecisão
tudo isto, e muito mais, influi,
para que não exista povo e nem nação
não, não me chamem comunista,
não me chamam anarquista nem revolucionário
seu, isto sim, nacionalista,
eu, como dizer agora: um otário
alguém que acredita na palavra empenhada,
na promessa, feita para não ser cumprida
acredito no fio da barba raspada,
acredito no cicatrizar da ferida.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Duch
Já estais velha, acabada...
Com o pelo ralo... em desalinho.
Já não és, da casa, a saudade...
Não podes nem mais andar sozinho...
Mas tenho orgulho de ti, velho amigo,
Pois fostes forte, audaz, valente.
Faz muitos anos, que estais comigo,
E sempre me fostes alguém confiante.
Mas, hoje, já não és nenhum mocinho...
Já nem dentes tens, para comer...
A idade, te pegou... de mansinho,
E já estais, amigo, prestes a morrer.
Mas não te entregas, e isto enobrece...
Não podes mais correr, como corrias...
Isto, meu velho, me entristece,
Pois era meu orgulho, tuas valentias.
Não há como cura-lo... velhice é o teu mal,
Mas , se houvesse cura, te curaria,
Pois fostes um ótimo animal,
Guardastes meu lar... com raça e valentia.
Nunca fostes de morder... eu bem sei,
Mas sempre fostes leal ao teu dono...
Te respeito e sempre te respeitarei,
Mesmo que amanhã caias no eterno sono.
Por isso a ti, meu amigo cão,
Dedico estes versos, sem pretensão,
Pois guardo lembranças, em meu coração,
De tua lealdade... teu carinho... tua afeição.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Com o pelo ralo... em desalinho.
Já não és, da casa, a saudade...
Não podes nem mais andar sozinho...
Mas tenho orgulho de ti, velho amigo,
Pois fostes forte, audaz, valente.
Faz muitos anos, que estais comigo,
E sempre me fostes alguém confiante.
Mas, hoje, já não és nenhum mocinho...
Já nem dentes tens, para comer...
A idade, te pegou... de mansinho,
E já estais, amigo, prestes a morrer.
Mas não te entregas, e isto enobrece...
Não podes mais correr, como corrias...
Isto, meu velho, me entristece,
Pois era meu orgulho, tuas valentias.
Não há como cura-lo... velhice é o teu mal,
Mas , se houvesse cura, te curaria,
Pois fostes um ótimo animal,
Guardastes meu lar... com raça e valentia.
Nunca fostes de morder... eu bem sei,
Mas sempre fostes leal ao teu dono...
Te respeito e sempre te respeitarei,
Mesmo que amanhã caias no eterno sono.
Por isso a ti, meu amigo cão,
Dedico estes versos, sem pretensão,
Pois guardo lembranças, em meu coração,
De tua lealdade... teu carinho... tua afeição.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Dormir do Poeta
Na praia deserto,
O poeta, alerta,
Procura inspiração,
E no final da noite
Tendo o orvalho, como açoite
Vem o cansaço, a desilusão,
Mais uma noite perdida
Mais uma paixão esquecida,
Mais um poema acabado,
E quando o dia amanhece
O poeta , cansado, adormece,
Mas o poema, está terminado,
Nada mais há por fazer,
Deixem o poeta adormecer,
Deixem a mente se recompor,
Pois ao anoitecer, retornará,
E tudo continuará
O poeta, o poema e sua dor,
Uma dor de pura amargura,
De uma ilusão que foi tão pura,
Como as ondas brancas do mar,
Deixem, pois, o poeta dormir,
Pois a noite era surgir,
E como ela, o seu poetar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
O poeta, alerta,
Procura inspiração,
E no final da noite
Tendo o orvalho, como açoite
Vem o cansaço, a desilusão,
Mais uma noite perdida
Mais uma paixão esquecida,
Mais um poema acabado,
E quando o dia amanhece
O poeta , cansado, adormece,
Mas o poema, está terminado,
Nada mais há por fazer,
Deixem o poeta adormecer,
Deixem a mente se recompor,
Pois ao anoitecer, retornará,
E tudo continuará
O poeta, o poema e sua dor,
Uma dor de pura amargura,
De uma ilusão que foi tão pura,
Como as ondas brancas do mar,
Deixem, pois, o poeta dormir,
Pois a noite era surgir,
E como ela, o seu poetar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Dor
Quando se perde o amor, como eu perdi,
Encare-se a vida diferente.
Não compares a dor, que já senti,
Pois ela é só minha , independente.
E, com ela procurei viver com tua lembrança,
Sem ela, nada teria, muito menos a esperança.
Pôr isso é que eu a quero, só para mim,
Pois quero te-la sempre, até o fim.
Com ela, estarei sempre ao teu lado,
Sem ela tudo estaria acabado.
Cada dia que passo, aqui sozinho,
Eu morro devagar, devagarinho.
Mas é assim, que quero viver,
Pois não quero nunca te esquecer.
Mesmo longe de ti, estou ao teu lado,
Mesmo longe de ti, sou apaixonado.
É assim, que quero viver,
Pois será de amor, que irei morrer.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Encare-se a vida diferente.
Não compares a dor, que já senti,
Pois ela é só minha , independente.
E, com ela procurei viver com tua lembrança,
Sem ela, nada teria, muito menos a esperança.
Pôr isso é que eu a quero, só para mim,
Pois quero te-la sempre, até o fim.
Com ela, estarei sempre ao teu lado,
Sem ela tudo estaria acabado.
Cada dia que passo, aqui sozinho,
Eu morro devagar, devagarinho.
Mas é assim, que quero viver,
Pois não quero nunca te esquecer.
Mesmo longe de ti, estou ao teu lado,
Mesmo longe de ti, sou apaixonado.
É assim, que quero viver,
Pois será de amor, que irei morrer.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Dor da Despedida
Como posso,esquecer um grande amor
Se nem ao menos esqueço a dor
Que senti, quando tive que deixa-lo
Como posso agoira, desprega-lo?
Este grande amor que foi loucura
Esta paixão, intensa é pura
Este tormento, de ser o culpado
Pôr este amor tão belo, ter se acabado
Como me revolta ter que abandona-lo
Quando meu querer é rir e abraça-lo
Como nos faz sentir a dor da despedida
Como dói-me no peito, dizer-te um não
Como eu gostaria de rever esta ilusão
Mas é necessário findar com tudo, sem rancores
Pois não há futuro, para os nossos amores,
O tempo, nos trará, o esquecimento
Com a vida, esqueceremos o sofrimento
Mas sempre ficará em nossa memória
As lembranças felizes desta estória
A estória de dois seres que se amavam
Eram mais do que dois lábios que se beijavam
Um completava o outro, na ternura
E esta estória de amor, foi breve e pura.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Se nem ao menos esqueço a dor
Que senti, quando tive que deixa-lo
Como posso agoira, desprega-lo?
Este grande amor que foi loucura
Esta paixão, intensa é pura
Este tormento, de ser o culpado
Pôr este amor tão belo, ter se acabado
Como me revolta ter que abandona-lo
Quando meu querer é rir e abraça-lo
Como nos faz sentir a dor da despedida
Como dói-me no peito, dizer-te um não
Como eu gostaria de rever esta ilusão
Mas é necessário findar com tudo, sem rancores
Pois não há futuro, para os nossos amores,
O tempo, nos trará, o esquecimento
Com a vida, esqueceremos o sofrimento
Mas sempre ficará em nossa memória
As lembranças felizes desta estória
A estória de dois seres que se amavam
Eram mais do que dois lábios que se beijavam
Um completava o outro, na ternura
E esta estória de amor, foi breve e pura.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Donzelas
A tempos, quando freqüentava as boêmias,
Conheci donzelas que o mundo esqueceu.
Eram vitimas de suas próprias fantasias,
E não tinham nem futuro nem passado.... nada de seu.
Viviam do amor leviano.... comparado;
De davam ao amor.... sem o menor significado.
Eram jovens.... sem ilusão e sem carinho,
Não tinham noção do que faziam.....
Não eram dignas de onde iam......
Tratavam de escolher o melhor caminho.
Eu gostei de conhece-las, na mocidade,
Para poder entender suas pobres vidas.....
Eram jovens...... na flor da idade,
Que caminhavam no mundo sós...... desprotegidas.
Com elas, aprendi o certo e o errado,
Aprendi a vida.... e seu significado......
Me deram lições... que nunca esquecerei.
Sofriam caladas, sem reclamações,
Controlavam suas próprias emoções,
Foram senhoras..... senhoras das quais gostei.
Não posso censura-las por seu proceder,
Pois não tiveram como evitar.
Tiveram, que na vida se meter,
Para que a vida as pudesse consolar.
Tornaram-se livres, como os próprios pensamentos,
Conscientes de seus próprios sentimentos,
Tendo, como guia, só as suas consciências,
Seus pensamentos..... seus amores..... suas inocencias.
Não sei se esquecerei um dia,
Meu alegre tempo de boêmia,
Mas sei que, na noite, deixei,
Senhoras conscientes, que jamais esquecerei.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Conheci donzelas que o mundo esqueceu.
Eram vitimas de suas próprias fantasias,
E não tinham nem futuro nem passado.... nada de seu.
Viviam do amor leviano.... comparado;
De davam ao amor.... sem o menor significado.
Eram jovens.... sem ilusão e sem carinho,
Não tinham noção do que faziam.....
Não eram dignas de onde iam......
Tratavam de escolher o melhor caminho.
Eu gostei de conhece-las, na mocidade,
Para poder entender suas pobres vidas.....
Eram jovens...... na flor da idade,
Que caminhavam no mundo sós...... desprotegidas.
Com elas, aprendi o certo e o errado,
Aprendi a vida.... e seu significado......
Me deram lições... que nunca esquecerei.
Sofriam caladas, sem reclamações,
Controlavam suas próprias emoções,
Foram senhoras..... senhoras das quais gostei.
Não posso censura-las por seu proceder,
Pois não tiveram como evitar.
Tiveram, que na vida se meter,
Para que a vida as pudesse consolar.
Tornaram-se livres, como os próprios pensamentos,
Conscientes de seus próprios sentimentos,
Tendo, como guia, só as suas consciências,
Seus pensamentos..... seus amores..... suas inocencias.
Não sei se esquecerei um dia,
Meu alegre tempo de boêmia,
Mas sei que, na noite, deixei,
Senhoras conscientes, que jamais esquecerei.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Doe-me
O som do silêncio dói...
A alma no fundo, se corrói...
Perco, confesso, a noção de tudo!
Não escuto viva alma...
O silêncio não me acalma...
Não nasci prá um mundo mudo !
Dói-me o ouvido, não ouvir,
O som da vida, vivendo...
Dói-me o peito não sentir,
O som... do viver... Correndo !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A alma no fundo, se corrói...
Perco, confesso, a noção de tudo!
Não escuto viva alma...
O silêncio não me acalma...
Não nasci prá um mundo mudo !
Dói-me o ouvido, não ouvir,
O som da vida, vivendo...
Dói-me o peito não sentir,
O som... do viver... Correndo !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Doce Sonho
Sonho com a morte o descanso
Sonho com meu final manso
Como as ondas de um doce mar,
Não sei se é ruim ou importante
Este meu sonhar tão constante
Mas sinto que nada há para falar.
É como o descobrir do futuro
O descobrir de um vinho impuro.
De uma safra, já perdida.
E este meu sonho solitário,
Talvez seja tudo ao contrario
E eu tenha uma longa vida.
Mas algo me diz que não é assim
Que algo novo espera pôr mim,
Nos anos que se seguiram,
Mas ninguém me mostra caminhos,
Para que me livre dos espinhos
Que nos caminhos, me espetaram
Acredito no sonho sonhado
E em meu final inesperado
No caminho que irei seguir
Pois não há da morte o medo,
Pois quero ir embora cedo,
Sem nem ao menos me despedir,
Gostaria que minha amiga morte,
Me desse um pouco de sorte,
Antes do meu suspirar,
Mas acho que meu sofrer,
Faz parte do renascer,
Que, pensarei alcançar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Sonho com meu final manso
Como as ondas de um doce mar,
Não sei se é ruim ou importante
Este meu sonhar tão constante
Mas sinto que nada há para falar.
É como o descobrir do futuro
O descobrir de um vinho impuro.
De uma safra, já perdida.
E este meu sonho solitário,
Talvez seja tudo ao contrario
E eu tenha uma longa vida.
Mas algo me diz que não é assim
Que algo novo espera pôr mim,
Nos anos que se seguiram,
Mas ninguém me mostra caminhos,
Para que me livre dos espinhos
Que nos caminhos, me espetaram
Acredito no sonho sonhado
E em meu final inesperado
No caminho que irei seguir
Pois não há da morte o medo,
Pois quero ir embora cedo,
Sem nem ao menos me despedir,
Gostaria que minha amiga morte,
Me desse um pouco de sorte,
Antes do meu suspirar,
Mas acho que meu sofrer,
Faz parte do renascer,
Que, pensarei alcançar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Doce Poesia
Só ao teu lado eu me sinto gente...
Só contigo é que encontro alegria...
Não é que eu seja tão inconseqüente...
É que eu penso que o viver... é fantasia.
Contigo, não sinto angústia... depressão...
Ao teu lado, meus pensamentos são reais...
Sem você , me domina a solidão...
E todos os dias, para mim... parecem iguais.
Com você , passa falar livremente,
Sobre meus amores, meus temores... minhas ilusões...
Só a teu lado, eu me sinto contente,
Liberto de minhas duvidas... de minhas preocupações.
Só a ti, é que confio meus segredos...
Minhas duvidas... minhas paixões... meus medos,
Pois si que não me trairás a confiança,
Que deposito em tuas mãos... doce criança.
Sabes meus segredos... meus temores,
Conheces minhas angustias... meus amores,
Defendes, piamente, minha fantasia...
Por isso confio em ti, o doce poesia.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Só contigo é que encontro alegria...
Não é que eu seja tão inconseqüente...
É que eu penso que o viver... é fantasia.
Contigo, não sinto angústia... depressão...
Ao teu lado, meus pensamentos são reais...
Sem você , me domina a solidão...
E todos os dias, para mim... parecem iguais.
Com você , passa falar livremente,
Sobre meus amores, meus temores... minhas ilusões...
Só a teu lado, eu me sinto contente,
Liberto de minhas duvidas... de minhas preocupações.
Só a ti, é que confio meus segredos...
Minhas duvidas... minhas paixões... meus medos,
Pois si que não me trairás a confiança,
Que deposito em tuas mãos... doce criança.
Sabes meus segredos... meus temores,
Conheces minhas angustias... meus amores,
Defendes, piamente, minha fantasia...
Por isso confio em ti, o doce poesia.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Doce Melancolia
É sempre angustiante a recordar forçado,
De um amor ou ilusão... guardada na memória,
Mas este retornar ao meu passado,
Me trouxe o recomeço da estória.
Uma estória de amor... de paixões...
De juras deixadas ao vento... esquecidas...
Perdidas ... no baú das recordações...
Suspiros ... de noites e noites... mal dormidas.
Mas o não sentir mais nada é o que sinto,
Ao ter que recordar a mocidade...
Posso até jurar que não minto,
E que, de você, não restou nem saudade.
O tempo, apagou a chama que ardia,
O vento levou as cinzas... nada ficou.
Apenas ficou a doce melancolia,
Como prova de um amor... que se acabou.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
De um amor ou ilusão... guardada na memória,
Mas este retornar ao meu passado,
Me trouxe o recomeço da estória.
Uma estória de amor... de paixões...
De juras deixadas ao vento... esquecidas...
Perdidas ... no baú das recordações...
Suspiros ... de noites e noites... mal dormidas.
Mas o não sentir mais nada é o que sinto,
Ao ter que recordar a mocidade...
Posso até jurar que não minto,
E que, de você, não restou nem saudade.
O tempo, apagou a chama que ardia,
O vento levou as cinzas... nada ficou.
Apenas ficou a doce melancolia,
Como prova de um amor... que se acabou.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Doce Ilusão
Hoje, o teu semblante já não me vem a mente,
Como vinha no passado... constantemente.
Só o teu nome, é que ainda guardo... com carinho,
É ele que eu repito, os corações, quando sozinho.
É um belo nome... são belas as recordações...
Teu nome recorda velhos e antigas canções...
Ilusões e sonhos, que fazem parte do passado...
Estão no sentimento, que faz muito, foi guardado.
É triste este relembrar, esta saudade,
São tristezas, que recordam felicidade...
As lembranças, são, puras como o sentimento...
Pena que estejam guardados no pensamento.
Nunca irei esquecer teu nome, amiga...
Por pior que sejam os caminhos, que eu siga...
Será sempre um nome... uma recordação...
De uma mocidade... de uma doce ilusão.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Como vinha no passado... constantemente.
Só o teu nome, é que ainda guardo... com carinho,
É ele que eu repito, os corações, quando sozinho.
É um belo nome... são belas as recordações...
Teu nome recorda velhos e antigas canções...
Ilusões e sonhos, que fazem parte do passado...
Estão no sentimento, que faz muito, foi guardado.
É triste este relembrar, esta saudade,
São tristezas, que recordam felicidade...
As lembranças, são, puras como o sentimento...
Pena que estejam guardados no pensamento.
Nunca irei esquecer teu nome, amiga...
Por pior que sejam os caminhos, que eu siga...
Será sempre um nome... uma recordação...
De uma mocidade... de uma doce ilusão.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Doce Mar
No mar vagando lentamente,
Vai o veleiro... triste... solitário,
Dentro... um marinheiro imaginário,
Medita e canta... alegremente.
Medita sobre as coisas do mar,
Canta lindas canções de amor,
Diz adeus ao porto, que um dia esperava retornar,
E do cais, alguém lhe joga, uma bela e vermelha flor.
Alto mar... velas abertas...
Marujos, homens do mar alertas,
Corações tristes, solitários,
Temores... temores imaginários.
A noite cai, no mar distante,
Alguém inicia uma nova canção,
Que fala de um homem do mar, galante,
Que em porto deixou seu coração.
Triste canção, que a marujada canta,
Quando ao céu, a lua se levanta,
Fazendo com que o mar mude de cor,
Relembra o marujo, então, seu grande amor.
Param as canções;
Que o mar permaneça;
Que Deus não esqueça,
De dar, ao marujo, proteção,
De dar, ao marujo, sua mão.
Parece que, do mar, a lua se levanta,
E, com ela, as estrelas do firmamento.
O mar, sobre os cascos do veleiro, canta,
Talvez esta musica seja uma forma de lamento.
Espumas, prateadas pelo luar,
Dançam na superfície do doce mar,
As estrelas, em alto mar são como guias,
Com elas, os marujos passam noites e dias,
Viver no mar, junto a natureza,
É algo de pura e real nobreza.
No mar, tudo é calmo, delicado,
O mar, é o sonho do namorado.
Diz a lenda, que o mar nasceu,
Das lágrimas do choro da lua,
Que se apaixonou pelo sol, irmão seu,
E ele pela lua , irmã sua.
Deste imaginário amor sufocante,
Nasceu o mar, este eterno galante.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Vai o veleiro... triste... solitário,
Dentro... um marinheiro imaginário,
Medita e canta... alegremente.
Medita sobre as coisas do mar,
Canta lindas canções de amor,
Diz adeus ao porto, que um dia esperava retornar,
E do cais, alguém lhe joga, uma bela e vermelha flor.
Alto mar... velas abertas...
Marujos, homens do mar alertas,
Corações tristes, solitários,
Temores... temores imaginários.
A noite cai, no mar distante,
Alguém inicia uma nova canção,
Que fala de um homem do mar, galante,
Que em porto deixou seu coração.
Triste canção, que a marujada canta,
Quando ao céu, a lua se levanta,
Fazendo com que o mar mude de cor,
Relembra o marujo, então, seu grande amor.
Param as canções;
Que o mar permaneça;
Que Deus não esqueça,
De dar, ao marujo, proteção,
De dar, ao marujo, sua mão.
Parece que, do mar, a lua se levanta,
E, com ela, as estrelas do firmamento.
O mar, sobre os cascos do veleiro, canta,
Talvez esta musica seja uma forma de lamento.
Espumas, prateadas pelo luar,
Dançam na superfície do doce mar,
As estrelas, em alto mar são como guias,
Com elas, os marujos passam noites e dias,
Viver no mar, junto a natureza,
É algo de pura e real nobreza.
No mar, tudo é calmo, delicado,
O mar, é o sonho do namorado.
Diz a lenda, que o mar nasceu,
Das lágrimas do choro da lua,
Que se apaixonou pelo sol, irmão seu,
E ele pela lua , irmã sua.
Deste imaginário amor sufocante,
Nasceu o mar, este eterno galante.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Dizem
“Dizem que os amantes da madrugada,
Nunca perdem o bom senso e o humor...
São cúmplices das boêmias e das noitadas,
Sentem a vida... como sentem o puro amor.
São inocentes companheiros da boêmia...
Vivem das ilusões... das aventuras passageiras.
Suas vidas, são repletas de fantasia,
Suas paixões... são reais e verdadeiras
Cada noitada, tem o gosto de uma paixão...
Respeitam a morte, como final de uma existência...
Depressão a injúria e a ingratidão...
Vivem sós... acompanhados da consciência.
Aos alegres boêmios, é, dedicada,
Este poema... feito num amanhecer,
Por este poeta... boêmia abnegado,
Para que a poesia não venha, nunca, a se perder.
Que ela seja a renascer de uma saudade...
Que seja, sempre, o acolher da alegria...
Onde se encontra o bom papo, com amizade...
Com bom senso... com humor... com fantasia.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Nunca perdem o bom senso e o humor...
São cúmplices das boêmias e das noitadas,
Sentem a vida... como sentem o puro amor.
São inocentes companheiros da boêmia...
Vivem das ilusões... das aventuras passageiras.
Suas vidas, são repletas de fantasia,
Suas paixões... são reais e verdadeiras
Cada noitada, tem o gosto de uma paixão...
Respeitam a morte, como final de uma existência...
Depressão a injúria e a ingratidão...
Vivem sós... acompanhados da consciência.
Aos alegres boêmios, é, dedicada,
Este poema... feito num amanhecer,
Por este poeta... boêmia abnegado,
Para que a poesia não venha, nunca, a se perder.
Que ela seja a renascer de uma saudade...
Que seja, sempre, o acolher da alegria...
Onde se encontra o bom papo, com amizade...
Com bom senso... com humor... com fantasia.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Difícil De Esquecer
Nos meus tempos de boêmia... beberrão,
Muitas amigas da noite, possuía.
Mas agora, que sou um homem de portão,
Encaro a vida na real... sem fantasia,
E consigo ver os erros ... que eu não via.
Vejo a vida, hoje em dia, de outra maneira...
Até meus versos... minha antiga poesia,
Hoje sinto: é mais pura... mais verdadeira.
Mudou a rumo... mudou a espaço...
Mudou-se tudo.. até o panorama...
E hoje, ao sentir o meu cansaço,
Em vez de um copo, eu procuro minha cama.
Não é que eu tenha perdido a força... perdido o vigor,
Ao contrario: sinto mais forte... mais saudável...
É que hoje o viver tem outro valor,
E a boêmia... pertence ao meu passado memorável.
Não digo que não voltarei a boêmia...
Mas é difícil ... muito difícil de acontecer,
Pois aprendi a respeitar o sol do dia,
E isto é algo, que não possa mais perder.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Muitas amigas da noite, possuía.
Mas agora, que sou um homem de portão,
Encaro a vida na real... sem fantasia,
E consigo ver os erros ... que eu não via.
Vejo a vida, hoje em dia, de outra maneira...
Até meus versos... minha antiga poesia,
Hoje sinto: é mais pura... mais verdadeira.
Mudou a rumo... mudou a espaço...
Mudou-se tudo.. até o panorama...
E hoje, ao sentir o meu cansaço,
Em vez de um copo, eu procuro minha cama.
Não é que eu tenha perdido a força... perdido o vigor,
Ao contrario: sinto mais forte... mais saudável...
É que hoje o viver tem outro valor,
E a boêmia... pertence ao meu passado memorável.
Não digo que não voltarei a boêmia...
Mas é difícil ... muito difícil de acontecer,
Pois aprendi a respeitar o sol do dia,
E isto é algo, que não possa mais perder.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Deus Queira
Deus queira que sejas feliz...
Que saibas usar a liberdade...
Que saibas manter teu nariz,
No rumo da dignidade...
Conte comigo amiga,
Pois mais, não posso te dar...
Tens minha amizade à antiga,
Meu ombro... pra teu soluçar...
Teve um preço o teu voar...
Mas fui eu que o paguei...
Espero que saibas lembrar,
Que paguei-o porque te amei...
Te amei e te amo agora
Que a vida nos separou...
Se houver no amanhã, uma hora,
Lembre-se que já me amou !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que saibas usar a liberdade...
Que saibas manter teu nariz,
No rumo da dignidade...
Conte comigo amiga,
Pois mais, não posso te dar...
Tens minha amizade à antiga,
Meu ombro... pra teu soluçar...
Teve um preço o teu voar...
Mas fui eu que o paguei...
Espero que saibas lembrar,
Que paguei-o porque te amei...
Te amei e te amo agora
Que a vida nos separou...
Se houver no amanhã, uma hora,
Lembre-se que já me amou !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Desespero
Sinto atualmente, e cada vez mais,
Vontade de viver e morrer em paz,
Junto aos meus amores,
Distante de meus temores.
Pois nesta vida, em que vivemos,
Dia a dia, a paz perdemos,
Nada nos resta, além da amargura,
De ver chegar ao fim uma emoção impura.
E depois que perdemos o amor, a esperança,
Nada mais nos resta, somente a triste lembrança.
O recordar, com o tempo, tornou-se opaco,
E do coração, que era forte tornou-se fraco.
Nada nos faz rir como outros,
Já não há mais as alegrias, a toda hora.
A solidão toma conta de nosso ser,
Somente o que resta é esquecer.
Esquecer os grandes amores do passado,
E tentar viver um viver mais socegado.
Um sufocar de emoção e sentimentos,
Um recordar eterno de nossos lamentos.
Mas se este é o viver de atualmente,
O morrer é mais certo, infelizmente.
Pois a morte, nos trará o descansar,
E, longe deste mundo talvez voltemos a amar.
Pois como o mundo está não há saídas,
Há apenas o redescobrir de velhas feridas.
Pôr isso o partir é tão lamentável,
É bem melhor do que o viver num mundo indesejável.
Não peço a morte, pois não tenho este direito,
Mas acho que só morrendo, tornar-me-ei perfeito.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Vontade de viver e morrer em paz,
Junto aos meus amores,
Distante de meus temores.
Pois nesta vida, em que vivemos,
Dia a dia, a paz perdemos,
Nada nos resta, além da amargura,
De ver chegar ao fim uma emoção impura.
E depois que perdemos o amor, a esperança,
Nada mais nos resta, somente a triste lembrança.
O recordar, com o tempo, tornou-se opaco,
E do coração, que era forte tornou-se fraco.
Nada nos faz rir como outros,
Já não há mais as alegrias, a toda hora.
A solidão toma conta de nosso ser,
Somente o que resta é esquecer.
Esquecer os grandes amores do passado,
E tentar viver um viver mais socegado.
Um sufocar de emoção e sentimentos,
Um recordar eterno de nossos lamentos.
Mas se este é o viver de atualmente,
O morrer é mais certo, infelizmente.
Pois a morte, nos trará o descansar,
E, longe deste mundo talvez voltemos a amar.
Pois como o mundo está não há saídas,
Há apenas o redescobrir de velhas feridas.
Pôr isso o partir é tão lamentável,
É bem melhor do que o viver num mundo indesejável.
Não peço a morte, pois não tenho este direito,
Mas acho que só morrendo, tornar-me-ei perfeito.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Desencontros
Esta paixão, que sufoca a mente,
É um sentir diferente,
Que não sei como explicar.
Só sinto que a saudade,
Não me dá liberdade,
Que necessito, para pensar.
Em que roda da vida, o amor nos coloca,
E depois pede tanto em troca,
Que é difícil desistir.
Cada passo, cada momento,
É seguido pelo sentimento,
Sem ao menos se sentir.
Nas artimanhas da existência,
O que nos salva é a consciência,
Quando não se fez nada de errado.
Mas algo, em nós, já mudou,
Pois um dia, nosso coração amou,
Mesmo que este dia, esteja no passado.
As lembranças de felicidade,
Fazem com que libertemos a saudade,
Que existem, dentro de nós.
E o coração, fala baixinho,
Tentando mostra-nos o caminho,
Mas o abafamos, com a nossa voz.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
É um sentir diferente,
Que não sei como explicar.
Só sinto que a saudade,
Não me dá liberdade,
Que necessito, para pensar.
Em que roda da vida, o amor nos coloca,
E depois pede tanto em troca,
Que é difícil desistir.
Cada passo, cada momento,
É seguido pelo sentimento,
Sem ao menos se sentir.
Nas artimanhas da existência,
O que nos salva é a consciência,
Quando não se fez nada de errado.
Mas algo, em nós, já mudou,
Pois um dia, nosso coração amou,
Mesmo que este dia, esteja no passado.
As lembranças de felicidade,
Fazem com que libertemos a saudade,
Que existem, dentro de nós.
E o coração, fala baixinho,
Tentando mostra-nos o caminho,
Mas o abafamos, com a nossa voz.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Desculpem
Desculpem a hipocrisia,
Mas acho que a valentia,
Não esta no murro dado,
Mas no beijo... mal roubado!
Dizem que o ser sentimental,
Vive só com o sentimento...
Esquecendo o pensamento...
Agindo como anormal.
Acho que a melhor maneira,
É ser real, inconseqüente...
Falar tudo que se sente...
Mesmo que seja pela vez primeira.
O melhor que penso, na vida,
É o poder de errar, sem medo...
É o poder chamar de querida,
A empregada, que levanta cedo...
Penso que o viver em harmonia,
Para os normais é fantasia...
Não acho que, opinião, é direito.
Se podemos emitir sapiência,
Pôr que deixa-la na consciência?
Acho que tudo esta errado...
Devíamos mudar... até o passado.
Transformando o passado, em presente,
Até os velhos, ficariam contentes!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Mas acho que a valentia,
Não esta no murro dado,
Mas no beijo... mal roubado!
Dizem que o ser sentimental,
Vive só com o sentimento...
Esquecendo o pensamento...
Agindo como anormal.
Acho que a melhor maneira,
É ser real, inconseqüente...
Falar tudo que se sente...
Mesmo que seja pela vez primeira.
O melhor que penso, na vida,
É o poder de errar, sem medo...
É o poder chamar de querida,
A empregada, que levanta cedo...
Penso que o viver em harmonia,
Para os normais é fantasia...
Não acho que, opinião, é direito.
Se podemos emitir sapiência,
Pôr que deixa-la na consciência?
Acho que tudo esta errado...
Devíamos mudar... até o passado.
Transformando o passado, em presente,
Até os velhos, ficariam contentes!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Desculpe, Coração
Desculpe, coração, mais eu esqueço,
Do passado que já passou, e não volta mais.
Este ato de esquecer, penso eu, mereço,
Pois é meu modo de reencontrar a paz.
Sei que não crês, mais ainda te amo,
Com a mesma fúria de nosso começo.
Não acreditas, porque não mais te chamo,
Mas, entre a multidão, te reconheço.
Cansei de ser apenas um solitário,
Com amor ao peito... pouco mais que nada.
Cansei, confesso, de ser o eterno e etário,
Amante sem amor... herói da madrugada.
Desculpe, o coração, se já esqueço,
Do tempo passado, que já vai distante,
Mas acho, dentro de mim, que mereço,
O descansar do sonho... este sonhar galante.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Do passado que já passou, e não volta mais.
Este ato de esquecer, penso eu, mereço,
Pois é meu modo de reencontrar a paz.
Sei que não crês, mais ainda te amo,
Com a mesma fúria de nosso começo.
Não acreditas, porque não mais te chamo,
Mas, entre a multidão, te reconheço.
Cansei de ser apenas um solitário,
Com amor ao peito... pouco mais que nada.
Cansei, confesso, de ser o eterno e etário,
Amante sem amor... herói da madrugada.
Desculpe, o coração, se já esqueço,
Do tempo passado, que já vai distante,
Mas acho, dentro de mim, que mereço,
O descansar do sonho... este sonhar galante.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Desabafando...
Calada, a noite me escuta...
Escuta as minhas lamentações...
Escuta a súplica de quem luta,
Pra se livrar de ilusões...
Sonhos de amor,
Segredos ao ouvido,
Por um coração ferido,
Que não tem com quem desabafar...
E a calada noite é a companheira,
Fiel, honesta e verdadeira,
A única em quem posso confiar...
Essa confiança é depositada,
Quase ao raiar do dia, na madrugada,
Com o novo dia quase amanhecendo...
Mas à noite não importa nada,
E escuta o amante, pois ele é poeta...
Boêmio praticante...
Ela sabe que nunca sairá perdendo,
Pois sentindo a força da lua,
O amante pode pensar...
Encontrar saída para seus dilemas..
Porque entre o perder
E o estar perdendo,
há sempre alguém
com choro reprimido
Que vem num poema,
Desabafar...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Escuta as minhas lamentações...
Escuta a súplica de quem luta,
Pra se livrar de ilusões...
Sonhos de amor,
Segredos ao ouvido,
Por um coração ferido,
Que não tem com quem desabafar...
E a calada noite é a companheira,
Fiel, honesta e verdadeira,
A única em quem posso confiar...
Essa confiança é depositada,
Quase ao raiar do dia, na madrugada,
Com o novo dia quase amanhecendo...
Mas à noite não importa nada,
E escuta o amante, pois ele é poeta...
Boêmio praticante...
Ela sabe que nunca sairá perdendo,
Pois sentindo a força da lua,
O amante pode pensar...
Encontrar saída para seus dilemas..
Porque entre o perder
E o estar perdendo,
há sempre alguém
com choro reprimido
Que vem num poema,
Desabafar...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Desabafa Necessário
Quem foi o culpado, pelo terminar de tudo?
Será que foi o preconceito, contra o qual fiquei mudo?
Será que o nosso amor existia realmente,
Ou será que foi apenas uma ilusão somente?
A resposta, amor meu, não a tenho,
Pois no fundo, na verdade, nem sei de onde venho!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Será que foi o preconceito, contra o qual fiquei mudo?
Será que o nosso amor existia realmente,
Ou será que foi apenas uma ilusão somente?
A resposta, amor meu, não a tenho,
Pois no fundo, na verdade, nem sei de onde venho!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Depois De Mão Única
Um estrada... um caminho...
Um coração... um destino...
Um querer, de menininho...
Um amor... bem cristalino.
Tudo isso veio chegando,
Como frases, de um poema acabado...
Tudo isso veio magoando,
Meu eu e meu sentir... já cansado.
Parti para o mundo, sem rumo certo...
Sem mapas ou noção da trajetória...
Ao voltar, encontrei deserto,
O espaço que era meu... em nossa história.
As paginas, o vento arrancou...
As memórias, se perderam no espaço...
Somente uma coisa me restou:
O recordar, passo a passo.
Recomeçar, sem ter-te ao lado...
Revigorar o meu cansaço...
Colar o coração... estraçalhado...
Reconhecer meu real fracasso!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Um coração... um destino...
Um querer, de menininho...
Um amor... bem cristalino.
Tudo isso veio chegando,
Como frases, de um poema acabado...
Tudo isso veio magoando,
Meu eu e meu sentir... já cansado.
Parti para o mundo, sem rumo certo...
Sem mapas ou noção da trajetória...
Ao voltar, encontrei deserto,
O espaço que era meu... em nossa história.
As paginas, o vento arrancou...
As memórias, se perderam no espaço...
Somente uma coisa me restou:
O recordar, passo a passo.
Recomeçar, sem ter-te ao lado...
Revigorar o meu cansaço...
Colar o coração... estraçalhado...
Reconhecer meu real fracasso!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Demente: Liberto Assumido
Gostaria de saber a verdade,
Sobre a palavra liberdade...
Muitos poetas, já a usaram,
Mas seu significado... não mostraram.
Estou certo que alguém, algum dia,
Fará...com ela ... poesia.
Castro Alves, talvez seja o poeta,
Que mais próximo chegou da porta aberta.
Cabe a nós, homens desta geração,
Mostrar, ao mundo nossa ilusão.
Eu, no pouco que sei, não me iludo,
E, sobre a liberdade, permaneço mudo.
Pois penso que ela é diferente,
Em relação a cada ser vivente.
E o homem, em sua supremacia,
Só sabe dela, o que lê em poesia.
Pois ninguém é liberto totalmente...
Só quem possui a liberdade é o demente.
Ele não presta contas a ninguém ,
Ele não se aborrece pôr alguém,
Nada dele é exigido,
Ele sim, é liberto assumido.
Não tem horário, a cumprir,
Ninguém o pode oprimir.
Ele nunca terá consciência,
Ele nunca terá sua penitencia.
Mas será esta a liberdade?
Será o fugir da dura realidade?
Não sei... mas acho que estou certo:
O demente é o único... ser liberto.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Sobre a palavra liberdade...
Muitos poetas, já a usaram,
Mas seu significado... não mostraram.
Estou certo que alguém, algum dia,
Fará...com ela ... poesia.
Castro Alves, talvez seja o poeta,
Que mais próximo chegou da porta aberta.
Cabe a nós, homens desta geração,
Mostrar, ao mundo nossa ilusão.
Eu, no pouco que sei, não me iludo,
E, sobre a liberdade, permaneço mudo.
Pois penso que ela é diferente,
Em relação a cada ser vivente.
E o homem, em sua supremacia,
Só sabe dela, o que lê em poesia.
Pois ninguém é liberto totalmente...
Só quem possui a liberdade é o demente.
Ele não presta contas a ninguém ,
Ele não se aborrece pôr alguém,
Nada dele é exigido,
Ele sim, é liberto assumido.
Não tem horário, a cumprir,
Ninguém o pode oprimir.
Ele nunca terá consciência,
Ele nunca terá sua penitencia.
Mas será esta a liberdade?
Será o fugir da dura realidade?
Não sei... mas acho que estou certo:
O demente é o único... ser liberto.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Del
Fumando meu cigarro. Nesta noite escura e fria,
Pense em você e sem saber, sinto melancolia.
É como voltar no tempo... no passado,
E descobri que nada está mudado.
Ainda pense em você... parece sina,
Não consigo esquecer-te, doce Delfina
O beijo que te dei, em teu portão,
Eu recordo sempre... sempre... com emoção.
E se você voltasse agora, para meu lado,
A vida seria diferente... do que foi no passado.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Pense em você e sem saber, sinto melancolia.
É como voltar no tempo... no passado,
E descobri que nada está mudado.
Ainda pense em você... parece sina,
Não consigo esquecer-te, doce Delfina
O beijo que te dei, em teu portão,
Eu recordo sempre... sempre... com emoção.
E se você voltasse agora, para meu lado,
A vida seria diferente... do que foi no passado.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Deixem
Deixem as caravanas passarem,
Deixem os cães latirem
Deixem os jovens se amarem
Deixem os hipócritas mentirem
Pois nada se leve dessa vida
Ninguém fica para semente
Todos teremos nossa despedida
Vivamos pois eternamente.
Amem, amem como nunca amaram
Vivam, como se fosse o último dia
Pois os nossos antepassados nos deixaram
Um mundo repleto de amor e alegria.
Desfrutem tudo que têm direito
Com amor, com liberdade
Que caia, pôr terra, o preconceito
Para que encontremos a felicidade.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Deixem os cães latirem
Deixem os jovens se amarem
Deixem os hipócritas mentirem
Pois nada se leve dessa vida
Ninguém fica para semente
Todos teremos nossa despedida
Vivamos pois eternamente.
Amem, amem como nunca amaram
Vivam, como se fosse o último dia
Pois os nossos antepassados nos deixaram
Um mundo repleto de amor e alegria.
Desfrutem tudo que têm direito
Com amor, com liberdade
Que caia, pôr terra, o preconceito
Para que encontremos a felicidade.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Deixem O Poeta Sonhar...
Como posso acreditar no sentir de agora,
Depois de tantas ilusões... tantos amores?
Como posso partir em busca de nova aurora,
Se ainda estou preso aos meus temores?
Depois de tantas ilusões, pelas quais passei,
Depois de todas as donzelas que amei,
Será que ainda posso ter esperanças,
Ou será que só me restam falsas lembranças?
Este poeta esta cansado, triste , solitário,
E ainda crê no seu sonho imaginário...
Um sonho de amor, nunca realizado...
Talvez um sonho louco de alguém desesperado.
Mas deixem que o poeta possa sonhar,
Pois, assim será difícil ele se magoar...
A ninguém, poderá ferir seu sonho louco...
Só o poeta , que se ferirá ... mas será pouco.
Sonhar, já diziam antigamente: faz bem a alma...
E um sonho de amor, por mais incerto, sempre acalma...
Por isso deixem, deixem que o poeta possa sonhar,
Um solitário, tem que ter no que pensar...
Ele não poderá, sonhando ferir ninguém...
Pois o poeta esta só... só e sem ter ninguém...
Não há musas, ao seu lado, para ampara-lo...
Deixem que o poeta tenha seu sonhar... para acalma-lo.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Depois de tantas ilusões... tantos amores?
Como posso partir em busca de nova aurora,
Se ainda estou preso aos meus temores?
Depois de tantas ilusões, pelas quais passei,
Depois de todas as donzelas que amei,
Será que ainda posso ter esperanças,
Ou será que só me restam falsas lembranças?
Este poeta esta cansado, triste , solitário,
E ainda crê no seu sonho imaginário...
Um sonho de amor, nunca realizado...
Talvez um sonho louco de alguém desesperado.
Mas deixem que o poeta possa sonhar,
Pois, assim será difícil ele se magoar...
A ninguém, poderá ferir seu sonho louco...
Só o poeta , que se ferirá ... mas será pouco.
Sonhar, já diziam antigamente: faz bem a alma...
E um sonho de amor, por mais incerto, sempre acalma...
Por isso deixem, deixem que o poeta possa sonhar,
Um solitário, tem que ter no que pensar...
Ele não poderá, sonhando ferir ninguém...
Pois o poeta esta só... só e sem ter ninguém...
Não há musas, ao seu lado, para ampara-lo...
Deixem que o poeta tenha seu sonhar... para acalma-lo.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Deixem De Ser Apaixonados. ( outra carta de amor ).
Toda vez que penso em nosso amor, me entristeço,
Pois fui vitima de uma armadilha que não mereço.
Não é que eu me ache melhor nem mais galante,
Mas é que sem duvida eu sou mais inconstante.
Não vejo explicação para o acontecido,
E, na ânsia de procurar, me vi perdido,
Não há motivos aparentes para meu fracasso,
A não ser quem sabe, o meu próprio cansaço.
Um cansaço provocado pela insônia, pelo desamor,
Mas talvez a causa disto tudo seja meu pavor.
Um pavor sem explicação sem coerência,
Um pavor que domina minha consciência.
E deste domínio cruel é inevitável,
Nasceu nossa paixão incontrolavel.
Hoje o amor já não existe mais o medo continua,
Hoje,minha paixão não deixou se ser sua.
Mudaram-se as regras: é outra a jogada,
É uma nova noite sem duvida uma nova madrugada.
Não haverá a chuva fina, á molhar-me a face,
Nossa união chegou a encruzilhada: ao empasse.
Não tenho nova paixão; nisto levas vantagem,
Mas chequei a um ponto que não me compras com chantagem.
Esqueça de meu nome meu endereço, tudo que é meu,
E partas em busca da felicidade se é que já não a perdeu.
Já não há mais nada entre nós, tudo acabou,
Nem mesmo a fiel saudade nos restou.
Se te amei um dia bem depressa quero esquecer,
E espero, enquanto vivo ser sorteado e não mais te ver.
Gostaria de apenas dar-te um ultimo recado:
Deixe-me, lhe peço viver bem longe socegado,
Sem ter que ouvir as estórias de teus amores,
Sem ter que recordar minhas angustias, meus temores,
Vá para onde quiser, mas que seja longe de mim,
Não quero que presencies o meu meigo e triste fim.
Acabarei solitário, triste , e amargurado,
Mas de uma coisa é certa: deixei de ser apaixonado.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Pois fui vitima de uma armadilha que não mereço.
Não é que eu me ache melhor nem mais galante,
Mas é que sem duvida eu sou mais inconstante.
Não vejo explicação para o acontecido,
E, na ânsia de procurar, me vi perdido,
Não há motivos aparentes para meu fracasso,
A não ser quem sabe, o meu próprio cansaço.
Um cansaço provocado pela insônia, pelo desamor,
Mas talvez a causa disto tudo seja meu pavor.
Um pavor sem explicação sem coerência,
Um pavor que domina minha consciência.
E deste domínio cruel é inevitável,
Nasceu nossa paixão incontrolavel.
Hoje o amor já não existe mais o medo continua,
Hoje,minha paixão não deixou se ser sua.
Mudaram-se as regras: é outra a jogada,
É uma nova noite sem duvida uma nova madrugada.
Não haverá a chuva fina, á molhar-me a face,
Nossa união chegou a encruzilhada: ao empasse.
Não tenho nova paixão; nisto levas vantagem,
Mas chequei a um ponto que não me compras com chantagem.
Esqueça de meu nome meu endereço, tudo que é meu,
E partas em busca da felicidade se é que já não a perdeu.
Já não há mais nada entre nós, tudo acabou,
Nem mesmo a fiel saudade nos restou.
Se te amei um dia bem depressa quero esquecer,
E espero, enquanto vivo ser sorteado e não mais te ver.
Gostaria de apenas dar-te um ultimo recado:
Deixe-me, lhe peço viver bem longe socegado,
Sem ter que ouvir as estórias de teus amores,
Sem ter que recordar minhas angustias, meus temores,
Vá para onde quiser, mas que seja longe de mim,
Não quero que presencies o meu meigo e triste fim.
Acabarei solitário, triste , e amargurado,
Mas de uma coisa é certa: deixei de ser apaixonado.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Deixa O Tempo Passar
Sim , eu entendo o que aconteceu
E até posso dar-te o meu perdão
Mas nunca mais terás o amor meu
Pois eu o sufoquei, com a minha solidão
Se algo meu, ainda pensas querer
Penso que o amor, não conseguirás
Pois já faz tempo, que consegui te esquecer
E penso que sem ele, para sempre ficarás
Nada espere deste amor abandonado
Pois nada terás, além da amizade
É que este coração, enamorado
Conheceu, em ti, a felicidade
É pena, mais é assim que tem que ser
Nada poderá mudar o meu pensar
Foi duro e difícil te esquecer
Mas agora o amor não quer voltar
Não te quero mal, tenha a certeza
Mas a verdade é que já te amei
Mas quando penso em ti, sinto frieza
Talvez seja um castigo, eu não sei
Você não soube respeitar o que sentia
Usou e abusou de minha paciência
Agora, aquele amor, virou fantasia
Ou apenas um recordar da consciência.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
E até posso dar-te o meu perdão
Mas nunca mais terás o amor meu
Pois eu o sufoquei, com a minha solidão
Se algo meu, ainda pensas querer
Penso que o amor, não conseguirás
Pois já faz tempo, que consegui te esquecer
E penso que sem ele, para sempre ficarás
Nada espere deste amor abandonado
Pois nada terás, além da amizade
É que este coração, enamorado
Conheceu, em ti, a felicidade
É pena, mais é assim que tem que ser
Nada poderá mudar o meu pensar
Foi duro e difícil te esquecer
Mas agora o amor não quer voltar
Não te quero mal, tenha a certeza
Mas a verdade é que já te amei
Mas quando penso em ti, sinto frieza
Talvez seja um castigo, eu não sei
Você não soube respeitar o que sentia
Usou e abusou de minha paciência
Agora, aquele amor, virou fantasia
Ou apenas um recordar da consciência.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Definição
Escrever, foi sempre o meu forte
Talvez por azar ou sorte
Nunca pude falar francamente
Mas com a pena na mão
Descarrego minha emoção
E desabafo, livremente
Este talvez seja o caminho
Para me livrar do espinho
Que a vida me reservou
Ninguém escreve como eu
O próprio estilo, é todo meu
Ninguém na vida me ensinou
E cada letra, que cai ao papel
Para mim, são gotas de mel
Que extraio do coração
Cada frase, tem seu valor
Seja de alegria ou dor
Ou apenas pura ilusão.
Talvez eu esteja errado
Em deixar o lápis cansado
Dizer tudo por mim
Mas é assim que encaro a vida
Serei assim, na despedida
Assim serei, até o fim
Com lapiseira e grafite
Escrevo, sem ter limite
Passo o dia, a noite, a vida
Cada verso, sai, simplesmente
Sem dar esforço á mente
A poesia, é minha querida
O verso, traz-me á lembrança
O bom tempo de criança
O soneto, me traz coragem
Para decifrar a mensagem
A rima, me dá o começo
Para descobrir o que não conheço
E a cada ponto do infinito
A mente me diz:Solta teu grito
Mas é difícil gritar
É mais fácil comunicar
A vida me ensinou
Que o mundo, não parou
A poesia tem seu lugar
E quanto ao grito derradeiro
Quero vive-lo primeiro
E quando tiver que gritar
Gritarei, sem excitar
Pois saberei a diferença
Entre a vitória e a recompensa
Pois saberei a diferença
Entre e a recompensa
Pois tudo tem seu final,
Tudo acaba, bem ou mal.
É pena não se poder ver
As coisas belas, acontecer
Como o nascer de uma flor
Ou o morrer, de um grande amor
A vida tem sua beleza
Como o lírio sua nobreza
E isto não irá mudar
O sol vai sempre brilhar
E em cada novo dia, ao nascer
Teremos algo novo a aprender
E neste constante aprendizado
O mundo será mudado
Pôr isso que vivo o presente
Pois o amanhã, será diferente
Talvez eu morra, ao amanhecer
Talvez o lírio, não vingue, ao nascer
Talvez seja um dia chuvoso
Talvez eu acorde nervoso
Pôr isso é que vivo o presente
Sou cauteloso e prudente
Pois o futuro, ninguém garante
Só no hoje, sou confiante
A vida é para ser conquistada
Não nasceu, para ser sonhada
E quem pensa no futuro, envelhece
E entre sonhos e ilusões,até de viver esquece
Não acredito no amor
Não castigo uma pobre flor
Sou a favor da liberdade
Detesto a falsidade
É assim que penso ser
Será assim que irei morrer
Pois a morte, é só o começo
Espero morrer, para conhecer o que não conheço
Queria ser um pássaro e poder voar
Queria poder, livremente amar
Queria poder acabar com a tristeza
Ver o mundo e freqüentar a realeza
Talvez eu queira demais
Mas seria tão bom sermos todos iguais
Poder dormir de janelas aberta
Poder gritar: Sou um poeta!
Se caso eu voltar a me apaixonar,
Acredite, não irei confessar
Sinto o frescor da manhã
Tenho corpo forte e mente sã
Mas nem tudo que sonhamos acontece
E pouca coisa do que sofremos se esquece
Pôr isso é que o mundo tem que mudar
Pôr isso é que a vida não pode parar
Cada dia tem seu lamento
E cada ser, seu sofrimento
O despertar de uma amargura
Faz com que a solidão seja mais pura
Pôr tudo isso, vivo o presente
Encaro a vida de frente
Não procuro me enganar
Pois sei que o mundo irá mudar
E eu espero esta mudança
Com força, orgulho e confiança
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Talvez por azar ou sorte
Nunca pude falar francamente
Mas com a pena na mão
Descarrego minha emoção
E desabafo, livremente
Este talvez seja o caminho
Para me livrar do espinho
Que a vida me reservou
Ninguém escreve como eu
O próprio estilo, é todo meu
Ninguém na vida me ensinou
E cada letra, que cai ao papel
Para mim, são gotas de mel
Que extraio do coração
Cada frase, tem seu valor
Seja de alegria ou dor
Ou apenas pura ilusão.
Talvez eu esteja errado
Em deixar o lápis cansado
Dizer tudo por mim
Mas é assim que encaro a vida
Serei assim, na despedida
Assim serei, até o fim
Com lapiseira e grafite
Escrevo, sem ter limite
Passo o dia, a noite, a vida
Cada verso, sai, simplesmente
Sem dar esforço á mente
A poesia, é minha querida
O verso, traz-me á lembrança
O bom tempo de criança
O soneto, me traz coragem
Para decifrar a mensagem
A rima, me dá o começo
Para descobrir o que não conheço
E a cada ponto do infinito
A mente me diz:Solta teu grito
Mas é difícil gritar
É mais fácil comunicar
A vida me ensinou
Que o mundo, não parou
A poesia tem seu lugar
E quanto ao grito derradeiro
Quero vive-lo primeiro
E quando tiver que gritar
Gritarei, sem excitar
Pois saberei a diferença
Entre a vitória e a recompensa
Pois saberei a diferença
Entre e a recompensa
Pois tudo tem seu final,
Tudo acaba, bem ou mal.
É pena não se poder ver
As coisas belas, acontecer
Como o nascer de uma flor
Ou o morrer, de um grande amor
A vida tem sua beleza
Como o lírio sua nobreza
E isto não irá mudar
O sol vai sempre brilhar
E em cada novo dia, ao nascer
Teremos algo novo a aprender
E neste constante aprendizado
O mundo será mudado
Pôr isso que vivo o presente
Pois o amanhã, será diferente
Talvez eu morra, ao amanhecer
Talvez o lírio, não vingue, ao nascer
Talvez seja um dia chuvoso
Talvez eu acorde nervoso
Pôr isso é que vivo o presente
Sou cauteloso e prudente
Pois o futuro, ninguém garante
Só no hoje, sou confiante
A vida é para ser conquistada
Não nasceu, para ser sonhada
E quem pensa no futuro, envelhece
E entre sonhos e ilusões,até de viver esquece
Não acredito no amor
Não castigo uma pobre flor
Sou a favor da liberdade
Detesto a falsidade
É assim que penso ser
Será assim que irei morrer
Pois a morte, é só o começo
Espero morrer, para conhecer o que não conheço
Queria ser um pássaro e poder voar
Queria poder, livremente amar
Queria poder acabar com a tristeza
Ver o mundo e freqüentar a realeza
Talvez eu queira demais
Mas seria tão bom sermos todos iguais
Poder dormir de janelas aberta
Poder gritar: Sou um poeta!
Se caso eu voltar a me apaixonar,
Acredite, não irei confessar
Sinto o frescor da manhã
Tenho corpo forte e mente sã
Mas nem tudo que sonhamos acontece
E pouca coisa do que sofremos se esquece
Pôr isso é que o mundo tem que mudar
Pôr isso é que a vida não pode parar
Cada dia tem seu lamento
E cada ser, seu sofrimento
O despertar de uma amargura
Faz com que a solidão seja mais pura
Pôr tudo isso, vivo o presente
Encaro a vida de frente
Não procuro me enganar
Pois sei que o mundo irá mudar
E eu espero esta mudança
Com força, orgulho e confiança
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Dedicatória
Sinto, perto de ti , algo inexplicável, no dizer comum.
Sinto, ao teu lado, o bater mais rápido do coração...
Perto de ti seu pouco... seu nada... nem seu um,
Sou, e tão somente, a sustentáculo de minha emoção.
Perto de você, beleza pura,
Me tornei completa e onipresente...
És, em excência, o bálsamo da cura,
És o bálsamo magico... que torna gente.
Sem ter ao alcance de meu olhar,
Teu rosto suave, mesmo não sendo meu,
Parece que consigo nem pensar,
Parece que meu coração... já é só seu.
Loucura este pensar... mas o que importa?
Nada fica, além da morte... nada.
O desejo acaba, ao cruzar a porta,
É com o sol... ao fim da madrugada.
Desculpe a franqueza... desculpe tudo,
Desculpe o poeta... perdoe o poema,
Mas acho que o melhor é ficar mudo...
Tendo apenas a tu, musa, como tema.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Sinto, ao teu lado, o bater mais rápido do coração...
Perto de ti seu pouco... seu nada... nem seu um,
Sou, e tão somente, a sustentáculo de minha emoção.
Perto de você, beleza pura,
Me tornei completa e onipresente...
És, em excência, o bálsamo da cura,
És o bálsamo magico... que torna gente.
Sem ter ao alcance de meu olhar,
Teu rosto suave, mesmo não sendo meu,
Parece que consigo nem pensar,
Parece que meu coração... já é só seu.
Loucura este pensar... mas o que importa?
Nada fica, além da morte... nada.
O desejo acaba, ao cruzar a porta,
É com o sol... ao fim da madrugada.
Desculpe a franqueza... desculpe tudo,
Desculpe o poeta... perdoe o poema,
Mas acho que o melhor é ficar mudo...
Tendo apenas a tu, musa, como tema.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Dê O Tempo Certo
“eu ainda não sei se, ao te ver, sinto alegria,
ou se este meu sentir é gratuita antipatia
sinceramente, ainda não há definição,
se, por ti, sinto amor ou inibição
gostaria de poder declarar que te amo,
mas ainda não sei se, de amor, te chamo
tenho duvidas sobre o sentir, isto é correto,
pois ainda não há provas do afeto
mas também o que querias tu, beldade?
não fazem nem dez horas, nossa amizade!
eu não sou aquele que logo ama,
mas também não tento levar alguém logo á cama
para amar..... eu tenho que conhecer.....
para deitar..... eu tenho que enviar
de o tempo certo..... saiba esperar,
e teu sonho, irá se concretizar.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
ou se este meu sentir é gratuita antipatia
sinceramente, ainda não há definição,
se, por ti, sinto amor ou inibição
gostaria de poder declarar que te amo,
mas ainda não sei se, de amor, te chamo
tenho duvidas sobre o sentir, isto é correto,
pois ainda não há provas do afeto
mas também o que querias tu, beldade?
não fazem nem dez horas, nossa amizade!
eu não sou aquele que logo ama,
mas também não tento levar alguém logo á cama
para amar..... eu tenho que conhecer.....
para deitar..... eu tenho que enviar
de o tempo certo..... saiba esperar,
e teu sonho, irá se concretizar.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
De Caridade
Não passo de um poeta fracassado,
Que não, pelo mundo, foi deixado de lado,
E, com poemas, abrando a solidão.
Nada tenho, que me possa gabar...
Meus poemas ainda estarão pôr editar...
E nem revolta , posso ter no coração.
O que mais queria, que era o amor, perdi...
Lembranças, desse amor, já esqueci...
Nada me restou, humildemente confesso.
Só me resta o orgulho, que há de matar,
Mas, antes disso, quero te olhar,
É a única coisa concreta que te peço.
Deixe-me olhá-la pôr um instante...
Deixe-me recordar o teu semblante...
Depois morrerei... com tranqüilidade.
É justo, omeu pedido, não é?
Para ti, será um ato de fé...
Ou, devo dizer, ... DE CARIDADE!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que não, pelo mundo, foi deixado de lado,
E, com poemas, abrando a solidão.
Nada tenho, que me possa gabar...
Meus poemas ainda estarão pôr editar...
E nem revolta , posso ter no coração.
O que mais queria, que era o amor, perdi...
Lembranças, desse amor, já esqueci...
Nada me restou, humildemente confesso.
Só me resta o orgulho, que há de matar,
Mas, antes disso, quero te olhar,
É a única coisa concreta que te peço.
Deixe-me olhá-la pôr um instante...
Deixe-me recordar o teu semblante...
Depois morrerei... com tranqüilidade.
É justo, omeu pedido, não é?
Para ti, será um ato de fé...
Ou, devo dizer, ... DE CARIDADE!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Curto...Mais Verdadeiro
Saudade... você me mata:
Amante... tu és ingrata;
Orgulho... deixe-me só;
Amor... tenho-te dó.
Quando desejei-te, minha querida...
Quantos carinhos, te dediquei...
Hoje, na despedida,
Descubro que, sozinho, amei:
Esperanças, jogadas ao vento,
Promessas, deixadas no ar...
Sonhos, perdidos no firmamento,
Amor, cansado de esperar:
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amante... tu és ingrata;
Orgulho... deixe-me só;
Amor... tenho-te dó.
Quando desejei-te, minha querida...
Quantos carinhos, te dediquei...
Hoje, na despedida,
Descubro que, sozinho, amei:
Esperanças, jogadas ao vento,
Promessas, deixadas no ar...
Sonhos, perdidos no firmamento,
Amor, cansado de esperar:
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Curtíssimo
Quando o querer retorna,
Sem ser chamado...
Trazendo em regresso
Velha paixão...
O sentir revolta-se,
Como que magoado...
Pedindo... em berros...
Explicação...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Sem ser chamado...
Trazendo em regresso
Velha paixão...
O sentir revolta-se,
Como que magoado...
Pedindo... em berros...
Explicação...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Cubatão
O ouro, em ti, se refina...
És de muitos, a fonte de água e luz...
Tua gente, simplicidade ensina...
Ao pé da Serra, tens o sinal da Cruz...
Em ti nasci, há tempos passados,
Tempo de bananais... fartura...
Em teu solo fui eu criado,
Recebendo dos teus, candura...
Cresci, virei cidadão,
Fui pra longe, mas o coração
Ficou ao pé da Serra... ardendo...
Você também cresceu, virou Império,
Enterrou como eu, pedaços no cemitério,
Mas não te curvastes... continuas crescendo...
A cada dia vejo-te mais bonita,
E parece que meu coração grita,
Pedaços de teu Hino... Tua canção...
Em cada minuto da vida,
Parece que não esqueço da querida,
Cidade amada... minha, Cubatão !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
És de muitos, a fonte de água e luz...
Tua gente, simplicidade ensina...
Ao pé da Serra, tens o sinal da Cruz...
Em ti nasci, há tempos passados,
Tempo de bananais... fartura...
Em teu solo fui eu criado,
Recebendo dos teus, candura...
Cresci, virei cidadão,
Fui pra longe, mas o coração
Ficou ao pé da Serra... ardendo...
Você também cresceu, virou Império,
Enterrou como eu, pedaços no cemitério,
Mas não te curvastes... continuas crescendo...
A cada dia vejo-te mais bonita,
E parece que meu coração grita,
Pedaços de teu Hino... Tua canção...
Em cada minuto da vida,
Parece que não esqueço da querida,
Cidade amada... minha, Cubatão !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Cruel Verdade
Quando algo se quer dizer,
Temos que, do coração, esquecer,
E fazer frente a verdade.
Nunca podemos dizer,
A verdade, sem esquecer,
Que é ela, quem mantém a amizade.
E pensando na amizade,
Que escondo-lhe a verdade,
Poupando-lhe profunda dor.
Nem tudo esta perdido,
Pois este amor, mesmo ferido,
Ainda mantém seu vigor.
E é em nome deste amor,
Que nasceu, como um flor,
Que lhe peço o teu perdão.
Perdão pôr ter te mentido,
E pôr ter, eu, esquecido,
Que tu também tem coração.
A pura realidade.
É que, em nome da amizade,
Fui falso, dando-lhe ilusões...
Agora me vejo obrigado,
A ser, contigo, indelicado,
Deixando-te, sem explicações!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Temos que, do coração, esquecer,
E fazer frente a verdade.
Nunca podemos dizer,
A verdade, sem esquecer,
Que é ela, quem mantém a amizade.
E pensando na amizade,
Que escondo-lhe a verdade,
Poupando-lhe profunda dor.
Nem tudo esta perdido,
Pois este amor, mesmo ferido,
Ainda mantém seu vigor.
E é em nome deste amor,
Que nasceu, como um flor,
Que lhe peço o teu perdão.
Perdão pôr ter te mentido,
E pôr ter, eu, esquecido,
Que tu também tem coração.
A pura realidade.
É que, em nome da amizade,
Fui falso, dando-lhe ilusões...
Agora me vejo obrigado,
A ser, contigo, indelicado,
Deixando-te, sem explicações!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Crepúsculo
Aos senhores do mundo piedade...
Nada mais posso pedir...
Pois negamos, a nos mesmos, a liberdade,
E, sem ela, não podemos prosseguir.
Sabemos que, no final, a morte é a certeza...
Sabemos que os inocentes irão pagar...
Sabemos que quem manda, no mundo, é a nobreza,
Sabemos que é a hora certa de rezar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Nada mais posso pedir...
Pois negamos, a nos mesmos, a liberdade,
E, sem ela, não podemos prosseguir.
Sabemos que, no final, a morte é a certeza...
Sabemos que os inocentes irão pagar...
Sabemos que quem manda, no mundo, é a nobreza,
Sabemos que é a hora certa de rezar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Coragem
“Coragem para poder amar.....
Sem sofrer.... sem chorar.....
Sem ter que mentir......
Sem ter que desistir.
Coragem para dizer verdade......
Sem se preocupar com a saudade.
Coragem..... foi o que faltou......
Por isso meu amor se acabou.
O palco, para mim, caiu.....
E o futuro, de mim, fugiu.
Poucos momentos.... foram os meus:
Espero serem longos..... os teus,
Pois coragem tu tens de sobra,
Para completares tua obra.
Use teu amor com sabedoria,
E, com ele, só terás alegria.
Olhe teu amor com o coração.....
Não procure nova ilusão.
Tenha a coragem como escudo,
E verás como não me iludo,
Quando digo que conseguirás....
Quando te falo que amarás.
Não sei se estarei ao teu lado,
Mas sei que serás um bom soldado,
Pois darás, a ti mesmo, o teu valor,
Ao defender, condignamente, o teu amor,
Pois tua coragem te manterá em pé,
Será a coragem... a tua boa fé.
Nunca saias do caminho escolhido,
Pois não há amor que não seja doido.
Tenha coragem..... tenha confiança,
E tenhas sempre o amor na lembrança,
Pois ele te ajudará a vencer,
Os perigos que terás que combater.
Não é fácil a caminhada,
Não é pequena a jornada,
Mas com coragem...... determinação,
Vencerás a tua solidão.
Tenha orgulho de teu caminho,
Mesmo encontrando espinho,
Pois se não tiveres que lutar,
Será sem valor o teu amor.
Não, pense no sofrimento.....
Não recordo o teu lamento.....
Pense no amor conquistado,
E no quanto estais apaixonado.”
autor: Carlos Aolberto Lopes
escritor@uol.com.br
Sem sofrer.... sem chorar.....
Sem ter que mentir......
Sem ter que desistir.
Coragem para dizer verdade......
Sem se preocupar com a saudade.
Coragem..... foi o que faltou......
Por isso meu amor se acabou.
O palco, para mim, caiu.....
E o futuro, de mim, fugiu.
Poucos momentos.... foram os meus:
Espero serem longos..... os teus,
Pois coragem tu tens de sobra,
Para completares tua obra.
Use teu amor com sabedoria,
E, com ele, só terás alegria.
Olhe teu amor com o coração.....
Não procure nova ilusão.
Tenha a coragem como escudo,
E verás como não me iludo,
Quando digo que conseguirás....
Quando te falo que amarás.
Não sei se estarei ao teu lado,
Mas sei que serás um bom soldado,
Pois darás, a ti mesmo, o teu valor,
Ao defender, condignamente, o teu amor,
Pois tua coragem te manterá em pé,
Será a coragem... a tua boa fé.
Nunca saias do caminho escolhido,
Pois não há amor que não seja doido.
Tenha coragem..... tenha confiança,
E tenhas sempre o amor na lembrança,
Pois ele te ajudará a vencer,
Os perigos que terás que combater.
Não é fácil a caminhada,
Não é pequena a jornada,
Mas com coragem...... determinação,
Vencerás a tua solidão.
Tenha orgulho de teu caminho,
Mesmo encontrando espinho,
Pois se não tiveres que lutar,
Será sem valor o teu amor.
Não, pense no sofrimento.....
Não recordo o teu lamento.....
Pense no amor conquistado,
E no quanto estais apaixonado.”
autor: Carlos Aolberto Lopes
escritor@uol.com.br
Conhecimento
Sim, conheço meus defeitos,
Como conheço meus direitos,
Minhas duvidas e limitações!
Preocupo-me com o amor que sinto...
Ás vezes tento evita-lo... e minto,
Tentando sufocar as emoções!
Entre as emoções sentidas,
Estão as ilusões perdidas,
No correr do tempo... no espaço!
Cansei-me de ser como gente,
Diante do saber, quase importante,
Que tive que suportar, passo a passo!
Se o viver é mais que loucura,
Ei reflito sobre a candura,
Que eu tinha, no passado!
Revejo meus bons momentos,
Analiso meus sentimentos,
E me sinto como que magoado!
A magoa, pôr mim sentida,
É uma pancada adormecida,
Que penso sentir, diariamente...
Não sei se sou solitário,
Nem sei mesmo se sou otário...
Mas de uma coisa sei... Sou mais que gente!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Como conheço meus direitos,
Minhas duvidas e limitações!
Preocupo-me com o amor que sinto...
Ás vezes tento evita-lo... e minto,
Tentando sufocar as emoções!
Entre as emoções sentidas,
Estão as ilusões perdidas,
No correr do tempo... no espaço!
Cansei-me de ser como gente,
Diante do saber, quase importante,
Que tive que suportar, passo a passo!
Se o viver é mais que loucura,
Ei reflito sobre a candura,
Que eu tinha, no passado!
Revejo meus bons momentos,
Analiso meus sentimentos,
E me sinto como que magoado!
A magoa, pôr mim sentida,
É uma pancada adormecida,
Que penso sentir, diariamente...
Não sei se sou solitário,
Nem sei mesmo se sou otário...
Mas de uma coisa sei... Sou mais que gente!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Conflitos D'Alma
Na praia deserta, serena,
Revivo minha paixões, cena por cena,
Tentando do encontrar o caminho,
Pelo qual posso seguir sozinho.
E nesta solidao, cruel e infinita,
Escuto só a voz do mar, que grita.
Mas não é para mim, este seu gritar.
É apenas um desabafo do solitário mar.
Na praia deserta, permanece.
Das solidões, do mundo me esqueço.
Só tua voz, amor, é que escuto,
E, contra a minha solidao, eu luto.
Procuro reencontrar a paixão perdida.
Aquela que me faria voltar a vida.
Mas só a voz da consciência, é escutada
E ela me diz: - volta para tua amada.
Mas o valor é difícil e eu bem sei,
Pois foi angustiante o grande amor, que já deixei
Para voltar, teria que pedir perdão,
Pelos erros cometidos, pela ilusão.
Não sei se seria o certo, retornar,
A um coração que não exilei em magoar.
Será que receberei o seu perdão,
Ou será que já morreu aquela paixão?
Estas são as duvidas, que me atormentam a alma
Por isso estou na praia, serena, deserta, calma,
Procurando achar o caminho, a solidao,
Para acabar de vez, com esta minha solidao.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Revivo minha paixões, cena por cena,
Tentando do encontrar o caminho,
Pelo qual posso seguir sozinho.
E nesta solidao, cruel e infinita,
Escuto só a voz do mar, que grita.
Mas não é para mim, este seu gritar.
É apenas um desabafo do solitário mar.
Na praia deserta, permanece.
Das solidões, do mundo me esqueço.
Só tua voz, amor, é que escuto,
E, contra a minha solidao, eu luto.
Procuro reencontrar a paixão perdida.
Aquela que me faria voltar a vida.
Mas só a voz da consciência, é escutada
E ela me diz: - volta para tua amada.
Mas o valor é difícil e eu bem sei,
Pois foi angustiante o grande amor, que já deixei
Para voltar, teria que pedir perdão,
Pelos erros cometidos, pela ilusão.
Não sei se seria o certo, retornar,
A um coração que não exilei em magoar.
Será que receberei o seu perdão,
Ou será que já morreu aquela paixão?
Estas são as duvidas, que me atormentam a alma
Por isso estou na praia, serena, deserta, calma,
Procurando achar o caminho, a solidao,
Para acabar de vez, com esta minha solidao.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Confiar Eu Quero
Confiar em ti, é meu desejo,
Pois quero confiar em teu beijo,
Quero crer no Condor...
Quero lhe ter confiança,
Quero sentir a esperança,
Quero viver, longe da dor...
Quero querer querendo,
Quero ver, o que não estou vendo,
Sentir o que não estou sentindo...
Quero a prova concreta,
Para poder não estar alerta,
Pensando, que me estais mentindo...
Como posso não duvidar,
De tudo... até de teu falar,
Se as coisa vêm acontecendo?
Como posso ter certeza,
Se não vejo em ti, a nobreza,
Só minha angústia crescendo?
Onde está o Estado Novo???
Que é feito do Governo com o povo???
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Pois quero confiar em teu beijo,
Quero crer no Condor...
Quero lhe ter confiança,
Quero sentir a esperança,
Quero viver, longe da dor...
Quero querer querendo,
Quero ver, o que não estou vendo,
Sentir o que não estou sentindo...
Quero a prova concreta,
Para poder não estar alerta,
Pensando, que me estais mentindo...
Como posso não duvidar,
De tudo... até de teu falar,
Se as coisa vêm acontecendo?
Como posso ter certeza,
Se não vejo em ti, a nobreza,
Só minha angústia crescendo?
Onde está o Estado Novo???
Que é feito do Governo com o povo???
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Confesso.
Como posso parar,
de, em você, pensar,
se não consigo deixar,
de, loucamente, te amar?
Este amor, que sinto agora,
é mais forte, mais resistente.
É bem melhor que o de outrota,
Sinto que este é diferente.
É mais real, mais importante,
talvez ele seja mais cauteloso.
Talvez ele seja mais confiante,
talvez ele seja mais doloroso.
Mas não importa o que sinto,
se você não está ao meu lado.
Não me importa a própria vida,
se meu amor, morre, sufocado.
Sufocado pela paixão,
que não me deixa pensar.
É um fim de emoçao,
que não posso evitar.
É como perder a vida,
é como o fim de uma existência.
É como uma loucura consciente,
é como o perder da consciência.
Adeus amor, até um dia,
no futuro que o destino nos reservou.
Mas não esqueça, minha querida,
que este poeta, sempre e sempre, te amou.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
de, em você, pensar,
se não consigo deixar,
de, loucamente, te amar?
Este amor, que sinto agora,
é mais forte, mais resistente.
É bem melhor que o de outrota,
Sinto que este é diferente.
É mais real, mais importante,
talvez ele seja mais cauteloso.
Talvez ele seja mais confiante,
talvez ele seja mais doloroso.
Mas não importa o que sinto,
se você não está ao meu lado.
Não me importa a própria vida,
se meu amor, morre, sufocado.
Sufocado pela paixão,
que não me deixa pensar.
É um fim de emoçao,
que não posso evitar.
É como perder a vida,
é como o fim de uma existência.
É como uma loucura consciente,
é como o perder da consciência.
Adeus amor, até um dia,
no futuro que o destino nos reservou.
Mas não esqueça, minha querida,
que este poeta, sempre e sempre, te amou.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Como Um Rato...
Quis um dia, o que não posso Ter...
Quis uma família, acabei solteiro...
Hoje, neste meu refugio por querer,
Sinto-me criminoso, por fugir,
Do querer que quis, sem insistir,
Fugindo, como rato, em bueiro...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Quis uma família, acabei solteiro...
Hoje, neste meu refugio por querer,
Sinto-me criminoso, por fugir,
Do querer que quis, sem insistir,
Fugindo, como rato, em bueiro...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Como Tema: O Leito
Tentei escrever um poema,
Que tivesse o dia, como tema.
Não chequei nem a começa-lo,
Pois não pude suporta-lo.
Um poema para ser bem feito,
Tem que ter como tema o leito,
Tem que ser bem estruturado,
Para que o amor fique bem mercado.
O amor não vive o dia a dia.
Ele vive na noite, na boêmia.
Falar de amor, ao amanhecer,
É ter certeza que o vai perder.
O amor nasceu durante a noite.
Amar de dia, é viver em eterno açoite.
Quem não ama,não pode poetar,
Pois o poema é uma forma de amar.
Quem escreve poemas, durante o dia,
Não sabe o que é poesia.
Ela é o retrato do sentimento,
É o frescor da chuva, o balançar do vento.
Para ser poeta, tem que ser amante.
Tem que ser, no mínimo, um ser errante.
Não digo que todo boêmio é poeta,
Pois não são todos que tem a mente aberta.
Mas um poema, para ter o seu valor,
Tem que falar claro, sobre o amor.
E um amor, para ser poetado,
Tem que ser, no mínimo, tentado.
E tentar amar alguém durante o dia,
Tem que ser um amor de fantasia.
O poeta é um ser pacato,
Que passa para o poema , o seu relato.
O verdadeiro, o real poema,
Tem que ter a noite, como principal tema.
Esta é a minha opinião:
Julguem-me verão que tenho razão.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que tivesse o dia, como tema.
Não chequei nem a começa-lo,
Pois não pude suporta-lo.
Um poema para ser bem feito,
Tem que ter como tema o leito,
Tem que ser bem estruturado,
Para que o amor fique bem mercado.
O amor não vive o dia a dia.
Ele vive na noite, na boêmia.
Falar de amor, ao amanhecer,
É ter certeza que o vai perder.
O amor nasceu durante a noite.
Amar de dia, é viver em eterno açoite.
Quem não ama,não pode poetar,
Pois o poema é uma forma de amar.
Quem escreve poemas, durante o dia,
Não sabe o que é poesia.
Ela é o retrato do sentimento,
É o frescor da chuva, o balançar do vento.
Para ser poeta, tem que ser amante.
Tem que ser, no mínimo, um ser errante.
Não digo que todo boêmio é poeta,
Pois não são todos que tem a mente aberta.
Mas um poema, para ter o seu valor,
Tem que falar claro, sobre o amor.
E um amor, para ser poetado,
Tem que ser, no mínimo, tentado.
E tentar amar alguém durante o dia,
Tem que ser um amor de fantasia.
O poeta é um ser pacato,
Que passa para o poema , o seu relato.
O verdadeiro, o real poema,
Tem que ter a noite, como principal tema.
Esta é a minha opinião:
Julguem-me verão que tenho razão.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Como Antigamente
Sentindo o frescor da chuva, que anuncia a primavera,
Relembro o meu grande amor e gostaria...quem me dera,
Que ele voltasse a ser só meu...como no antigamente.
Mas este meu sonhar, é um sonho sem sentido,
Pois meu sonho de amor, a muito foi interrompido,
Tornando-se um sonho impossível...infelizmente.
E hoje, quando a recordação do amor antigo,
Vêm à mente, conversar comigo,
Nada posso fazer, além de recorda-lo,
Pois não há, agora, motivo nenhum para recomeça-lo.
Meu dia a dia, tornou-se cada vez menos exigente,
E, cada vez menos, me sinto gente,
Pois a vida perdeu o sentido...para mim.
Perdi o que posso chamar de felicidade,
Quando eu perdi o amor da mocidade,
Quando perdi o nascer da flor...no imenso jardim.
Dizem que o amor nunca apodrece,
Mas a gente, do amor, esquece,
Com a rapidez do pensamento.
Não sei se é verdade o velho ditado,
Mas hoje, pelo amor, não sou solicitado,
E vivo apenas do recordar do meu momento.
Se voltar no tempo, adiantasse, eu voltaria,
E faria este retornar com alegria,
Pois acho que perdi mais do que um amor:
Perdi o renascer da nova flor:
E a flor, mencionada neste poema,
É algo mais do que a metáfora de um tema:
Ela representa a própria vida...
É o reviver...da palavra prometida
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Relembro o meu grande amor e gostaria...quem me dera,
Que ele voltasse a ser só meu...como no antigamente.
Mas este meu sonhar, é um sonho sem sentido,
Pois meu sonho de amor, a muito foi interrompido,
Tornando-se um sonho impossível...infelizmente.
E hoje, quando a recordação do amor antigo,
Vêm à mente, conversar comigo,
Nada posso fazer, além de recorda-lo,
Pois não há, agora, motivo nenhum para recomeça-lo.
Meu dia a dia, tornou-se cada vez menos exigente,
E, cada vez menos, me sinto gente,
Pois a vida perdeu o sentido...para mim.
Perdi o que posso chamar de felicidade,
Quando eu perdi o amor da mocidade,
Quando perdi o nascer da flor...no imenso jardim.
Dizem que o amor nunca apodrece,
Mas a gente, do amor, esquece,
Com a rapidez do pensamento.
Não sei se é verdade o velho ditado,
Mas hoje, pelo amor, não sou solicitado,
E vivo apenas do recordar do meu momento.
Se voltar no tempo, adiantasse, eu voltaria,
E faria este retornar com alegria,
Pois acho que perdi mais do que um amor:
Perdi o renascer da nova flor:
E a flor, mencionada neste poema,
É algo mais do que a metáfora de um tema:
Ela representa a própria vida...
É o reviver...da palavra prometida
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Como Gatos...
Os beijos que já te dei, foram poucos,
Muito poucos,
Pelo muito que te amei.
Em nossos momentos loucos,
As brigas que travamos,
Nos deixando roucos...
Eu, a quem chamei poeta...
Você, flâmula primeira...
Alguns dizem que sou fanático
Por amar tanto a Bandeira...
Mas, sendo alienação ou não,
Acho nosso amor um fantástico
Plin - Plin que levanta a poeira !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Muito poucos,
Pelo muito que te amei.
Em nossos momentos loucos,
As brigas que travamos,
Nos deixando roucos...
Eu, a quem chamei poeta...
Você, flâmula primeira...
Alguns dizem que sou fanático
Por amar tanto a Bandeira...
Mas, sendo alienação ou não,
Acho nosso amor um fantástico
Plin - Plin que levanta a poeira !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Como É Que Pode?
Como é que pode um durar tanto,
Sem nunca derreter no próprio pranto,
Sem nunca desconfiar que foi usado?
Como pode um amor ser cego ao ponto,
De ser iludido pelo seu próprio conto,
De pensar ser eternamente apaixonado?
São perguntas sem respostas e isso intriga...
Dessas ilusões doentias, meu coração se desliga...
Segue, ele , um caminho mais calejado,
Solitário... deixando o amor de lado!
Vitima foi, de uma paixão sem medida...
Grande armadilha de minha vida...
Pagou preço... alto em demasia!
Compreendo, hoje, que foi loucura,
Tentar mante-la imaculada e pura,
Pois o viver é real... não poesia!
Compreendo, agora, que foi erro meu,
Pois nunca existiu o amor seu...
Apenas ilusão... um grande sonhar!
Hoje, depois de tudo superado,
Recordo, com saudade, meu passado,
E sinto vontade... de chorar!
Mas devo controlar o sentimento,
Pois devo superar o meu lamento,
Encarando tudo... com maior naturalidade!
Não há razões para magoas ou rancores...
Há, e tão somente, o buscar de novos amores...
Uma busca paixão ... pela verdade!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Sem nunca derreter no próprio pranto,
Sem nunca desconfiar que foi usado?
Como pode um amor ser cego ao ponto,
De ser iludido pelo seu próprio conto,
De pensar ser eternamente apaixonado?
São perguntas sem respostas e isso intriga...
Dessas ilusões doentias, meu coração se desliga...
Segue, ele , um caminho mais calejado,
Solitário... deixando o amor de lado!
Vitima foi, de uma paixão sem medida...
Grande armadilha de minha vida...
Pagou preço... alto em demasia!
Compreendo, hoje, que foi loucura,
Tentar mante-la imaculada e pura,
Pois o viver é real... não poesia!
Compreendo, agora, que foi erro meu,
Pois nunca existiu o amor seu...
Apenas ilusão... um grande sonhar!
Hoje, depois de tudo superado,
Recordo, com saudade, meu passado,
E sinto vontade... de chorar!
Mas devo controlar o sentimento,
Pois devo superar o meu lamento,
Encarando tudo... com maior naturalidade!
Não há razões para magoas ou rancores...
Há, e tão somente, o buscar de novos amores...
Uma busca paixão ... pela verdade!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Como Desabafar, Em Uma Única Lição
Desabafar, falar sobre o que sentimos,
Sem rancores, magoas ou profundidade,
É o meio pelo qual dizemos a verdade,
E, quase sempre, assim não mentimos.
O desabafar nos tira as defesas,
Nos deixa desprotegidos... ao céu aberto,
E somos vitimas das sutilezas,
Dos inimigos... que estão mais perto.
Mas, mesmo correndo riscos, é bom desabafar,
Pois nos alivia da pressão sentida.
O desabafo é como o despertar,
De uma noite... que foi bem dormida.
Mas, amantes, temem cuidado,
Com o desabafar em tempo errado,
Pois este saber pode ser usado,
Para desenterrar seu negro passado.
Bem dizia o poeta antigo,
Quando perguntaram se desabafava:
Meu desabafo vivo comigo,
Pois só ele sabe... com quem eu deitava.
É isto, meus amigos enamorados:
E desabafar tem as suas conseqüências...
Não convém dizer aos seus amados,
E que passa, em suas consciências.
Escolha um desconhecido em um bar,
E lhe conte seus segredos...
A ninguém ele irá poder cantar,
E o desabafar... fica livre de seus medos.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Sem rancores, magoas ou profundidade,
É o meio pelo qual dizemos a verdade,
E, quase sempre, assim não mentimos.
O desabafar nos tira as defesas,
Nos deixa desprotegidos... ao céu aberto,
E somos vitimas das sutilezas,
Dos inimigos... que estão mais perto.
Mas, mesmo correndo riscos, é bom desabafar,
Pois nos alivia da pressão sentida.
O desabafo é como o despertar,
De uma noite... que foi bem dormida.
Mas, amantes, temem cuidado,
Com o desabafar em tempo errado,
Pois este saber pode ser usado,
Para desenterrar seu negro passado.
Bem dizia o poeta antigo,
Quando perguntaram se desabafava:
Meu desabafo vivo comigo,
Pois só ele sabe... com quem eu deitava.
É isto, meus amigos enamorados:
E desabafar tem as suas conseqüências...
Não convém dizer aos seus amados,
E que passa, em suas consciências.
Escolha um desconhecido em um bar,
E lhe conte seus segredos...
A ninguém ele irá poder cantar,
E o desabafar... fica livre de seus medos.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Com Muita Vida
São como os meus amores:
Rápidos... fortes... pensativos!
Minhas dividas... meus rancores,
São como tormentos de angustia,
São como bálsamos de virtudes,
São como lágrimas de donzela!
Passam, despercebidamente...
Leves... suaves... delicadamente,
Como o vôo de uma gaivota!
E as lágrimas, que meu peito à muito chora,
São como o nascer de uma aurora:
Pálida... fosca... mas com vida!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Rápidos... fortes... pensativos!
Minhas dividas... meus rancores,
São como tormentos de angustia,
São como bálsamos de virtudes,
São como lágrimas de donzela!
Passam, despercebidamente...
Leves... suaves... delicadamente,
Como o vôo de uma gaivota!
E as lágrimas, que meu peito à muito chora,
São como o nascer de uma aurora:
Pálida... fosca... mas com vida!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Classes
Beijos dados ao vento
Pedidos ao firmamento
Plumas soltas ao vento
Cobranças de um juramento
Sortileijos de amor
Urros dados por dor
Pelo rosto, cai o suor
Nos olhos, marcas de pavor
Um grito, ecoa no ar
Pedindo licença ao mar
Querendo, fazendo chorar
Tentando parar de lembrar
Lembranças vindas do passado
Coração ferido, magoado
O resto, deixa de lado
Pois tudo já está acabado
São sofridas as lembranças
São incomuns as esperanças
São meigas nossas crianças
É doído o meu sofrer
Sinto que posso perder
Mas não posso esquecer
O meu direito de te Ter.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Pedidos ao firmamento
Plumas soltas ao vento
Cobranças de um juramento
Sortileijos de amor
Urros dados por dor
Pelo rosto, cai o suor
Nos olhos, marcas de pavor
Um grito, ecoa no ar
Pedindo licença ao mar
Querendo, fazendo chorar
Tentando parar de lembrar
Lembranças vindas do passado
Coração ferido, magoado
O resto, deixa de lado
Pois tudo já está acabado
São sofridas as lembranças
São incomuns as esperanças
São meigas nossas crianças
É doído o meu sofrer
Sinto que posso perder
Mas não posso esquecer
O meu direito de te Ter.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Chorei
Querendo ser igual,
Passei a ser diferente...
Tentando ser anormal,
Fui muito normal,
Infelizmente...
Falei mais do que devia...
Gritei... Esperneei... Berrei...
Demostrei raiva, valentia...
Mas, lá no fundo,
Chorei... Chorei...
Quando via,
Que depois de tudo
O que fizemos...
No Nordeste
Ainda não chovia !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Passei a ser diferente...
Tentando ser anormal,
Fui muito normal,
Infelizmente...
Falei mais do que devia...
Gritei... Esperneei... Berrei...
Demostrei raiva, valentia...
Mas, lá no fundo,
Chorei... Chorei...
Quando via,
Que depois de tudo
O que fizemos...
No Nordeste
Ainda não chovia !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Chorar Sufocado
Que pena que terminou nosso romance.....
E também a amizade..... em um único lanço,
Sem haver escapatória...... haver retorno.
Esfriou-se, o que chamei de Amor Quente......
Morreu, pela raiz, nossa semente......
E nem sequer permaneceu nosso amor Morno.
Foi como se nunca houvesse existido,
Aquele nosso momento, que passou despercebido.....
Foi como se eu nunca lhe houvesse dado,
Aqueles beijos que lhe dei.... em nosso passado.
É triste sentir que tudo esta terminado......
Que nosso amor foi sufocado......
E que nada restou, além da saudade.
Sinto falta dos carinhos teus......
Como sentem falta dos beijos meus.....
Mas nada restou..... nem amizade.
Triste final, de um romance de cinema,
Que virou motivação deste poema......
Triste recordação de um passado,
E de um coração, que chora hoje...... sufocado.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
E também a amizade..... em um único lanço,
Sem haver escapatória...... haver retorno.
Esfriou-se, o que chamei de Amor Quente......
Morreu, pela raiz, nossa semente......
E nem sequer permaneceu nosso amor Morno.
Foi como se nunca houvesse existido,
Aquele nosso momento, que passou despercebido.....
Foi como se eu nunca lhe houvesse dado,
Aqueles beijos que lhe dei.... em nosso passado.
É triste sentir que tudo esta terminado......
Que nosso amor foi sufocado......
E que nada restou, além da saudade.
Sinto falta dos carinhos teus......
Como sentem falta dos beijos meus.....
Mas nada restou..... nem amizade.
Triste final, de um romance de cinema,
Que virou motivação deste poema......
Triste recordação de um passado,
E de um coração, que chora hoje...... sufocado.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Chorar Pôr Amor... E Depois... Calar!
Recordo,
Com as lágrimas correndo ao rosto,
O amargo desencanto,
Do qual senti até o gosto...
Nada posso eu fazer,
A não era me conformar...
Chorar pôr meu amor...
E depois ... calar!
Angustiante sofre, é o que sinto...
Pois choro pôr ... não minto.
Junto a mim, também chora meu coração...
Choro, e nem sei bem porque razão!
Eu choro pôr amor...
Amor sem dono...
Amor, que nos faz perder o sono...
Que não liga se chorarmos ou não ...
Que nos faz vítima de sua ilusão...
O meu chorar sufocado,
É um corar pelo ser amado...
É chorar pelo passado...
É o chorar... do apaixonado!
Que nem mais lágrimas possui...
Que nem mais sabe chorar...
Com, o choro, meu amor evolui...
Fazendo-me, até alturas, chegar!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Com as lágrimas correndo ao rosto,
O amargo desencanto,
Do qual senti até o gosto...
Nada posso eu fazer,
A não era me conformar...
Chorar pôr meu amor...
E depois ... calar!
Angustiante sofre, é o que sinto...
Pois choro pôr ... não minto.
Junto a mim, também chora meu coração...
Choro, e nem sei bem porque razão!
Eu choro pôr amor...
Amor sem dono...
Amor, que nos faz perder o sono...
Que não liga se chorarmos ou não ...
Que nos faz vítima de sua ilusão...
O meu chorar sufocado,
É um corar pelo ser amado...
É chorar pelo passado...
É o chorar... do apaixonado!
Que nem mais lágrimas possui...
Que nem mais sabe chorar...
Com, o choro, meu amor evolui...
Fazendo-me, até alturas, chegar!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Certeza Há
Certeza há, o amor existe.
Pode estar oculto, entre nevoeiro,
Mas, mesmo longe, não é tão triste,
Pois o amor, o real, é o primeiro.
Certeza há, não de negue o fato,
Que a paixão é única..... imortal,
A vida do viver pode ser ingrato,
Mas é no vivendo, que o bem..... ganha do mal.
Certeza há: existe loucura,
Existe o perdão, pois já o dei um dia......
Existe um tudo..... até ternura,
Até a brisa, após ventania.
Certeza há..... não duvidem não,
Pois há de tudo..... basta procurar.
Certeza há até na solidão,
Pois é o pedir perdão.... ao verbo amar!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Pode estar oculto, entre nevoeiro,
Mas, mesmo longe, não é tão triste,
Pois o amor, o real, é o primeiro.
Certeza há, não de negue o fato,
Que a paixão é única..... imortal,
A vida do viver pode ser ingrato,
Mas é no vivendo, que o bem..... ganha do mal.
Certeza há: existe loucura,
Existe o perdão, pois já o dei um dia......
Existe um tudo..... até ternura,
Até a brisa, após ventania.
Certeza há..... não duvidem não,
Pois há de tudo..... basta procurar.
Certeza há até na solidão,
Pois é o pedir perdão.... ao verbo amar!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Certeza De Meus Amores
Coragem me falta, e reconheço,
para descobrir o que não conheço,
pois temo enfrentar o que não mereço,
e voltar ao inicio: ao meu começo.
E se necessário for o retornar,
talvez não possa esquentar,
a mudança, que terei de enfrentar,
em meu modo de agir e de pensar.
Sim, há em mim o medo da mudança,
mas há também um restinho de esperança,
e penso que passarei por esta raspança,
sem que tenha que magoar o meu eu criança.
Até agora vivi anonimamente,
e este viver diferente,
além de me fazer virar gente,
fará eu germinar, como uma semente.
Não, não há motivos para mais pavores,
pois estarei ladeado de meus valores,
que superam todos os meus temores,
e me dão a certeza de meus amores.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
para descobrir o que não conheço,
pois temo enfrentar o que não mereço,
e voltar ao inicio: ao meu começo.
E se necessário for o retornar,
talvez não possa esquentar,
a mudança, que terei de enfrentar,
em meu modo de agir e de pensar.
Sim, há em mim o medo da mudança,
mas há também um restinho de esperança,
e penso que passarei por esta raspança,
sem que tenha que magoar o meu eu criança.
Até agora vivi anonimamente,
e este viver diferente,
além de me fazer virar gente,
fará eu germinar, como uma semente.
Não, não há motivos para mais pavores,
pois estarei ladeado de meus valores,
que superam todos os meus temores,
e me dão a certeza de meus amores.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Carta Poema
Sofro, e tu sabes muito bem
Pois deves ter sofrido também
Nosso amor foi o culpado
Nenhum de nos foi certo ou errado
Tínhamos nas mãos a felicidade
E a desprezamos, isto é a verdade,
Sofro, mas não me permito arrependimento,
Pois é necessário este meu sofrimento.
Não há nada a perdoar,
Não há nada para esquecer,
Pois não soubemos guardar
Aquele amor, sem o perder.
Se eu voltasse ao passado
O final, seria mudado,
Eterno seria mudado,
Eterno seria nosso amor
E nunca sofreríamos esta dor,
Mas nem tudo na vida, é felicidade
Esta é a grande verdade.
Sofri, vendo-te ir embora,
Mas não sofro mais agora
Pois não quero mais passar
O que já passei no passado
Hoje, só quero, é lembrar.
Aquele amor, puro, acabado
Nem que pudesse, te pediria,
Para voltar atrás um dia,
Pois a saudade me ensinou,
Que o nosso tempo, se esgotou,
Hoje, relembro as recordações
Os beijos, as emoções,
Mas amanhã, não saberei
Se ainda te amarei,
E não se pode viver de ilusões
De fantasias imaginarias,
Pois no final, há traições,
Pôr causa das paixões primarias.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Pois deves ter sofrido também
Nosso amor foi o culpado
Nenhum de nos foi certo ou errado
Tínhamos nas mãos a felicidade
E a desprezamos, isto é a verdade,
Sofro, mas não me permito arrependimento,
Pois é necessário este meu sofrimento.
Não há nada a perdoar,
Não há nada para esquecer,
Pois não soubemos guardar
Aquele amor, sem o perder.
Se eu voltasse ao passado
O final, seria mudado,
Eterno seria mudado,
Eterno seria nosso amor
E nunca sofreríamos esta dor,
Mas nem tudo na vida, é felicidade
Esta é a grande verdade.
Sofri, vendo-te ir embora,
Mas não sofro mais agora
Pois não quero mais passar
O que já passei no passado
Hoje, só quero, é lembrar.
Aquele amor, puro, acabado
Nem que pudesse, te pediria,
Para voltar atrás um dia,
Pois a saudade me ensinou,
Que o nosso tempo, se esgotou,
Hoje, relembro as recordações
Os beijos, as emoções,
Mas amanhã, não saberei
Se ainda te amarei,
E não se pode viver de ilusões
De fantasias imaginarias,
Pois no final, há traições,
Pôr causa das paixões primarias.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Carnaval
Domingo é inicio do carnaval
Todo ano é igual
Danças, brincadeiras, folias
Blocos, desfiles, fantasias
Fuga de nossa realidade
Desabafo desta insensível sociedade
E quando termina a barulheira
Começa a quaresma: é Quarta-feira
E tudo volta ao seu normal
Terminou mais um carnaval
Amores foram começados
Beijos foram roubados
Foram partidos corações
Iniciaram-se novas uniões
Novas amizades surgiram
Amantes, juntos, dormiram
Casamentos foram desfeitos
Foram quatro dias perfeitos
Mas nem tudo acabou
Algo de bom ficou
Ficou a grata lembrança
Do sorriso da criança
Que brincou os quatro dias
Que reviveu suas alegrias
E na Quarta- feira dizia:
Carnaval, para mim é todo dia.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Todo ano é igual
Danças, brincadeiras, folias
Blocos, desfiles, fantasias
Fuga de nossa realidade
Desabafo desta insensível sociedade
E quando termina a barulheira
Começa a quaresma: é Quarta-feira
E tudo volta ao seu normal
Terminou mais um carnaval
Amores foram começados
Beijos foram roubados
Foram partidos corações
Iniciaram-se novas uniões
Novas amizades surgiram
Amantes, juntos, dormiram
Casamentos foram desfeitos
Foram quatro dias perfeitos
Mas nem tudo acabou
Algo de bom ficou
Ficou a grata lembrança
Do sorriso da criança
Que brincou os quatro dias
Que reviveu suas alegrias
E na Quarta- feira dizia:
Carnaval, para mim é todo dia.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Cansaço
Estou cansado, muito cansado,
De amar sem ser amado,
De viver no mundo, largado,
Sem ter alguém ao meu lado.
Cansei-me até do amor,
Cansei-me da vida , enfim.
Espero que algum dia,
Tudo volte ao antigamente,
E eu possa colher uma flor,
Sem pisar em seu jardim,
E eu possa sentir a alegria,
Que sentia, tão docemente.
Mas agora, neste momento,
Estou cansado de ser ninguém.
Estou cansado deste sofrimento,
Que a vida me deu, pensando dar-me um bem.
E talvez seja esta a intenção,
Fazendo-me viver de ilusão.
Mas a cabeça me dói,
O coração me corrói,
Não posso nem pensar.
Dê-me forças, com um bom descanso,
E depois farei um balanço,
E procurarei tudo acertar.
Só quero um pouco dormir,
E sonhar com o infinito.
E quando o sol, no horizonte, surgir,
Procurarei dar o meu grito.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
De amar sem ser amado,
De viver no mundo, largado,
Sem ter alguém ao meu lado.
Cansei-me até do amor,
Cansei-me da vida , enfim.
Espero que algum dia,
Tudo volte ao antigamente,
E eu possa colher uma flor,
Sem pisar em seu jardim,
E eu possa sentir a alegria,
Que sentia, tão docemente.
Mas agora, neste momento,
Estou cansado de ser ninguém.
Estou cansado deste sofrimento,
Que a vida me deu, pensando dar-me um bem.
E talvez seja esta a intenção,
Fazendo-me viver de ilusão.
Mas a cabeça me dói,
O coração me corrói,
Não posso nem pensar.
Dê-me forças, com um bom descanso,
E depois farei um balanço,
E procurarei tudo acertar.
Só quero um pouco dormir,
E sonhar com o infinito.
E quando o sol, no horizonte, surgir,
Procurarei dar o meu grito.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Cansaço... Real Cansaço.
Cansaço, é o que sinto...
Cansaço desta solidão...
Esta solidão tão mascante,
Que sufoca minha paixão.
E minha paixão sufocada,
Deixo-me, sem dizer nada,
Sem um adeus sequer.
Apenas ficou a saudade...
E, talvez a amizade,
De um nome.... de mulher.
Como é cruel a solidão...
Como sofro... ao coração...
Com uma força... que não, posso medi-la.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Cansaço desta solidão...
Esta solidão tão mascante,
Que sufoca minha paixão.
E minha paixão sufocada,
Deixo-me, sem dizer nada,
Sem um adeus sequer.
Apenas ficou a saudade...
E, talvez a amizade,
De um nome.... de mulher.
Como é cruel a solidão...
Como sofro... ao coração...
Com uma força... que não, posso medi-la.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Calo-me
Calo-me, diante da imperfeição dos fatos,
Que coloco no papel, tal e qual acontecem.
No final, se tornaram eles meus relatos,
Pois as lembranças são febris, mas os fatos não apodrecem.
Calo-me...... coloco ponto final em tudo,
Pois chegou a hora de se restabelecer a ordem.
Calo-me.... Como a pena, me torno mudo,
Até que as benditas consciências acordem.
Se haverá ou ano, um reinicio do viver,
Não é a mim que a pergunta deve ser dirigida.
Calo-me pois, só, conseguirei sobreviver,
Diante dos obstáculos que se apresentam na vida.
E peço a ti, minha doce e meiga poesia,
Que também te cale, pois não te quero magoada.
Talvez eu te recomece..... qualquer dia,
Qualquer das horas, da esperada madrugada.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que coloco no papel, tal e qual acontecem.
No final, se tornaram eles meus relatos,
Pois as lembranças são febris, mas os fatos não apodrecem.
Calo-me...... coloco ponto final em tudo,
Pois chegou a hora de se restabelecer a ordem.
Calo-me.... Como a pena, me torno mudo,
Até que as benditas consciências acordem.
Se haverá ou ano, um reinicio do viver,
Não é a mim que a pergunta deve ser dirigida.
Calo-me pois, só, conseguirei sobreviver,
Diante dos obstáculos que se apresentam na vida.
E peço a ti, minha doce e meiga poesia,
Que também te cale, pois não te quero magoada.
Talvez eu te recomece..... qualquer dia,
Qualquer das horas, da esperada madrugada.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Calado, Até A Morte
Como é dura esta separação
Como maltrata, esta solidão
Que faz com que a mente
Passe a ser alguém dependente
Sofro , choro, mas o que consigo
Sem nem posso estar contigo?
Será que já não se sofreu bastante
Sofreremos mais, daqui por diante?
Não consigo acreditar
Que possamos ainda nos amar
Acho que o final esta decidido
Foi forte, definido
Não quero novamente sofrer
Prefiro, mil vezes, te esquecer
Guardarei, para sempre, na lembrança
O teu semblante, doce criança
Não importa quanto tempo vai levar
Mas do pensamento, vou te tirar
Será difícil, e isto eu bem sei
Pois ninguém amou, como eu te amei
Mas o sofrer, não é meu forte
Prefiro, calado, te amar até a morte.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Como maltrata, esta solidão
Que faz com que a mente
Passe a ser alguém dependente
Sofro , choro, mas o que consigo
Sem nem posso estar contigo?
Será que já não se sofreu bastante
Sofreremos mais, daqui por diante?
Não consigo acreditar
Que possamos ainda nos amar
Acho que o final esta decidido
Foi forte, definido
Não quero novamente sofrer
Prefiro, mil vezes, te esquecer
Guardarei, para sempre, na lembrança
O teu semblante, doce criança
Não importa quanto tempo vai levar
Mas do pensamento, vou te tirar
Será difícil, e isto eu bem sei
Pois ninguém amou, como eu te amei
Mas o sofrer, não é meu forte
Prefiro, calado, te amar até a morte.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Bravo !
Bravo !
Caiu um punhado
Na Candelária...
Outros tantos,
Na favela foram ao chão...
Acho melhor
Abrir-se a funerária,
Pois estão morrendo
Os filhos da Nação !
E não esqueça,
Seu Policial,
De avisar pro funeral !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Caiu um punhado
Na Candelária...
Outros tantos,
Na favela foram ao chão...
Acho melhor
Abrir-se a funerária,
Pois estão morrendo
Os filhos da Nação !
E não esqueça,
Seu Policial,
De avisar pro funeral !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Brasil...
Nobres filhos de uma nação empobrecida,
Que vivem ou sobrevivem, não sei bem...
O que sei, é que queriam outra vida..
Queriam, lá no fundo, ser alguém...
No passado, que a história registrou,
Nessa terra se lutou por liberdade...
E ao povo no hoje, só restou,
A tentativa de viver com dignidade...
O País virou sucata, virou pó...
O povo virou apenas eleitor...
O orgulho virou história da vovó...
Temos lixeiros com diplomas de Doutor...
A política virou simples marmelada...
O ladrão virou até celebridade...
Da honra da Nação, não há mais nada...
Penso que nem restou a sociedade...
O índio é massacrado...
O pobre é fuzilado...
O Presidente mudado...
O povo envergonhado...
E você?
Vai ficar aí parado?
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que vivem ou sobrevivem, não sei bem...
O que sei, é que queriam outra vida..
Queriam, lá no fundo, ser alguém...
No passado, que a história registrou,
Nessa terra se lutou por liberdade...
E ao povo no hoje, só restou,
A tentativa de viver com dignidade...
O País virou sucata, virou pó...
O povo virou apenas eleitor...
O orgulho virou história da vovó...
Temos lixeiros com diplomas de Doutor...
A política virou simples marmelada...
O ladrão virou até celebridade...
Da honra da Nação, não há mais nada...
Penso que nem restou a sociedade...
O índio é massacrado...
O pobre é fuzilado...
O Presidente mudado...
O povo envergonhado...
E você?
Vai ficar aí parado?
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Brasil ? Oi !
Foi com vistas no passado,
Que o poder foi conquistado,
Não foi pelo voto a conquista.....
Foi quase ato anarquista.....
Caiu por terra a democracia.
Caiu ou foi empurrada?
A duvida, nos leva a pensar......
Pensar se não foi lesada,
A real vontade popular.
A democracia foi falada,
Se formou em marmelada......
Em voto parlamentar.
O povo, gritou por Derita,
Mas o poder mudou a seta,
E não mais se pode gritar.
O povo emudecer, calou-se,
O poder se esquartejou-se,
E veio, então, o “Plano Cruzado”.
A inflação cair ao zero......
O capital gritou: “Não quero”!
E o povo, outra vez, foi roubado!
Opinar? Quem, hoje tem coragem?
Quem traz, acomunada, bobagem,
Para subir em praça e falar?
O povo? Coitado, grita por fome.....
Não sabe nem assinar o nome......
Como pode ele votar?
A democracia apagou sua luz.......
O povo faz o sinal da cruz,
Pois o que lhe resta é rezar!
Rezar para cair do céu,
Algo mais doce que o fel,
Deste poder, que o quer mandar!
Mas nem mesmo forças para rezar, passei,
Este povo, que nem mais influi,
Nos destinos, deste “Cruzeiro”!
Seria necessária uma virada,
Para que a democracia editada,
Se tornasse um poder verdadeiro!
E do jeito que vemos os dias,
Nada reluz na estrada......
Nem mesmo em poesias,
Vemos nós esta arrancada.
O melhor que se pode fazer,
É esperar pela eleições......
Talvez, pelo voto, possamos dizer,
Um grande “basta”, pra situação!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que o poder foi conquistado,
Não foi pelo voto a conquista.....
Foi quase ato anarquista.....
Caiu por terra a democracia.
Caiu ou foi empurrada?
A duvida, nos leva a pensar......
Pensar se não foi lesada,
A real vontade popular.
A democracia foi falada,
Se formou em marmelada......
Em voto parlamentar.
O povo, gritou por Derita,
Mas o poder mudou a seta,
E não mais se pode gritar.
O povo emudecer, calou-se,
O poder se esquartejou-se,
E veio, então, o “Plano Cruzado”.
A inflação cair ao zero......
O capital gritou: “Não quero”!
E o povo, outra vez, foi roubado!
Opinar? Quem, hoje tem coragem?
Quem traz, acomunada, bobagem,
Para subir em praça e falar?
O povo? Coitado, grita por fome.....
Não sabe nem assinar o nome......
Como pode ele votar?
A democracia apagou sua luz.......
O povo faz o sinal da cruz,
Pois o que lhe resta é rezar!
Rezar para cair do céu,
Algo mais doce que o fel,
Deste poder, que o quer mandar!
Mas nem mesmo forças para rezar, passei,
Este povo, que nem mais influi,
Nos destinos, deste “Cruzeiro”!
Seria necessária uma virada,
Para que a democracia editada,
Se tornasse um poder verdadeiro!
E do jeito que vemos os dias,
Nada reluz na estrada......
Nem mesmo em poesias,
Vemos nós esta arrancada.
O melhor que se pode fazer,
É esperar pela eleições......
Talvez, pelo voto, possamos dizer,
Um grande “basta”, pra situação!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Botão, Virando Flor
Inocência de criança faceira,
Que via o amor, pela vez primeira,
E que era botão, virando flor.
Gentil meiguice de criança,
Que vive, para brincar.
Da boneca, guardou lembrança,
Virou mulher, apreendeu a amar.
A inocência, ficou somente,
No seu pobre coração é puro, inocente,
Mas que não acredita na ilusão.
Oh quanto a ti, bela mulher,
Deve este imenso mundo.
Com ele, brincavas quando quer,
Por ele tens, ódio profundo.
Moça faceira,
Gentil donzela,
Que sofres-tes, pela vez primeira,
No altar de uma capela,
Esperando o amor que te prometeu.
O homem do mundo, que te esqueceu.
Hoje, algum tempo passado,
Encontras o teu amado,
Procurando nova emoção,
E sem te reconhecer,
Te escolha, na toda da vida,
Esta roda, bendita e sofrida,
Onde procuras sobreviver.
Recordas o teu passado,
No rosto do teu amado,
A que, um dia, entregas-tes teu botão, vira do flor.
E ele, sem nada notar,
Vê a lagrima, em ti, rolar,
E pergunta: o que acontece?
E você, gentil donzela,
Recordando aquela capela,
Gentilmente lhe diz: Esquece!
autor: Carlos ASlberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que via o amor, pela vez primeira,
E que era botão, virando flor.
Gentil meiguice de criança,
Que vive, para brincar.
Da boneca, guardou lembrança,
Virou mulher, apreendeu a amar.
A inocência, ficou somente,
No seu pobre coração é puro, inocente,
Mas que não acredita na ilusão.
Oh quanto a ti, bela mulher,
Deve este imenso mundo.
Com ele, brincavas quando quer,
Por ele tens, ódio profundo.
Moça faceira,
Gentil donzela,
Que sofres-tes, pela vez primeira,
No altar de uma capela,
Esperando o amor que te prometeu.
O homem do mundo, que te esqueceu.
Hoje, algum tempo passado,
Encontras o teu amado,
Procurando nova emoção,
E sem te reconhecer,
Te escolha, na toda da vida,
Esta roda, bendita e sofrida,
Onde procuras sobreviver.
Recordas o teu passado,
No rosto do teu amado,
A que, um dia, entregas-tes teu botão, vira do flor.
E ele, sem nada notar,
Vê a lagrima, em ti, rolar,
E pergunta: o que acontece?
E você, gentil donzela,
Recordando aquela capela,
Gentilmente lhe diz: Esquece!
autor: Carlos ASlberto Lopes
escritor@uol.com.br
Bons Tempos
Como era diferente,
o tempo de antigamente:
o rapaz e a namorada,
passeando, na calçada.
o realejo, a tocar,
e os pássaros, a cantar.
Na pracinha do coreto,
a bandinha, toca um soneto.
e o sino da igreja, a repicar,
chama o povo á rezar.
tudo era tão real.....
tudo era tão imortal.
Mas o mundo....foi mudando.
o realejo.....enferrujando.
o coreto, foi destruído,
o soneto.....foi perdido.
Os pássaros pararam de cantar.....
o povo, parou de rezar......
o rapaz brigou com a namorada......
os dois não passeiam mais na calçada.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
o tempo de antigamente:
o rapaz e a namorada,
passeando, na calçada.
o realejo, a tocar,
e os pássaros, a cantar.
Na pracinha do coreto,
a bandinha, toca um soneto.
e o sino da igreja, a repicar,
chama o povo á rezar.
tudo era tão real.....
tudo era tão imortal.
Mas o mundo....foi mudando.
o realejo.....enferrujando.
o coreto, foi destruído,
o soneto.....foi perdido.
Os pássaros pararam de cantar.....
o povo, parou de rezar......
o rapaz brigou com a namorada......
os dois não passeiam mais na calçada.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Bendito Sentimento
Depois que tudo acabou
Depois que o amor me deixou
Não tenho porque viver
Meu coração vive apertado
Sou, hoje um ser magoado
Que, do amor, não consegue esquecer
O bendito sentimento
Que chega, com a pressa do vento
Mas para nos deixar, demora
Rezo todos os dias
Que chequem outras ventanias
E que esta solidão, vá-se embora
Como é triste o abandono
Por ele perdi meu sono
A solidão é tão constante
Mas o pior é esta saudade
Que não me dá tranqüilidade
Que me mostra sempre teu semblante
Cada dia, cada hora
Do poente, ao nascer da aurora
Você não me sai da mente
Parece que está enraizada
E, no meu coração fez sua morada
E nem foi plantado uma semente
Pensei que o amor acabava
Quando, um ao outro, abandonava
Mas vejo que me enganei
Meu amor continua forte
Ditando a minha sorte
Me lembrando que já te amei
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Depois que o amor me deixou
Não tenho porque viver
Meu coração vive apertado
Sou, hoje um ser magoado
Que, do amor, não consegue esquecer
O bendito sentimento
Que chega, com a pressa do vento
Mas para nos deixar, demora
Rezo todos os dias
Que chequem outras ventanias
E que esta solidão, vá-se embora
Como é triste o abandono
Por ele perdi meu sono
A solidão é tão constante
Mas o pior é esta saudade
Que não me dá tranqüilidade
Que me mostra sempre teu semblante
Cada dia, cada hora
Do poente, ao nascer da aurora
Você não me sai da mente
Parece que está enraizada
E, no meu coração fez sua morada
E nem foi plantado uma semente
Pensei que o amor acabava
Quando, um ao outro, abandonava
Mas vejo que me enganei
Meu amor continua forte
Ditando a minha sorte
Me lembrando que já te amei
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Bem De Pertinho....
Como é possível recordar nossos momentos,
Agindo bestamente, no controle dos sentimentos?
Como posso eu, estando longe de teu lado,
Dormir tranqüilo, tendo um sono sossegado?
Pedistes, para ao ciúmes, controlar...
Mas não posso, pois ainda estou a te amar...
Não há o que duvidar do amor sentido,
Pois este amor, nosso amor, não esta perdido....
Não se perdeu, e nem se perderá, estou certo....
Pois nossos corações, defendem nosso amor, bem de perto...
E não venha me dizer, que você já tem outro algum,
Pois sei, e muito bem, que no amor, sou eu, o um....
Mentira? Podes crer nisto, sem mentir a si mesma?
Podes escrever isso, em duas resmas?
Podes tirar copia, e espalhar pelo espaço?
Podes parar, de seguir meus passos?
Podes esquecer as noites mal dormidas?
Podes esquecer as noites, ao meu lado?
Podes esquecer nossas duas vidas?
Podes deixar ficar os beijos, meus, lhe dado?
Se podes, trocar tudo, por um momento...
Se podes, trocar o passado, por um sonho bom....
Se podes esquecer a vida, por um sentimento,
Esqueça de tudo, e vá.... vá ao fundão....
E quando sairés de lá. Cansada, e abatida,
Estarei esperando, com certeza....
Pois sabes, e sempre saberás que és a querida....
A deusa maior, de minha nobreza....
É isso...
Pertinho...
Bem pertinho....
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Agindo bestamente, no controle dos sentimentos?
Como posso eu, estando longe de teu lado,
Dormir tranqüilo, tendo um sono sossegado?
Pedistes, para ao ciúmes, controlar...
Mas não posso, pois ainda estou a te amar...
Não há o que duvidar do amor sentido,
Pois este amor, nosso amor, não esta perdido....
Não se perdeu, e nem se perderá, estou certo....
Pois nossos corações, defendem nosso amor, bem de perto...
E não venha me dizer, que você já tem outro algum,
Pois sei, e muito bem, que no amor, sou eu, o um....
Mentira? Podes crer nisto, sem mentir a si mesma?
Podes escrever isso, em duas resmas?
Podes tirar copia, e espalhar pelo espaço?
Podes parar, de seguir meus passos?
Podes esquecer as noites mal dormidas?
Podes esquecer as noites, ao meu lado?
Podes esquecer nossas duas vidas?
Podes deixar ficar os beijos, meus, lhe dado?
Se podes, trocar tudo, por um momento...
Se podes, trocar o passado, por um sonho bom....
Se podes esquecer a vida, por um sentimento,
Esqueça de tudo, e vá.... vá ao fundão....
E quando sairés de lá. Cansada, e abatida,
Estarei esperando, com certeza....
Pois sabes, e sempre saberás que és a querida....
A deusa maior, de minha nobreza....
É isso...
Pertinho...
Bem pertinho....
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Beijos...
Dei-te beijos, beijos loucos,
Que foram infelizmente poucos,
Entre os muitos, que quis te dar.
Mas foram beijos, beijos quentes,
Entre outros que foram latentes,
Na forma de nosso amar...
E eu sei que vale à pena,
pela honra deste país,
A gente poder salvar...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que foram infelizmente poucos,
Entre os muitos, que quis te dar.
Mas foram beijos, beijos quentes,
Entre outros que foram latentes,
Na forma de nosso amar...
E eu sei que vale à pena,
pela honra deste país,
A gente poder salvar...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Beijos Ao Relento
Beijos, dados ao relento,
Chuvas finas, levadas pelo vento...
Noites escuras, ao luar...
Recordando lembranças sobre o verbo amar.
E quando vejo nascer o dia,
Desperto da minha fantasia,
Volta a sentir angustia e dor ...
Pois sinto falta de nosso amor.
E a saudade, que sinto então,
Faz-me doer o coração...
Mas já passamos nossos momentos...
Hoje , só nos restam lamentos,
Pois nada fará retornar,
A nós dois, o verbo amar...
Saudades dos beijos ao relento...
Da chuva fina ... levado pelo vento.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Chuvas finas, levadas pelo vento...
Noites escuras, ao luar...
Recordando lembranças sobre o verbo amar.
E quando vejo nascer o dia,
Desperto da minha fantasia,
Volta a sentir angustia e dor ...
Pois sinto falta de nosso amor.
E a saudade, que sinto então,
Faz-me doer o coração...
Mas já passamos nossos momentos...
Hoje , só nos restam lamentos,
Pois nada fará retornar,
A nós dois, o verbo amar...
Saudades dos beijos ao relento...
Da chuva fina ... levado pelo vento.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Barreira
Sim, eu sou alguém solitário.
Vivo num mundo imaginário,
Onde só quem existe sou eu.
Queria poder ser normal,
Viver como qualquer mortal,
Mas a minha chance se perdeu.
Talvez me sinta diferente,
Por ser alguém deficiente,
Sem metas... sem caminhos.
Me refúgio dentro de mim,
Esperando o próprio fim,
Evitando pisar espinhos.
E esta vivência solitária,
É uma vivência voluntária,
Ou uma barreira....não sei.
Só sei que o mundo, como conheço,
É uma vida que não reconheço,
E dela....me afastei...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Vivo num mundo imaginário,
Onde só quem existe sou eu.
Queria poder ser normal,
Viver como qualquer mortal,
Mas a minha chance se perdeu.
Talvez me sinta diferente,
Por ser alguém deficiente,
Sem metas... sem caminhos.
Me refúgio dentro de mim,
Esperando o próprio fim,
Evitando pisar espinhos.
E esta vivência solitária,
É uma vivência voluntária,
Ou uma barreira....não sei.
Só sei que o mundo, como conheço,
É uma vida que não reconheço,
E dela....me afastei...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Bálsamo
Esqueça os erros, que cometemos,
E procure resgatar o que perdemos...
Esqueça as paixões, que foram loucas,
E tente lembrar-se das emoções,
Que não foram poucas...
Procure esquecer o ódio sentido,
Recordando o amor, por nós, vivido...
Olhe o futuro, esquecendo o passado,
Vivendo o hoje, que lhe é dado...
Perdoe, que te pede o perdão...
Pois ao faze-lo, lavas o coração...
Tente recordar o amor,
Bálsamo refrescante, contra a dor....
Mas não pra mim...
Pois amor, aqui, teve fim.....
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
E procure resgatar o que perdemos...
Esqueça as paixões, que foram loucas,
E tente lembrar-se das emoções,
Que não foram poucas...
Procure esquecer o ódio sentido,
Recordando o amor, por nós, vivido...
Olhe o futuro, esquecendo o passado,
Vivendo o hoje, que lhe é dado...
Perdoe, que te pede o perdão...
Pois ao faze-lo, lavas o coração...
Tente recordar o amor,
Bálsamo refrescante, contra a dor....
Mas não pra mim...
Pois amor, aqui, teve fim.....
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Balanço Da Vida
Olhando o sol nascer,
sobre as tampas da janela,
tento, na mente, reviver,
o olhar daquela mulher tão bela.
Sonho? não, pois não dormia.
sonhar acordado não é meu forte.
talvez fosse um pouco de fantasia,
talvez fosse algo mais que pura sorte.
Tentava voltar atrás, no tempo, no espaço,
procurando uma boa razão para meu fracasso,
tentando, talvez, desculpar-me por ter errado.
a vida não me ensinou a pedir perdão,
talvez seja esta a mais forte razão,
pela qual, desesperadamente, procure o meu passado.
Hoje, sei que errei conscientemente,
e isto me faz sentir-me inútil, culpado.
talvez o tempo me faça ver mais claramente,
que tudo fiz, por estar apaixonado.
Mas perdoar-te? não sei se posso ou poderei,
pois acuso-lhe da pior falta: o desprezo.
não sei se por esta vida, eu a reverei,
mas se viver com isto, para mim, será um peço.
Cada erro que cometemos nesta existência,
e um peço a mais, para nossa consciência,
é algo que, um dia contas teremos que pagar.
e meu erro maior, tenho que confessar,
foi talvez me apaixonar,
e, tarde demais, começar a amar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
sobre as tampas da janela,
tento, na mente, reviver,
o olhar daquela mulher tão bela.
Sonho? não, pois não dormia.
sonhar acordado não é meu forte.
talvez fosse um pouco de fantasia,
talvez fosse algo mais que pura sorte.
Tentava voltar atrás, no tempo, no espaço,
procurando uma boa razão para meu fracasso,
tentando, talvez, desculpar-me por ter errado.
a vida não me ensinou a pedir perdão,
talvez seja esta a mais forte razão,
pela qual, desesperadamente, procure o meu passado.
Hoje, sei que errei conscientemente,
e isto me faz sentir-me inútil, culpado.
talvez o tempo me faça ver mais claramente,
que tudo fiz, por estar apaixonado.
Mas perdoar-te? não sei se posso ou poderei,
pois acuso-lhe da pior falta: o desprezo.
não sei se por esta vida, eu a reverei,
mas se viver com isto, para mim, será um peço.
Cada erro que cometemos nesta existência,
e um peço a mais, para nossa consciência,
é algo que, um dia contas teremos que pagar.
e meu erro maior, tenho que confessar,
foi talvez me apaixonar,
e, tarde demais, começar a amar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Balada Pôr “Tere”.
Sinto saudades,
Quando tuas cartas demoram a chegar.
Sinto saudades,
Quando em ti, começo a pensar.
Sinto tristeza,
Quando penso em nossa distancia aumentando,
Sinto tristeza,
Ao pensar que podes estar chorando.
Que felicidade, quando em minha mente,
Sinto cada vez mais você presente,
Como se você se encontrasse em minha frente.
Que felicidade, quando olho sua foto sobre a moldura,
E penso nesta amizade pura,
Estando eu tão baixo, e você, em tão grande altura.
Quando em teu retrato, coloco o meu olhar,
Choro, sentindo saudade.
Quando eu olho para ao lados, procurando te encontrar,
Choro, pôr nossa amizade.
Quando penso,
Que no passado distante ficou tua lembrança,
Tento voltar.
Quando descubro,
Que ainda resta uma pequena esperança,
Quero ficar.
Como é triste estar solitário, só.
Como é triste, sentir na garganta um nó.
Como faz falta, não ter amigo para confiar.
Como é triste, não ter em quem pensar.
Quero poder te reencontrar,
Frente a frente, te falar,
Das coisas, dos lugares, de tudo.
Mas este sonho, é um sonho antigo,
Onde eu me vejo, sempre contigo,
Você falando e eu parado... como mudo.
Do sempre teu, para o sempre, como sempre,
autor: Carlos Alberto Sepol
escritor@uol.com.br
Quando tuas cartas demoram a chegar.
Sinto saudades,
Quando em ti, começo a pensar.
Sinto tristeza,
Quando penso em nossa distancia aumentando,
Sinto tristeza,
Ao pensar que podes estar chorando.
Que felicidade, quando em minha mente,
Sinto cada vez mais você presente,
Como se você se encontrasse em minha frente.
Que felicidade, quando olho sua foto sobre a moldura,
E penso nesta amizade pura,
Estando eu tão baixo, e você, em tão grande altura.
Quando em teu retrato, coloco o meu olhar,
Choro, sentindo saudade.
Quando eu olho para ao lados, procurando te encontrar,
Choro, pôr nossa amizade.
Quando penso,
Que no passado distante ficou tua lembrança,
Tento voltar.
Quando descubro,
Que ainda resta uma pequena esperança,
Quero ficar.
Como é triste estar solitário, só.
Como é triste, sentir na garganta um nó.
Como faz falta, não ter amigo para confiar.
Como é triste, não ter em quem pensar.
Quero poder te reencontrar,
Frente a frente, te falar,
Das coisas, dos lugares, de tudo.
Mas este sonho, é um sonho antigo,
Onde eu me vejo, sempre contigo,
Você falando e eu parado... como mudo.
Do sempre teu, para o sempre, como sempre,
autor: Carlos Alberto Sepol
escritor@uol.com.br
Auto Analiso
Quando releio poemas, por mim já feitos,
Sempre encontro neles alguns defeitos:
São rimas, fora de lugar,
São temas, difíceis de suportar,
São palavras, colocadas em hora errada,
Ou apenas uma frase, mal estruturada.
Por isso é que procura a perfeição,
Em cada poema....ou cada oração.
Se tivesse que rescrever tudo novamente,
Todos os meus poemas teriam finais diferente.
Não consigo reler o que eu próprio escrevi:
Talvez seja porque eu não sinta...o que senti.
Cada poema, tem seus próprios valores,
Seus próprios sentimentos....seus próprios amores.
São vidas, que já vivi a tempos passados,
Hoje, para mim, são sentimentos superados.
São outros, os meus sentimentos atuais.
Meu modo de pensar tornou-se diferente,
Mas todos são meus: retratos de minha vida.
Vida bem vivida, que não deve ser esquecida.
Ao relê-lo, revivo, momentos por momentos,
Minuto á minuto...meus profundos sentimentos.
São partes importantes de minha estória...
São poemas...são frases....é memória.
São mais que letras no papel: é minha vida,
São retratos do meu viver que ficaram....após a partida!
autor: Carlos Alberto Sepol
escritor@uol.com.br
Sempre encontro neles alguns defeitos:
São rimas, fora de lugar,
São temas, difíceis de suportar,
São palavras, colocadas em hora errada,
Ou apenas uma frase, mal estruturada.
Por isso é que procura a perfeição,
Em cada poema....ou cada oração.
Se tivesse que rescrever tudo novamente,
Todos os meus poemas teriam finais diferente.
Não consigo reler o que eu próprio escrevi:
Talvez seja porque eu não sinta...o que senti.
Cada poema, tem seus próprios valores,
Seus próprios sentimentos....seus próprios amores.
São vidas, que já vivi a tempos passados,
Hoje, para mim, são sentimentos superados.
São outros, os meus sentimentos atuais.
Meu modo de pensar tornou-se diferente,
Mas todos são meus: retratos de minha vida.
Vida bem vivida, que não deve ser esquecida.
Ao relê-lo, revivo, momentos por momentos,
Minuto á minuto...meus profundos sentimentos.
São partes importantes de minha estória...
São poemas...são frases....é memória.
São mais que letras no papel: é minha vida,
São retratos do meu viver que ficaram....após a partida!
autor: Carlos Alberto Sepol
escritor@uol.com.br
Ato De Poetar
Todo e qualquer poema
Que tenha a vida, como tema
É um triunfo, para seu poeta
Pois para escrevê-lo
Ele teve que vive-lo
Sóbrio, de menta aberta.
E a cada frase transcrita
É o próprio poeta quem grita
Demolido, de amor, de saudade
Pôr isso é que a poesia
É um ato de boêmia
Pois ela mostra a verdade
Verdade nua e crua
Que se aprendeu na rua
Ou num banco de jardim
As palavras como o vento
Levam e trazem o sentimento
Até o poeta, até a mim
E analisando o conteúdo
Quero crer que não me iludo
Na hora de escrever
Passo para o papel, mecanicamente
Tudo que me vem a mente
Tudo que tenho a dizer
Não escrevo o que não sentir
Pois em poemas, não se deve mentir
Quem com anda é o pensamento
E a cada poema acabado
É um desejo alcançado
Libertado para o lamento
Nada fica para o amanhã
Pois a mente deve estar sã
Para receber nova mensagem
E cada poema é uma estória
Que sai de minha memória
Até a nova reciclagem
Enfim, o ato de poetar
É como o ato de amar
Tem sua hora, seu momento
E não adianta insistir
Pois não pode existir
Um poema, sem sentimento.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que tenha a vida, como tema
É um triunfo, para seu poeta
Pois para escrevê-lo
Ele teve que vive-lo
Sóbrio, de menta aberta.
E a cada frase transcrita
É o próprio poeta quem grita
Demolido, de amor, de saudade
Pôr isso é que a poesia
É um ato de boêmia
Pois ela mostra a verdade
Verdade nua e crua
Que se aprendeu na rua
Ou num banco de jardim
As palavras como o vento
Levam e trazem o sentimento
Até o poeta, até a mim
E analisando o conteúdo
Quero crer que não me iludo
Na hora de escrever
Passo para o papel, mecanicamente
Tudo que me vem a mente
Tudo que tenho a dizer
Não escrevo o que não sentir
Pois em poemas, não se deve mentir
Quem com anda é o pensamento
E a cada poema acabado
É um desejo alcançado
Libertado para o lamento
Nada fica para o amanhã
Pois a mente deve estar sã
Para receber nova mensagem
E cada poema é uma estória
Que sai de minha memória
Até a nova reciclagem
Enfim, o ato de poetar
É como o ato de amar
Tem sua hora, seu momento
E não adianta insistir
Pois não pode existir
Um poema, sem sentimento.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Ato De Amor...... Loucura!
Reconheço que correu com velocidade,
O ato de te amar...... minha verdade,
O desejo de te ter...... sonho meu.
Fechou meus olhos, o sonho, sonhado,.....
Completei meu agir meio precipitado.....
E sonhei dos sonhos: o meu e o teu.
Que pena, meu amor, que o sonho dobrado,
Se formou, com o tempo, sonhar nublado,
Sem sol...... sem lua....... somente escuridão.
Reconheço ser pequeno o tempo corrida,
Reconheço o quanto tu já deves ter sofrido,
Mas não há culpa em mim.... só emoção.
Sim, há por passar um tempo comum,
Ei de provar que não sou outro algum,
Provar-te-ei que vim inocente.
Haverá o dia em que, num cruzar de olhares,
Conseguimos seguir a vida em pares,
Sem corrermos isolados, como agora corremos.
Certeza tenho, que o ato completada,
Tem um porque do ter sido facilitado,
Peso poder escondido.... que ambos temos.
Só quero possuir um lugar só meu......
Só quero possuir o respeito..... teu,
Só quero ser, entre todos, gente.
Se peço muito..... o azar é meu,
Por ter também sonhado o sonho teu,
Sem cometer a delicadeza de te consultar.
Mas já que está, em suma, o ato feito,
Peço, e tão somente, que releve este defeito,
E tente, somente tente, viver meu sonho..... sonhar.
Sonhar com um futuro, com algo melhor,
Pois o nosso hoje..... já é o pior......
Não há um como se negar os fatos.
Sem o tempo.... será ele avalista,
Do ato de liberdade..... real conquista,
Direito de causarmos nossos próprios sapatos.
O tempo, amor, nos dará o direito,
De vivermos o amor, que trago ao peito,
Em plenitude constante...... felicidade.
O tempo, passado sem perceber,
Fará o sentimento, hoje verde, amadurecer,
E sem percebemos, ele se formará verdade!
autor: Carlos Alberto Sepol
escritor@uol.com.br
O ato de te amar...... minha verdade,
O desejo de te ter...... sonho meu.
Fechou meus olhos, o sonho, sonhado,.....
Completei meu agir meio precipitado.....
E sonhei dos sonhos: o meu e o teu.
Que pena, meu amor, que o sonho dobrado,
Se formou, com o tempo, sonhar nublado,
Sem sol...... sem lua....... somente escuridão.
Reconheço ser pequeno o tempo corrida,
Reconheço o quanto tu já deves ter sofrido,
Mas não há culpa em mim.... só emoção.
Sim, há por passar um tempo comum,
Ei de provar que não sou outro algum,
Provar-te-ei que vim inocente.
Haverá o dia em que, num cruzar de olhares,
Conseguimos seguir a vida em pares,
Sem corrermos isolados, como agora corremos.
Certeza tenho, que o ato completada,
Tem um porque do ter sido facilitado,
Peso poder escondido.... que ambos temos.
Só quero possuir um lugar só meu......
Só quero possuir o respeito..... teu,
Só quero ser, entre todos, gente.
Se peço muito..... o azar é meu,
Por ter também sonhado o sonho teu,
Sem cometer a delicadeza de te consultar.
Mas já que está, em suma, o ato feito,
Peço, e tão somente, que releve este defeito,
E tente, somente tente, viver meu sonho..... sonhar.
Sonhar com um futuro, com algo melhor,
Pois o nosso hoje..... já é o pior......
Não há um como se negar os fatos.
Sem o tempo.... será ele avalista,
Do ato de liberdade..... real conquista,
Direito de causarmos nossos próprios sapatos.
O tempo, amor, nos dará o direito,
De vivermos o amor, que trago ao peito,
Em plenitude constante...... felicidade.
O tempo, passado sem perceber,
Fará o sentimento, hoje verde, amadurecer,
E sem percebemos, ele se formará verdade!
autor: Carlos Alberto Sepol
escritor@uol.com.br
Arrumação
“Recordando os tempos que já vivi,
tentando adivinhar o que virá,
reencontrei os amores que perdi,
lembranças, que só o tempo apagará.
Frases..... esquecidas no passado,
rostos..... que nunca esqueci.
foi um tempo..... á muito acabado,
tempo este.... que já vivi.”
“Recordações, esquecidas na memória,
que não quero e nem deve relembrar.
Elas já entraram em minha estória,
entraram para sempre..... para ficar.
E quando reviramos nosso passado,
há sempre um perigo eminente:
Sempre reencontramos, o que não deve ser encontrado,
pois pode, sem querer, magoar a gente.”
“E foi isto, realmente, o que aconteceu,
quando fiz esta arrumação:
encontrei um velho amor meu,
sufocado pela minha ingratidão.
É triste reviver o que já passou,
e que deve, para nosso bem, ser esquecido.
Mas é bom saber que alguém já nos amou,
e que o amor, entre nós, ainda não está perdido.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
tentando adivinhar o que virá,
reencontrei os amores que perdi,
lembranças, que só o tempo apagará.
Frases..... esquecidas no passado,
rostos..... que nunca esqueci.
foi um tempo..... á muito acabado,
tempo este.... que já vivi.”
“Recordações, esquecidas na memória,
que não quero e nem deve relembrar.
Elas já entraram em minha estória,
entraram para sempre..... para ficar.
E quando reviramos nosso passado,
há sempre um perigo eminente:
Sempre reencontramos, o que não deve ser encontrado,
pois pode, sem querer, magoar a gente.”
“E foi isto, realmente, o que aconteceu,
quando fiz esta arrumação:
encontrei um velho amor meu,
sufocado pela minha ingratidão.
É triste reviver o que já passou,
e que deve, para nosso bem, ser esquecido.
Mas é bom saber que alguém já nos amou,
e que o amor, entre nós, ainda não está perdido.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Arrisco
Só sem pensar no passado ou no presente,
Penso que posso viajar ao inconsciente,
E conseguir livrar-me dos temores.
Sei que o viajar é arriscado,
Pois sinto-me ainda meio enamorado,
Dos fruídos mágicos, de meus amores.
Mas o que ganho, pensando no que passou?
O que ganho, alimentando a ilusão?
Tenho que deixar... quem me deixou...
Tenho que recuperar meu coração.
Se arrisco, arrisco apenas sofrer,
Mas já sofre... O que realmente, estaria arriscando?
Será que o risco é o poder,
Se é assim ,não perco nada...
Pois já perdi... me alegrando.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Penso que posso viajar ao inconsciente,
E conseguir livrar-me dos temores.
Sei que o viajar é arriscado,
Pois sinto-me ainda meio enamorado,
Dos fruídos mágicos, de meus amores.
Mas o que ganho, pensando no que passou?
O que ganho, alimentando a ilusão?
Tenho que deixar... quem me deixou...
Tenho que recuperar meu coração.
Se arrisco, arrisco apenas sofrer,
Mas já sofre... O que realmente, estaria arriscando?
Será que o risco é o poder,
Se é assim ,não perco nada...
Pois já perdi... me alegrando.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Arrependimento
Gostaria de poder ter alguém,
que eu pudesse falar de amor,
que me falasse da vida que tem,
que me contasse sua alegria, sua dor.
Já tive este alguém, ao meu lado,
e perdi, no intermeio da vida.
eu estava apaixonado,
mas com a mente atormentada e sofrida.
Angustiante, este pensar que me cora a face,
cintilante esta solidão que, sem querer, me nasce.
O despertar amargo de um consciência,
o sublime amor, que perdi durante a vida,
o triste recordação, que hoje é sentida,
meu amor; este poeta sofre sua dura penitencia.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
que eu pudesse falar de amor,
que me falasse da vida que tem,
que me contasse sua alegria, sua dor.
Já tive este alguém, ao meu lado,
e perdi, no intermeio da vida.
eu estava apaixonado,
mas com a mente atormentada e sofrida.
Angustiante, este pensar que me cora a face,
cintilante esta solidão que, sem querer, me nasce.
O despertar amargo de um consciência,
o sublime amor, que perdi durante a vida,
o triste recordação, que hoje é sentida,
meu amor; este poeta sofre sua dura penitencia.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Arder O Peito
O peito arde, como se fosse jogado,
Na ferida cardíaca do coração sangrante...
Parece que o seio da paixão é retirado,
Mas reaparece no curvar da vida, adiante.
Sim , estes dizeres parecem o despertar,
De uma magoa, um rancor, um sentimento...
Em excência, eles só chegam a machucar...
Na realidade, são as bases de meu lamento.
Mas a vida vai passando, indo em frente,
Levando o sentir, com força e continuidade.
Enquanto isso, a solidão cuida da gente,
Nos deixando a magoa... da real verdade.
Verdade, que nos leva a encarar de frente,
Os segredos de nossa própria existência...
Talvez no conhecer de um amor ... descente,
Se possa conhecer, em profundidade, a consciência...
O peito ainda arde... ainda dói...
A saudade ainda permanece... não fugiu...
A dor, que peito arde, só corrói,
Deixando a velha saudade, que nos traiu!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Na ferida cardíaca do coração sangrante...
Parece que o seio da paixão é retirado,
Mas reaparece no curvar da vida, adiante.
Sim , estes dizeres parecem o despertar,
De uma magoa, um rancor, um sentimento...
Em excência, eles só chegam a machucar...
Na realidade, são as bases de meu lamento.
Mas a vida vai passando, indo em frente,
Levando o sentir, com força e continuidade.
Enquanto isso, a solidão cuida da gente,
Nos deixando a magoa... da real verdade.
Verdade, que nos leva a encarar de frente,
Os segredos de nossa própria existência...
Talvez no conhecer de um amor ... descente,
Se possa conhecer, em profundidade, a consciência...
O peito ainda arde... ainda dói...
A saudade ainda permanece... não fugiu...
A dor, que peito arde, só corrói,
Deixando a velha saudade, que nos traiu!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Apenas Uma Noite
Cansado, sinceramente estou,
de tentar explicar que não restou,
nem um pingo de amor, absolutamente nada,
daquela nossa noite, nossa madrugada.
Me cobram explicações, querem saber,
se algo aconteceu..... ou deixou de acontecer,
e eu já me cansei de tantas perguntas banais,
são tantas as perguntas.... que já não respondo mais.
Para mim, o que importa, na realidade,
é o que ficou após a noite: a amizade.
o que pensem, ou deixem de pensar,
não me atingem, pois nada tenho á ocultar.
Foi apenas uma noite, onde dois solitários,
trocaram a realidade por sonhos imaginários.
se fizemos bem ou mal, não é importante,
o importante, para nós, foi aquele instante.
Não magoamos ninguém, somente viajamos,
até um ponto no infinito: nos amamos.
mas este nosso amor, tão voraz naquele espaço,
em nosso tempo real, se transformou em fracasso
você, presa ao teu compromisso,
e eu, por importância, tornei-me omisso.
impotente para agir, sem onde me apoiar,
deixei findar o sonho.... não pude continuar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
de tentar explicar que não restou,
nem um pingo de amor, absolutamente nada,
daquela nossa noite, nossa madrugada.
Me cobram explicações, querem saber,
se algo aconteceu..... ou deixou de acontecer,
e eu já me cansei de tantas perguntas banais,
são tantas as perguntas.... que já não respondo mais.
Para mim, o que importa, na realidade,
é o que ficou após a noite: a amizade.
o que pensem, ou deixem de pensar,
não me atingem, pois nada tenho á ocultar.
Foi apenas uma noite, onde dois solitários,
trocaram a realidade por sonhos imaginários.
se fizemos bem ou mal, não é importante,
o importante, para nós, foi aquele instante.
Não magoamos ninguém, somente viajamos,
até um ponto no infinito: nos amamos.
mas este nosso amor, tão voraz naquele espaço,
em nosso tempo real, se transformou em fracasso
você, presa ao teu compromisso,
e eu, por importância, tornei-me omisso.
impotente para agir, sem onde me apoiar,
deixei findar o sonho.... não pude continuar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Apenas Outro Sonho.
Sonho com um amor imaginário,
Mas sei que é um sonho secundário,
Sem nada de concreto ou palpável.
É apenas um velho sonho meu.
Que nasceu quando a felicidade morreu,
Vitima de doença incurável.
Ela sofria de aguda ilusão,
Tendo também complicações com solidão,
E não sabia esperar pelo tempo certo.
Hoje, o tempo já me dá certeza,
De ter um novo amor, sentado a mesa,
E recebe-lo de coração aberto.
Sei que sofri muito, no passado,
Sei que meu coração foi magoado,
Mas isto já faz da memória.
Gostaria de poder novamente,
Sem angustias, livremente ,
Tentando rescrever a minha estória.
Uma estória louca de amor,
Que só trouxe desilusão e dor,
E da qual quero, deverás, esquecer.
Penso possuir este direito,
Pois posso ter mil defeitos,
Mas tenho obrigação de viver.
Devo isto ao meu sonho acabado,
Ao amor, tão desejado,
Ao próprio eu, enfim.
Nada quero guardar na mente,
Quero me sentir contente,
Tendo algo, só para mim.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Mas sei que é um sonho secundário,
Sem nada de concreto ou palpável.
É apenas um velho sonho meu.
Que nasceu quando a felicidade morreu,
Vitima de doença incurável.
Ela sofria de aguda ilusão,
Tendo também complicações com solidão,
E não sabia esperar pelo tempo certo.
Hoje, o tempo já me dá certeza,
De ter um novo amor, sentado a mesa,
E recebe-lo de coração aberto.
Sei que sofri muito, no passado,
Sei que meu coração foi magoado,
Mas isto já faz da memória.
Gostaria de poder novamente,
Sem angustias, livremente ,
Tentando rescrever a minha estória.
Uma estória louca de amor,
Que só trouxe desilusão e dor,
E da qual quero, deverás, esquecer.
Penso possuir este direito,
Pois posso ter mil defeitos,
Mas tenho obrigação de viver.
Devo isto ao meu sonho acabado,
Ao amor, tão desejado,
Ao próprio eu, enfim.
Nada quero guardar na mente,
Quero me sentir contente,
Tendo algo, só para mim.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Aos Iniciantes
Escrever, ditar, comer ou poetar
Basta apenas ter vontade e começar
Não é difícil escrever um poema
O difícil é encontrar um digno tema
Poemas feitos sobre temas sem graça
É como trocar mel por cachaça
O poema tem que saber
Ao tema certo, recorrer
Não basta, simplesmente, se ter á vontade
É necessário se ter sensibilidade
Nem tudo pode virar poesia
É importante se ter a cabeça fria
Por isso, caro poeta iniciante
Seja simples, confiante, galante
Escreva tudo que tens na cabeça
Mas seja honesto, nunca esqueça
Pois a mentira, colocada em um poema
Transforma em mentira, o próprio tema
É claro que o leitor não irá descobrir
Mas pense no que tua consciência irá sentir
Não tenha dó de escrever o que sentir
Pois, com a poesia, terás mais campo, para refletir
Não pense que será fácil o teu começo
Pois meus primeiros versos, hoje, já não reconheço
Eram ruins, sem rimas, sem metrias
Comparando:
Eram palavras, não poesias
Não sei se hoje sou um poeta
Mas, pelo menos, já possuo a mente aberta
Consegui, com meus poemas, sobreviver
E aos meus problemas esquecer
É um refúgio para mim, a poesia
E, fazendo-as sinto imensa alegria
Por isso tente, amigo tente poetar
Tente, o que sente na mente, para o papel passar
Sentirás, no intimo, uma grande satisfação
Em dizer o que pensas, em versos, ao teu irmão.
Autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Basta apenas ter vontade e começar
Não é difícil escrever um poema
O difícil é encontrar um digno tema
Poemas feitos sobre temas sem graça
É como trocar mel por cachaça
O poema tem que saber
Ao tema certo, recorrer
Não basta, simplesmente, se ter á vontade
É necessário se ter sensibilidade
Nem tudo pode virar poesia
É importante se ter a cabeça fria
Por isso, caro poeta iniciante
Seja simples, confiante, galante
Escreva tudo que tens na cabeça
Mas seja honesto, nunca esqueça
Pois a mentira, colocada em um poema
Transforma em mentira, o próprio tema
É claro que o leitor não irá descobrir
Mas pense no que tua consciência irá sentir
Não tenha dó de escrever o que sentir
Pois, com a poesia, terás mais campo, para refletir
Não pense que será fácil o teu começo
Pois meus primeiros versos, hoje, já não reconheço
Eram ruins, sem rimas, sem metrias
Comparando:
Eram palavras, não poesias
Não sei se hoje sou um poeta
Mas, pelo menos, já possuo a mente aberta
Consegui, com meus poemas, sobreviver
E aos meus problemas esquecer
É um refúgio para mim, a poesia
E, fazendo-as sinto imensa alegria
Por isso tente, amigo tente poetar
Tente, o que sente na mente, para o papel passar
Sentirás, no intimo, uma grande satisfação
Em dizer o que pensas, em versos, ao teu irmão.
Autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Aos Acadêmicos Poetas De Nosso Amanhã
Escrever versos caseiros,
É como escrever com tinteiros:
Borra-se a mão e o papel.
Poesia é algo além, do escrever somente:
É escência a própria semente,
Do engolir, em seco, o fel.
O poeta esquece sempre,
Ou procura esquecer,
Que , na vida, é ele o demente,
O demente, que ninguém quer prender.
Sim, pois prender um poeta,
Sempre traz complicações...
O poeta tem mente aberta,
E escreve poemas... na prisão.
Se ele não tem notoriedade,
Basta ser preso... que a ganha.
Se alguém procura a verdade,
Ela esta com o peta... coisa estranha!
Nas formas mais primitivas...
Nas mais remotas mestrias...
Possuem cadeiras cativas,
Poetas e suas poesias...
Os povos, em suas histórias,
Guardam espaços reservados,
Para recordar em memórias,
Seus poetas consagrados.
O porque, não sei explicar...
Talvez não caiba explicação...
Talvez a arte de poetar,
Seja uma maneira de dar lição.
Lições aos menos avisados,
Que não tem a sorte de ler,
Que já foram até enforcados,
Muitos que queriam saber.
Mas saber o que? O que ensinam?
Nada de anormal, suponho...
Penso que os poetas eliminam,
Nossos pensamentos, os medonhos...
Talvez a poesia, em escência,
Seja apenas forma e conteúdo,
Que encontra a nossa consciência,
Quando resolve não deixar mudo.
Talvez o caminho em linha reta,
Para se chegar a fantasia,
E se encontrar a porta aberta.
Talvez, e só talvez, a liberdade,
Um dia, muda ficou, pôr agonia,
E fez uso de uma facilidade:
Nos mandar recados, em poesia.
Talvez, e só talvez, nossa verdade,
Tenho encontrado um modo de dizer,
Que, em poemas, não se encontra facilidades,
Pois, poemas, são difíceis de se fazer.
Talvez sabido descrever o brilho da lua...
Talvez este poeta, tivesse em mente,
Transcrever para o papel, a beleza tua...
Talvez, e só talvez, a poesia,
Tenha nascido junto ao monte das Oliveiras...
Talvez, e só talvez, a fantasia,
Encontre , no poetar, as suas versões verdadeiras!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
É como escrever com tinteiros:
Borra-se a mão e o papel.
Poesia é algo além, do escrever somente:
É escência a própria semente,
Do engolir, em seco, o fel.
O poeta esquece sempre,
Ou procura esquecer,
Que , na vida, é ele o demente,
O demente, que ninguém quer prender.
Sim, pois prender um poeta,
Sempre traz complicações...
O poeta tem mente aberta,
E escreve poemas... na prisão.
Se ele não tem notoriedade,
Basta ser preso... que a ganha.
Se alguém procura a verdade,
Ela esta com o peta... coisa estranha!
Nas formas mais primitivas...
Nas mais remotas mestrias...
Possuem cadeiras cativas,
Poetas e suas poesias...
Os povos, em suas histórias,
Guardam espaços reservados,
Para recordar em memórias,
Seus poetas consagrados.
O porque, não sei explicar...
Talvez não caiba explicação...
Talvez a arte de poetar,
Seja uma maneira de dar lição.
Lições aos menos avisados,
Que não tem a sorte de ler,
Que já foram até enforcados,
Muitos que queriam saber.
Mas saber o que? O que ensinam?
Nada de anormal, suponho...
Penso que os poetas eliminam,
Nossos pensamentos, os medonhos...
Talvez a poesia, em escência,
Seja apenas forma e conteúdo,
Que encontra a nossa consciência,
Quando resolve não deixar mudo.
Talvez o caminho em linha reta,
Para se chegar a fantasia,
E se encontrar a porta aberta.
Talvez, e só talvez, a liberdade,
Um dia, muda ficou, pôr agonia,
E fez uso de uma facilidade:
Nos mandar recados, em poesia.
Talvez, e só talvez, nossa verdade,
Tenho encontrado um modo de dizer,
Que, em poemas, não se encontra facilidades,
Pois, poemas, são difíceis de se fazer.
Talvez sabido descrever o brilho da lua...
Talvez este poeta, tivesse em mente,
Transcrever para o papel, a beleza tua...
Talvez, e só talvez, a poesia,
Tenha nascido junto ao monte das Oliveiras...
Talvez, e só talvez, a fantasia,
Encontre , no poetar, as suas versões verdadeiras!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Ao Ver-te
Era bom esperar o chegar de morfeu,
Abraçado, agarradiço, ao corpo teu...
Era bom acordar, e olhar pro lado,
E sentir o cheiro de teu corpo, cansado....
É bom lembrar do beijo da boca tua...
Era bom, contigo, fazer amor....
Era a troca única, de nosso suor...
Vendo-te livre, liberta, nua...
Era bom, escutar teu gemer baixinho...
Enquanto te fazia carinho...
Era bom sentir que estavas gostando...
Daquela forma única, de meu eu, te amando...
Era bom ser preso entre teus bocados,
Por meio de teus beijos, enamorados...
Colocava-te na cama, sem roupa alguma,
Fazendo-te mulher, como suave espuma...
Lembrar dos beijos, no corpo, na boca...
Teu suspirar baixinho... a voz, rouca...
Davas-me prazer, em cada curva tua...
E me sentia liberto, ao Ter-te... nua...
Mas são só lembranças, de um passado....
Um passado, que já passou, é antigo....
Hoje, por mais que me sinta magoado,
Tenho que concordar, que te tenho, comigo....
Mas são lembranças, lembranças que não morrem
Lembranças, que na solidão, me socorrem....
Me fazem ver o amanha, de olhos bem cansados....
Cansados pelo amar, dos enamorados....
Se esqueci?
Não...
Não esqueci....
Que pena....
Que não mais te terei...
Não mais te terei....
Nua... ao leito!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Abraçado, agarradiço, ao corpo teu...
Era bom acordar, e olhar pro lado,
E sentir o cheiro de teu corpo, cansado....
É bom lembrar do beijo da boca tua...
Era bom, contigo, fazer amor....
Era a troca única, de nosso suor...
Vendo-te livre, liberta, nua...
Era bom, escutar teu gemer baixinho...
Enquanto te fazia carinho...
Era bom sentir que estavas gostando...
Daquela forma única, de meu eu, te amando...
Era bom ser preso entre teus bocados,
Por meio de teus beijos, enamorados...
Colocava-te na cama, sem roupa alguma,
Fazendo-te mulher, como suave espuma...
Lembrar dos beijos, no corpo, na boca...
Teu suspirar baixinho... a voz, rouca...
Davas-me prazer, em cada curva tua...
E me sentia liberto, ao Ter-te... nua...
Mas são só lembranças, de um passado....
Um passado, que já passou, é antigo....
Hoje, por mais que me sinta magoado,
Tenho que concordar, que te tenho, comigo....
Mas são lembranças, lembranças que não morrem
Lembranças, que na solidão, me socorrem....
Me fazem ver o amanha, de olhos bem cansados....
Cansados pelo amar, dos enamorados....
Se esqueci?
Não...
Não esqueci....
Que pena....
Que não mais te terei...
Não mais te terei....
Nua... ao leito!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
domingo, 7 de dezembro de 2008
Ao Pé Do Ouvido
Poeta, tenho para ti, um recado:
olhe teu coração, bem no fundo.
Verás que ele esta magoado,
Magoado, com o proceder do mundo.
É triste ver como sofre o teu amigo,
E nada te diz, mesmo estando sempre contigo.
Sofre calado, sem reclamar,
Controla o sofrimento, para não chorar.
Teu coração esta partido,
Só, sem ninguém, perdido,
E nem seu chorar, podes ouvir,
Pois ele disfarça bem, o seu sentir.
Procure descobrir o motivo desta paixão,
Procure sentir o bater de seu coração,
E verás que ele sofre... que sente dor,
E saberás, no seu intimo, que ele sofre é por amor.
Se puderes, procure ajuda-lo a esquecer,
Tente, de qualquer maneira, entender,
Pois sabes que, sem ele, perdes a inspiração,
Poeta, descubra o que acontece com o teu coração.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
olhe teu coração, bem no fundo.
Verás que ele esta magoado,
Magoado, com o proceder do mundo.
É triste ver como sofre o teu amigo,
E nada te diz, mesmo estando sempre contigo.
Sofre calado, sem reclamar,
Controla o sofrimento, para não chorar.
Teu coração esta partido,
Só, sem ninguém, perdido,
E nem seu chorar, podes ouvir,
Pois ele disfarça bem, o seu sentir.
Procure descobrir o motivo desta paixão,
Procure sentir o bater de seu coração,
E verás que ele sofre... que sente dor,
E saberás, no seu intimo, que ele sofre é por amor.
Se puderes, procure ajuda-lo a esquecer,
Tente, de qualquer maneira, entender,
Pois sabes que, sem ele, perdes a inspiração,
Poeta, descubra o que acontece com o teu coração.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Ao Pé da Serra
Ao pé da serra, uma cidade nasce,
Berço da industria, do progresso, da cultura,
Cidade rica, no despertar da vida,
Cidade..... Povo...... Oh! Mistura pura.
Banana, fruta caseira,
Que representa a pobreza,
Foi motivo de riqueza,
Nesta terra brasileira.
O povo desta terra, chegada ao pé da serra,
Muitas estórias conta.
Dizem que a cidade, nasceu de meia idade,
E ainda não está pronta.
Aqui nasceu um escritor, aqui nasceu sua obra.
Escrevendo com muito amor, á Cubatão,
deu amor de sobra.
Escritor, poeta, sonhador, Schmidt tinha saudade,
Do seu Cubatão do passado, que por ele foi retratado,
Nos tempos de mocidade
Um rio corta a cidade, como veia de sangue alerta.
Como bálsamo da verdade, inspiração deste poeta.
O poeta, as vezes chora, por estar longe de seu berço.
Mas sente, que ao chegar sua hora, saberá rezar seu terço.
Pois quem nasce neste pé de serra,
E tem que daí sair,
Vive pensando na terra,
E derrama lagrimas, ao partir.
Viver longe da terra,
Onde se viveu a mocidade,
É como esquecer a serra,
Onde repousa a cidade.
No pé da serra, calado,
Está o Cruzeiro, a Cruz.
Como um marco abençoado,
É, para Cubatão, Jesus.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Berço da industria, do progresso, da cultura,
Cidade rica, no despertar da vida,
Cidade..... Povo...... Oh! Mistura pura.
Banana, fruta caseira,
Que representa a pobreza,
Foi motivo de riqueza,
Nesta terra brasileira.
O povo desta terra, chegada ao pé da serra,
Muitas estórias conta.
Dizem que a cidade, nasceu de meia idade,
E ainda não está pronta.
Aqui nasceu um escritor, aqui nasceu sua obra.
Escrevendo com muito amor, á Cubatão,
deu amor de sobra.
Escritor, poeta, sonhador, Schmidt tinha saudade,
Do seu Cubatão do passado, que por ele foi retratado,
Nos tempos de mocidade
Um rio corta a cidade, como veia de sangue alerta.
Como bálsamo da verdade, inspiração deste poeta.
O poeta, as vezes chora, por estar longe de seu berço.
Mas sente, que ao chegar sua hora, saberá rezar seu terço.
Pois quem nasce neste pé de serra,
E tem que daí sair,
Vive pensando na terra,
E derrama lagrimas, ao partir.
Viver longe da terra,
Onde se viveu a mocidade,
É como esquecer a serra,
Onde repousa a cidade.
No pé da serra, calado,
Está o Cruzeiro, a Cruz.
Como um marco abençoado,
É, para Cubatão, Jesus.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Ao Meu Melhor Amigo
Eu quero fazer um poema,
Tendo você como tema,
Mas não te posso retratar...
Então, vou dizer o que sinto,
Pois sabes que nunca minto,
Quando podemos conversar...
Quero te agradecer,
Pelo que tentastes fazer,
Por mim, e por "nossa" paixão...
Sei que a coisa ficou complicada,
E não adiantaria mais nada,
Pois é coisa de outra razão...
Obrigado por ajudar
Nossa "menina" a conquistar,
Seu espaço no que queria...
Obrigado por zelar
Pelos meus, sem eu saber rezar,
Lutando com valentia...
Ao olhar o teu chapéu,
Já me vem o gosto do fel,
Que me traz a tua saudade...
Obrigado amigo querido,
Pois mesmo bem escondido
Tens por mim, grande amizade.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Tendo você como tema,
Mas não te posso retratar...
Então, vou dizer o que sinto,
Pois sabes que nunca minto,
Quando podemos conversar...
Quero te agradecer,
Pelo que tentastes fazer,
Por mim, e por "nossa" paixão...
Sei que a coisa ficou complicada,
E não adiantaria mais nada,
Pois é coisa de outra razão...
Obrigado por ajudar
Nossa "menina" a conquistar,
Seu espaço no que queria...
Obrigado por zelar
Pelos meus, sem eu saber rezar,
Lutando com valentia...
Ao olhar o teu chapéu,
Já me vem o gosto do fel,
Que me traz a tua saudade...
Obrigado amigo querido,
Pois mesmo bem escondido
Tens por mim, grande amizade.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Ao Amigo Orfeu
Sono, vem ajudar-me a dormir,
Ajudar-me da solidão, sair,
Tenha piedade desde poeta,
Que esta cansado de manter a porta aberta.
Se faz necessário um bom descanso,
Para realizarmos um bom balanço,
Da vida, dos erros, dos amores.
Nada peço que não seja meu direito,
Só quero a solidão fora do peito,
Para fazer uma faxina nos meus temores
Oh’ meu amigo ingrato Orfel,
Atenda-me neste pedido meu.
Me acolha nos teus longos braços,
E deixe-me revigorar-me dos meus cansaços.
A tempos, te mandei meu grito,
O gritar do poeta aflito,
E tu nem sequer me escutou.
Hoje, dedico-te este poema,
Como prova de meu dilema,
E de como o poeta ficou.
Reduzido a simples farrapo,
Um amontoado de carne, osso, trapo,
Sem forças nem para pensar,
Muito menos para poetar.
Espero que tua sabedoria,
Dê o devido valor á poesia,
E raspei-te este poeta que a faz.
Dá, a ele, o sono merecido,
Deixe descansar o homem sofrido,
Liberte-o da solidão, dar-lhe a paz.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Ajudar-me da solidão, sair,
Tenha piedade desde poeta,
Que esta cansado de manter a porta aberta.
Se faz necessário um bom descanso,
Para realizarmos um bom balanço,
Da vida, dos erros, dos amores.
Nada peço que não seja meu direito,
Só quero a solidão fora do peito,
Para fazer uma faxina nos meus temores
Oh’ meu amigo ingrato Orfel,
Atenda-me neste pedido meu.
Me acolha nos teus longos braços,
E deixe-me revigorar-me dos meus cansaços.
A tempos, te mandei meu grito,
O gritar do poeta aflito,
E tu nem sequer me escutou.
Hoje, dedico-te este poema,
Como prova de meu dilema,
E de como o poeta ficou.
Reduzido a simples farrapo,
Um amontoado de carne, osso, trapo,
Sem forças nem para pensar,
Muito menos para poetar.
Espero que tua sabedoria,
Dê o devido valor á poesia,
E raspei-te este poeta que a faz.
Dá, a ele, o sono merecido,
Deixe descansar o homem sofrido,
Liberte-o da solidão, dar-lhe a paz.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Ano Novo
Ano novo, nova roupa, roupa nova
Amores, postos a prove
Saudades do antigamente
Quando tudo era diferente
Recordações do que já vivi
Saudades do que não esqueci
Lembranças, levadas pelo vento
Preces dirigidas ao firmamento
Beijos, dados aos presentes
Saudades, saudades dos ausentes
Ano novo, tudo novo
Felicidades ao povo
Menos fome, mais alegrias
Carnaval com fantasias
Aos jovens, novos amores
Aos idosos, fim dos temores
E a todo, deitados ou em pé
Que tenham, este ano, maior fé.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amores, postos a prove
Saudades do antigamente
Quando tudo era diferente
Recordações do que já vivi
Saudades do que não esqueci
Lembranças, levadas pelo vento
Preces dirigidas ao firmamento
Beijos, dados aos presentes
Saudades, saudades dos ausentes
Ano novo, tudo novo
Felicidades ao povo
Menos fome, mais alegrias
Carnaval com fantasias
Aos jovens, novos amores
Aos idosos, fim dos temores
E a todo, deitados ou em pé
Que tenham, este ano, maior fé.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Angustia, Triste Angustia:
Hoje sinto-me angustiado...
Um nó na garganta... sufocante!
Sinto-me, pôr dentro, magoado...
É algo confuso, intrigante!
Não sei o que acontece...
Talvez seja amor perdido,
Que nunca a gente esquece...
Mas pensa ter esquecido!
Não sei se é esse o motivo,
Nem se essa é a explicação,
Mas muito tempo, que vivo,
Com um aperto... no coração!
Não sei o que devo pensar...
Não sei o que devo sentir...
Só sei que não devo esperar,
O tempo... ainda pôr vir!
Devo me pôr a caminho,
Procurando a solução...
Se devo viver sozinho,
Ou com um amor... no coração!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Um nó na garganta... sufocante!
Sinto-me, pôr dentro, magoado...
É algo confuso, intrigante!
Não sei o que acontece...
Talvez seja amor perdido,
Que nunca a gente esquece...
Mas pensa ter esquecido!
Não sei se é esse o motivo,
Nem se essa é a explicação,
Mas muito tempo, que vivo,
Com um aperto... no coração!
Não sei o que devo pensar...
Não sei o que devo sentir...
Só sei que não devo esperar,
O tempo... ainda pôr vir!
Devo me pôr a caminho,
Procurando a solução...
Se devo viver sozinho,
Ou com um amor... no coração!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amor
O amor, em sua grandeza onipresente,
É grande aliado, eu grande rival...
Como aliado, quase sempre nos causa mal...
Como inimigo, tem o poder de nos deixar doente.
Em instancia, última e primeira,
Vê com forças, quase sempre sem controle,
E nossa queda é verdadeira...
Nosso cair, nos deixa mole.
A moleza, em que o coração nos coloca,
É tão imensa, como é a vida:
Ou ele nos encurra-la em uma toca,
Ou, sem hesitar, nos dá a despedida.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
É grande aliado, eu grande rival...
Como aliado, quase sempre nos causa mal...
Como inimigo, tem o poder de nos deixar doente.
Em instancia, última e primeira,
Vê com forças, quase sempre sem controle,
E nossa queda é verdadeira...
Nosso cair, nos deixa mole.
A moleza, em que o coração nos coloca,
É tão imensa, como é a vida:
Ou ele nos encurra-la em uma toca,
Ou, sem hesitar, nos dá a despedida.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amor Maduro
Um poema já disse, um dia,
Que o amor platônico enlouquecia.
Mas acho que ele só enlouquece,
Quando ninguém o reconhece.
Eu já amei platonicamente,
Mas foi um amor diferente.
Hoje tudo não passa de lembranças,
E o amor, se tornou esperança.
Não sei o que sinto neste momento,
Nem sei se pode ser puro o sentimento.
Sei que algo sinto, não sei como explicar,
Talvez eu sinta uma nova forma de amar.
Com maior firmeza, maior emoção,
Maior calma, maior controle, sem ilusão.
Um amor maduro, livre de fantasia.
E eu gosto do novo modo, com que ele se apresenta.
Ele aparece de mansinho numa cavalgada lenta.
Sem poeiras a levantaram, a sua passagem,
Um amor maduro, com maior coragem,
Sem aquele pedir de concessões,
Sem aqueles amontoar de emoções.
Um amor mais consciente,
Um amor, que nos torna gente.
No meu pensar, neste momento.
Se apresenta um novo amor, com amadurecimento.
Sem aquela paixão, quase loucura,
Que procurava provar-se pura.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que o amor platônico enlouquecia.
Mas acho que ele só enlouquece,
Quando ninguém o reconhece.
Eu já amei platonicamente,
Mas foi um amor diferente.
Hoje tudo não passa de lembranças,
E o amor, se tornou esperança.
Não sei o que sinto neste momento,
Nem sei se pode ser puro o sentimento.
Sei que algo sinto, não sei como explicar,
Talvez eu sinta uma nova forma de amar.
Com maior firmeza, maior emoção,
Maior calma, maior controle, sem ilusão.
Um amor maduro, livre de fantasia.
E eu gosto do novo modo, com que ele se apresenta.
Ele aparece de mansinho numa cavalgada lenta.
Sem poeiras a levantaram, a sua passagem,
Um amor maduro, com maior coragem,
Sem aquele pedir de concessões,
Sem aqueles amontoar de emoções.
Um amor mais consciente,
Um amor, que nos torna gente.
No meu pensar, neste momento.
Se apresenta um novo amor, com amadurecimento.
Sem aquela paixão, quase loucura,
Que procurava provar-se pura.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amor Já Superado
Amar-te, já não é mais possível, confesso.
Saia, pois, de minha vida, lhe peço.
Não há mais nada a fazer: terminou.
Aquilo que nos unia, simplesmente acabou.
Hoje, só há recordações, saudades,
parece que descobriram nossas verdades,
e o que pensava-mos ser amor, não era nada,
além de paixão, ilusão da madrugada.
Dou-te a sonhada liberdade.
Hoje, sinto por ti somente amizade.
Nada mais testou, tenho certeza,
saímos, como entramos: cabeça erguida, sinal de nobreza.
Não há dividas, a resgatar,
não há lagrimas, para o chorar.
Há só lembranças, felizes lembranças,
e há o despertar de novas esperanças.
Esperanças no amanhã, no futuro,
pois aquilo que foi nosso, já terminou: te juro.
E depois que os caminhos são desligados,
não há retornos, a serem considerados.
Há só seguir em frente, sem para traz olhar.
É como o abrir dos olhos, após o despertara.
O passado, como nossos sonhos, estão enterrados.
Só ficou a lembrança de um amor, já superado.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Saia, pois, de minha vida, lhe peço.
Não há mais nada a fazer: terminou.
Aquilo que nos unia, simplesmente acabou.
Hoje, só há recordações, saudades,
parece que descobriram nossas verdades,
e o que pensava-mos ser amor, não era nada,
além de paixão, ilusão da madrugada.
Dou-te a sonhada liberdade.
Hoje, sinto por ti somente amizade.
Nada mais testou, tenho certeza,
saímos, como entramos: cabeça erguida, sinal de nobreza.
Não há dividas, a resgatar,
não há lagrimas, para o chorar.
Há só lembranças, felizes lembranças,
e há o despertar de novas esperanças.
Esperanças no amanhã, no futuro,
pois aquilo que foi nosso, já terminou: te juro.
E depois que os caminhos são desligados,
não há retornos, a serem considerados.
Há só seguir em frente, sem para traz olhar.
É como o abrir dos olhos, após o despertara.
O passado, como nossos sonhos, estão enterrados.
Só ficou a lembrança de um amor, já superado.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amizade
Reconheço não haver, em mim, direitos...
Reconheço que é chegado ao fim nosso começo...
Talvez nem a mínima explicação mereço...
Mas há, em mim, a mais lúcida consciência,
Que, pôr mais que encontre em penitencia,
Não foram somente meus, todos os defeitos.
Humanos foram os erros que cometemos...
Desastrosas foram as paixões, que alimentamos...
Talvez, e só talvez, demais amamos...
Esquecendo o outro “eu”, do outro lado,
Que, no correr do tempo, foi sufocado,
Pela ânsia do “ser só meu”, que todos temos.
Se houver o reconhecer dessa verdade,
Mesmo que venha com atraso considerável,
Acho que o aprender, será louvável,
No começo, iniciou ou fim, pouco importa,
Mas será a novidade do abrir a porta,
Onde , queiramos ou não, há amizade!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Reconheço que é chegado ao fim nosso começo...
Talvez nem a mínima explicação mereço...
Mas há, em mim, a mais lúcida consciência,
Que, pôr mais que encontre em penitencia,
Não foram somente meus, todos os defeitos.
Humanos foram os erros que cometemos...
Desastrosas foram as paixões, que alimentamos...
Talvez, e só talvez, demais amamos...
Esquecendo o outro “eu”, do outro lado,
Que, no correr do tempo, foi sufocado,
Pela ânsia do “ser só meu”, que todos temos.
Se houver o reconhecer dessa verdade,
Mesmo que venha com atraso considerável,
Acho que o aprender, será louvável,
No começo, iniciou ou fim, pouco importa,
Mas será a novidade do abrir a porta,
Onde , queiramos ou não, há amizade!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amigos
Amigos leais, são coisas raras,
Quase todos tem duas caras:
Uma nos colhe com simpatia,
A outra age com covardia.
Perdoar a quem nos trai abertamente,
É ato digno e consciente,
Mas é difícil, para quem perdoa.
Só quem o faz é a alma boa.
Não posso dizer que sei perdoar,
Pois é difícil se esquecer uma traição,
E eu nunca soube renegar,
Um digno estender de mão.
Amigo no meu entender,
É pôr quem posso morrer.
E são poucos que tenho assim:
Que podem pedir tudo para mim.
Os outros são conhecidos,
São colegas passageiros,
São mudos desconhecidos,
Não chegam aos pés dos primeiros.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Quase todos tem duas caras:
Uma nos colhe com simpatia,
A outra age com covardia.
Perdoar a quem nos trai abertamente,
É ato digno e consciente,
Mas é difícil, para quem perdoa.
Só quem o faz é a alma boa.
Não posso dizer que sei perdoar,
Pois é difícil se esquecer uma traição,
E eu nunca soube renegar,
Um digno estender de mão.
Amigo no meu entender,
É pôr quem posso morrer.
E são poucos que tenho assim:
Que podem pedir tudo para mim.
Os outros são conhecidos,
São colegas passageiros,
São mudos desconhecidos,
Não chegam aos pés dos primeiros.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amigos São Assim...
Amigo é o sujeito,
Que nunca é perfeito,
Mas a gente tem que aguentar...
Amigo é o camarada,
Que nos rouba a namorada
E corre para nos contar...
Amigo quando trapalhão,
Bate com nosso carro num paredão,
E diz que foi só um risquinho...
Amigo quando vem pra almoçar,
Traz sempre outro amigo sem avisar
E nunca come pouquinho...
Quando o amigo bebe demais,
Chama bicha de rapaz
E repete o que diz mil vezes...
Mas há o amigo comportado,
Que nada te faz de errado,
E até exagera na timidez...
Também tem o amigo bicão,
Que te pede pra pagar condução,
Jurando que vai devolver...
Tem aquele chato amigo,
Que sempre quer ir contigo
E não te deixa resolver...
Tem o amigo careta,
Que não usa camiseta
E te critica por estar usando...
Tem aquele que é artista,
Se diz ótimo motorista,
Mas nunca o vês pilotando...
Tem aquele chegadinho,
Que fala fino e mansinho
E detesta tua mulher...
O mais perigoso é o machão,
Que faz de mulher, coleção,
E já perguntou pra tua, se quer !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que nunca é perfeito,
Mas a gente tem que aguentar...
Amigo é o camarada,
Que nos rouba a namorada
E corre para nos contar...
Amigo quando trapalhão,
Bate com nosso carro num paredão,
E diz que foi só um risquinho...
Amigo quando vem pra almoçar,
Traz sempre outro amigo sem avisar
E nunca come pouquinho...
Quando o amigo bebe demais,
Chama bicha de rapaz
E repete o que diz mil vezes...
Mas há o amigo comportado,
Que nada te faz de errado,
E até exagera na timidez...
Também tem o amigo bicão,
Que te pede pra pagar condução,
Jurando que vai devolver...
Tem aquele chato amigo,
Que sempre quer ir contigo
E não te deixa resolver...
Tem o amigo careta,
Que não usa camiseta
E te critica por estar usando...
Tem aquele que é artista,
Se diz ótimo motorista,
Mas nunca o vês pilotando...
Tem aquele chegadinho,
Que fala fino e mansinho
E detesta tua mulher...
O mais perigoso é o machão,
Que faz de mulher, coleção,
E já perguntou pra tua, se quer !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amenizando O Fel
Colocando palavra no papel,
O poeta tenta amenizar seu fel,
Transmitindo, ao poema, sua amargura...
Em cada versos... transmite uma aventura...
Seus pensamentos, são como aventureiros...
Seus poemas, tentam serem verdadeiros...
Mas, no meio, intervém a fantasia...
E o poeta , muda o sentido da poesia...
Mas nem com fantasia, deixa de ser real,
O poema, que sempre chega ao seu final,
Com um ponto de vista, bem traçado,
Daquilo que era a verdade... no passado.
Não importa se é verdade ou fantasia...
O importante é que é pura poesia...
E o poeta se sente recompensado,
Em saber que não ficou, em si, trancado...
Que conseguiu expandir seus sentimentos,
Dando, aos povos, novos divertimentos,
Que chegam a serem culturas... para alguns;
Que não chegam a serem nada... para nenhuns.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
O poeta tenta amenizar seu fel,
Transmitindo, ao poema, sua amargura...
Em cada versos... transmite uma aventura...
Seus pensamentos, são como aventureiros...
Seus poemas, tentam serem verdadeiros...
Mas, no meio, intervém a fantasia...
E o poeta , muda o sentido da poesia...
Mas nem com fantasia, deixa de ser real,
O poema, que sempre chega ao seu final,
Com um ponto de vista, bem traçado,
Daquilo que era a verdade... no passado.
Não importa se é verdade ou fantasia...
O importante é que é pura poesia...
E o poeta se sente recompensado,
Em saber que não ficou, em si, trancado...
Que conseguiu expandir seus sentimentos,
Dando, aos povos, novos divertimentos,
Que chegam a serem culturas... para alguns;
Que não chegam a serem nada... para nenhuns.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amar, Mas Como?
Amar, sim, mas como,
Se já não me resta nada........
Se já perdi a esperança,
De reconquistar minha amada.
Amar, mas com o pensamento,
Que viaja com a facilidade do vento,
Sem nem permissão pedir.
Amar como se ama a natureza,
Preservando-se a nobreza,
A calma...... a paixão...... o sentir.
Amar com a candura das flores,
Preservando mil amores,
Sorrindo, antes de chorar.
Amar com o coração aberto,
Sorrir com sorriso discreto,
Recordando, antes de lembrar.
Falar baixinho ao ouvido,
Estar presente, sem ser sentido,
Ter sempre um perdão, a dar.
Falar do amor com ternura......
Ter sempre a bondade pura......
Estar sempre...... sempre a esperar.
Este é o amor verdadeiro,
Aquele que dá , sem receber......
Aquele que foi o primeiro......
Aquele que nunca, irá morrer.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Se já não me resta nada........
Se já perdi a esperança,
De reconquistar minha amada.
Amar, mas com o pensamento,
Que viaja com a facilidade do vento,
Sem nem permissão pedir.
Amar como se ama a natureza,
Preservando-se a nobreza,
A calma...... a paixão...... o sentir.
Amar com a candura das flores,
Preservando mil amores,
Sorrindo, antes de chorar.
Amar com o coração aberto,
Sorrir com sorriso discreto,
Recordando, antes de lembrar.
Falar baixinho ao ouvido,
Estar presente, sem ser sentido,
Ter sempre um perdão, a dar.
Falar do amor com ternura......
Ter sempre a bondade pura......
Estar sempre...... sempre a esperar.
Este é o amor verdadeiro,
Aquele que dá , sem receber......
Aquele que foi o primeiro......
Aquele que nunca, irá morrer.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amar É Algo Complicado.
Amar é algo complicado,
E penso não estar preparado,
Para assumir, como devia,
E deixar-me pela fantasia.
Agora que tudo acabou,
E que nada, deste amor, restou,
Tento entender o que aconteceu,
E vejo que culpado fui eu.
Não fui persistente, seguro,
E perdi um amor tão puro.
Agora nada me resta a fazer,
A não ser tentar esquecer.
E o esquecimento, parece ser a saída,
Desta solidão tão sofrida,
Que afoga meu coração magoado,
Que, para sobreviver, não esta preparado.
Não posso dizer que não há saudade,
Se dissesse, negaria a verdade,
A saudade foi o que restou,
Deste triste amor, que acabou.
O resto, tento apagar da mente,
Sendo livre, alegre, contente,
Mas pôr dentro, só eu sei,
O quanto, pôr amor, já chorei.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
E penso não estar preparado,
Para assumir, como devia,
E deixar-me pela fantasia.
Agora que tudo acabou,
E que nada, deste amor, restou,
Tento entender o que aconteceu,
E vejo que culpado fui eu.
Não fui persistente, seguro,
E perdi um amor tão puro.
Agora nada me resta a fazer,
A não ser tentar esquecer.
E o esquecimento, parece ser a saída,
Desta solidão tão sofrida,
Que afoga meu coração magoado,
Que, para sobreviver, não esta preparado.
Não posso dizer que não há saudade,
Se dissesse, negaria a verdade,
A saudade foi o que restou,
Deste triste amor, que acabou.
O resto, tento apagar da mente,
Sendo livre, alegre, contente,
Mas pôr dentro, só eu sei,
O quanto, pôr amor, já chorei.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
sábado, 6 de dezembro de 2008
Amante, Amiga, Amada
Nada ficou como marco da saudade,
Nada deixastes quando perdestes a noção,
Do teu caminho para certa felicidade,
Que trocastes pôr uma fala de ilusão,
Mas não é tarde e nunca e nunca será,
Para encontrares alguém que te amará,
Relvando tuas angustias, teus defeitos,
Reconhecendo, em você, alguns direitos,
Que sejas feliz em tua procura,
Que não sofras com esta tola aventura,
E que tenhas um porta para bater,
Quando algo de grave te acontecer,
Que possas contar com um bom amigo,
Para sem perguntar, segurar-te a mão,
Que tenhas sempre um teto, com abrigo,
E que tenhas tempo para orar uma oração,
Que teus sonhos sejam todos realizados,
Que tu saibas conviver com a fantasia,
Que teus momentos, sejam sempre relembrados,
Não com lagrimas, mas com intensa alegria,
Pois não te quero mal e nem poderia,
És a musa de minha triste poesia,
Nos meus sonhos, tu serás sempre lembrada,
Como amante , como amiga, como amada.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Nada deixastes quando perdestes a noção,
Do teu caminho para certa felicidade,
Que trocastes pôr uma fala de ilusão,
Mas não é tarde e nunca e nunca será,
Para encontrares alguém que te amará,
Relvando tuas angustias, teus defeitos,
Reconhecendo, em você, alguns direitos,
Que sejas feliz em tua procura,
Que não sofras com esta tola aventura,
E que tenhas um porta para bater,
Quando algo de grave te acontecer,
Que possas contar com um bom amigo,
Para sem perguntar, segurar-te a mão,
Que tenhas sempre um teto, com abrigo,
E que tenhas tempo para orar uma oração,
Que teus sonhos sejam todos realizados,
Que tu saibas conviver com a fantasia,
Que teus momentos, sejam sempre relembrados,
Não com lagrimas, mas com intensa alegria,
Pois não te quero mal e nem poderia,
És a musa de minha triste poesia,
Nos meus sonhos, tu serás sempre lembrada,
Como amante , como amiga, como amada.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Amanhece
A chuva bate em minha janela
Como uma amante, desesperada
Não há luz: Acendo a vela
O relógio informa: É madrugada
Uma quente noite de verão
Sem lua, sem brisa, sem vento
Escuto o bater de meu coração
E, sem camisa, saio ao relento
Ao longe, se ouve o quebrar do mar
As ondas batem, na praia deserta
O dia começa a despertar
Está chegando o sol, sempre alerta
A madrugada se torna o dia
Um sol forte, nos queima o rosto
Parece o despertar da fantasia
E vem o dia, tomar seu posto
A chuva continua a cair
Mas agora sem tanta firmeza
Aos poucos, irá desistir
Vencida, talvez pela beleza
Beleza de um dia quente de verão
Que nasceu com força do firmamento
Acelera as batidas de meu coração
É forte agora meu sentimento
Um sentimento de liberdade
Uma forte comunhão com a natureza
É visível minha felicidade
Sinto terminada minha tristeza.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Como uma amante, desesperada
Não há luz: Acendo a vela
O relógio informa: É madrugada
Uma quente noite de verão
Sem lua, sem brisa, sem vento
Escuto o bater de meu coração
E, sem camisa, saio ao relento
Ao longe, se ouve o quebrar do mar
As ondas batem, na praia deserta
O dia começa a despertar
Está chegando o sol, sempre alerta
A madrugada se torna o dia
Um sol forte, nos queima o rosto
Parece o despertar da fantasia
E vem o dia, tomar seu posto
A chuva continua a cair
Mas agora sem tanta firmeza
Aos poucos, irá desistir
Vencida, talvez pela beleza
Beleza de um dia quente de verão
Que nasceu com força do firmamento
Acelera as batidas de meu coração
É forte agora meu sentimento
Um sentimento de liberdade
Uma forte comunhão com a natureza
É visível minha felicidade
Sinto terminada minha tristeza.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Alta Pretensão
Queria poder ter o dom de ser orador,
Para dizer, sempre alto, para todos ouvirem,
A verdade, que faria os outros sentirem,
A força maior, deste meu puro amor.
Queria possuir a felicidade, já perdida,
Para poder modificar minha vida,
E sentir a paixão, que um dia senti.
Mas como não posso ter tudo que quero,
Apenas lhe dou este abraço singelo,
Em nome daquilo que um dia, perdi.
Perdi meu amor, a base de tudo,
Pôr isso te digo: não me iludo,
Com os beijos me dado, em sinal de respeito.
Nada tenho a dar hoje em dia,
A não ser a minha doce alegria,
Que guardo fechada, tristonha, ao peito.
E esta alegria que guardo para mim,
Só será resgatada, quando eu chegar ao fim,
No dia da morte, que um dia, virá.
Ela, forte e pura, como é,
Manterá viva minha fé,
A fé a esperança, que um dia, permanecerá.
Não haverá um poder para sufoca-la,
Ninguém poderá isola-la,
Ela ficará viva... será permanente.
E no conceito das gerações futuras,
As paixões serão cada vez mais puras,
E o mundo, será diferente.
Sei que a minha pretensão é maior que o espaço,
Mas sigo para ele, passo á passo,
Procurando meu lugar, meu ideal.
Talvez não consiga encontra-lo,
Mas sei que irei acha-lo,
No meu dia do eterno final.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Para dizer, sempre alto, para todos ouvirem,
A verdade, que faria os outros sentirem,
A força maior, deste meu puro amor.
Queria possuir a felicidade, já perdida,
Para poder modificar minha vida,
E sentir a paixão, que um dia senti.
Mas como não posso ter tudo que quero,
Apenas lhe dou este abraço singelo,
Em nome daquilo que um dia, perdi.
Perdi meu amor, a base de tudo,
Pôr isso te digo: não me iludo,
Com os beijos me dado, em sinal de respeito.
Nada tenho a dar hoje em dia,
A não ser a minha doce alegria,
Que guardo fechada, tristonha, ao peito.
E esta alegria que guardo para mim,
Só será resgatada, quando eu chegar ao fim,
No dia da morte, que um dia, virá.
Ela, forte e pura, como é,
Manterá viva minha fé,
A fé a esperança, que um dia, permanecerá.
Não haverá um poder para sufoca-la,
Ninguém poderá isola-la,
Ela ficará viva... será permanente.
E no conceito das gerações futuras,
As paixões serão cada vez mais puras,
E o mundo, será diferente.
Sei que a minha pretensão é maior que o espaço,
Mas sigo para ele, passo á passo,
Procurando meu lugar, meu ideal.
Talvez não consiga encontra-lo,
Mas sei que irei acha-lo,
No meu dia do eterno final.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Alguém Nunca Esquecida
Um cigarro, acesso no canto da boca,
Um falar macio, uma voz quase rouca,
Um olhar tristonho: lhe falta o brilhar,
De um coração consciente do valor de verbo amar,
Quanto mais procuro, não consigo distinguir
O porque desta tristeza, contida no teu sorrir.
Não há um porque visível, de imediato
Mas posso sentir, na voz, que me escondes um triste fato.
É, por certo inconsciente, esta tua declaração.
Procuras transpor barreiras, alimentando a solidão.
Mas a mim, não deves esconder este teu fracasso
Pois, só em te observar, conheço tua vida passo a passo.
És uma mariposa, voando nos orvalhos das noites
Sonhando com mil amantes, livrando-se de mil açoites.
Tens um passado, enterrado em tua memória
É triste e solitária, a tua negra estória.
Se não queres me conta-la, é um direito teu
Mas deixe-me ajuda-la.... o risco será só meu.
Tentes desabafar esta magoa, que trazes ao peito
Que para mim, boêmio e poeta, não é defeito.
Muitas donzelas, criadas no luxo e gloria,
Não tem a dignidade, que deve ter a tua estória.
Tens todo o direito de esconder tua verdade
Mas sinto que posso, coincidentemente, te dar minha amizade.
A amizade sincera, que nada pedirá
Aquele amigo consciente, que sempre te ajudará.
Sei que não podes crer no meu recado,
Mas peço que acredites, neste poeta preocupado
Minha preocupação, não é com o presente nem com o passado
Mas sim com o teu futuro. Com o teu olhar cansado
Com as injustiças, que ainda chegaram
Com as verdadeiras magoas, que ainda te magoaram
Quero ajudar-te, meiga criança...Em memória de uma lembrança
De alguém, que eu perdi para a vida,...Que nunca foi e nem será esquecida.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Um falar macio, uma voz quase rouca,
Um olhar tristonho: lhe falta o brilhar,
De um coração consciente do valor de verbo amar,
Quanto mais procuro, não consigo distinguir
O porque desta tristeza, contida no teu sorrir.
Não há um porque visível, de imediato
Mas posso sentir, na voz, que me escondes um triste fato.
É, por certo inconsciente, esta tua declaração.
Procuras transpor barreiras, alimentando a solidão.
Mas a mim, não deves esconder este teu fracasso
Pois, só em te observar, conheço tua vida passo a passo.
És uma mariposa, voando nos orvalhos das noites
Sonhando com mil amantes, livrando-se de mil açoites.
Tens um passado, enterrado em tua memória
É triste e solitária, a tua negra estória.
Se não queres me conta-la, é um direito teu
Mas deixe-me ajuda-la.... o risco será só meu.
Tentes desabafar esta magoa, que trazes ao peito
Que para mim, boêmio e poeta, não é defeito.
Muitas donzelas, criadas no luxo e gloria,
Não tem a dignidade, que deve ter a tua estória.
Tens todo o direito de esconder tua verdade
Mas sinto que posso, coincidentemente, te dar minha amizade.
A amizade sincera, que nada pedirá
Aquele amigo consciente, que sempre te ajudará.
Sei que não podes crer no meu recado,
Mas peço que acredites, neste poeta preocupado
Minha preocupação, não é com o presente nem com o passado
Mas sim com o teu futuro. Com o teu olhar cansado
Com as injustiças, que ainda chegaram
Com as verdadeiras magoas, que ainda te magoaram
Quero ajudar-te, meiga criança...Em memória de uma lembrança
De alguém, que eu perdi para a vida,...Que nunca foi e nem será esquecida.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Algo Novo....Diferente
Quando o amor é a dois,
Nada fica pra depois,
Nada chega certamente ao fim...
Pode ficar estremecido,
Ser curto, não mais comprido,
Mas fica... Eu penso assim !
Enquanto existir realmente,
Algo novo, diferente,
Haverá sempre a lembrança
Misturada à esperança,
Que nos faz pagar o preço !
O amor assim dividido,
Se torna mais comprometido,
Mais sólido, sem rachadura...
É algo que acontece...
É algo que não se esquece...
É outra coisa, é candura!
É beijo que vem com fome...
É paixão com outro nome...
É loucura consciente...
É o continuar de tudo,
A voz de um olhar mudo...
Algo novo, diferente !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Nada fica pra depois,
Nada chega certamente ao fim...
Pode ficar estremecido,
Ser curto, não mais comprido,
Mas fica... Eu penso assim !
Enquanto existir realmente,
Algo novo, diferente,
Haverá sempre a lembrança
Misturada à esperança,
Que nos faz pagar o preço !
O amor assim dividido,
Se torna mais comprometido,
Mais sólido, sem rachadura...
É algo que acontece...
É algo que não se esquece...
É outra coisa, é candura!
É beijo que vem com fome...
É paixão com outro nome...
É loucura consciente...
É o continuar de tudo,
A voz de um olhar mudo...
Algo novo, diferente !
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Algo Foi Perdido
As vezes, dói em mim uma saudade,
Dos meus tempos de boêmia... farrista.
Eu procurava felicidade,
Em noitadas, improvisadas pôr conquistas.
Agora, tudo isso não mais atrai...
Não sinto vontade de conquistar ninguém...
Talvez, como saudade, isso vem e vai...
Talvez valha menos...menos que “um vintém”.
Não sei se voltaria á boêmia...
Nem sei se posso, um dia, retornar...
Só sei que já não penso em fantasia...
Não penso. Não penso mais em farrear...
Pôr fora sou o mesmo, sem mudanças...
Foi pôr dentro, bem no intimo, que mudei...
Talvez tenha minha esperança...
Ou talvez, tenha eu perdido...
Quem amei!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Dos meus tempos de boêmia... farrista.
Eu procurava felicidade,
Em noitadas, improvisadas pôr conquistas.
Agora, tudo isso não mais atrai...
Não sinto vontade de conquistar ninguém...
Talvez, como saudade, isso vem e vai...
Talvez valha menos...menos que “um vintém”.
Não sei se voltaria á boêmia...
Nem sei se posso, um dia, retornar...
Só sei que já não penso em fantasia...
Não penso. Não penso mais em farrear...
Pôr fora sou o mesmo, sem mudanças...
Foi pôr dentro, bem no intimo, que mudei...
Talvez tenha minha esperança...
Ou talvez, tenha eu perdido...
Quem amei!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Algo Eu Perdi
As vezes recai em mim uma saudade,
Dos meus tempos de boêmia, de farrista,
Quando eu procurava felicidade,
Nas noitadas improvisadas de conquista.
Mas agora tudo isto já não me atrai,
Já não sinto vontade de conquistar ninguém.
Talvez seja saudade, que vem e vai,
O motivo pelo qual eu nego um novo amor, um novo alguém.
Sofri muito, com o ultimo amor conquistado,
E suas feridas, ainda não cicatrizaram.
Quem mais sofreu, foi o meu coração magoado,
Pelos sonhos que nunca se realizaram.
Não sei se voltaria a amar um dia,
Nem sei se trarei forças para voltar.
Só sei que já não penso na boêmia,
Como forma de algo novo, experimentar.
Pôr fora sou o mesmo, sem mudanças,
Foi pôr dentro, bem no intimo que mudei.
Talvez tenha perdido minhas esperanças,
Ou talvez seja só perder de quem mais amei.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Dos meus tempos de boêmia, de farrista,
Quando eu procurava felicidade,
Nas noitadas improvisadas de conquista.
Mas agora tudo isto já não me atrai,
Já não sinto vontade de conquistar ninguém.
Talvez seja saudade, que vem e vai,
O motivo pelo qual eu nego um novo amor, um novo alguém.
Sofri muito, com o ultimo amor conquistado,
E suas feridas, ainda não cicatrizaram.
Quem mais sofreu, foi o meu coração magoado,
Pelos sonhos que nunca se realizaram.
Não sei se voltaria a amar um dia,
Nem sei se trarei forças para voltar.
Só sei que já não penso na boêmia,
Como forma de algo novo, experimentar.
Pôr fora sou o mesmo, sem mudanças,
Foi pôr dentro, bem no intimo que mudei.
Talvez tenha perdido minhas esperanças,
Ou talvez seja só perder de quem mais amei.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Algo Aceitável
Quando amor, amo pôr inteiro...
Meu amor é verdadeiro...
Não consigo controlar meu sentimento.
É algo bem maior que minha vontade...
É a parte de minha realidade...
É um amor que nasce, com sofrimento!
E quando tudo chega ao final,
Me coloco bem ruim, mal...
Muito além do suportável.
É algo que me aperta o peito...
É uma dor, que toma jeito...
A angustia é interminável!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Meu amor é verdadeiro...
Não consigo controlar meu sentimento.
É algo bem maior que minha vontade...
É a parte de minha realidade...
É um amor que nasce, com sofrimento!
E quando tudo chega ao final,
Me coloco bem ruim, mal...
Muito além do suportável.
É algo que me aperta o peito...
É uma dor, que toma jeito...
A angustia é interminável!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Alerta Ao Homem
“Sentado, solitário, olhando as estrelas, o mar,
redescubro a vida, a existência do viver e do amar.
As ondas de espumas, que vêm ter na praia deserta,
São mais do simples rotina: é um alerta.
Alerta que nos manda o Criador, por meio da natureza,
Para que o homem tome cuidado e não estrague a sua beleza.
Porque retornam as praias as ondas do mar?
Porque razão voltam os pássaros, após o desovar?
Porque o rouxinol canta tão linda melodia?
Porque o homem vive a sonhar com a fantasia?
Será que tudo acontece sem razão de ser,
Ou será que a natureza tenta nos ensinar a viver?
Eu, como poeta, sonhador e deslumbrado,
Ao falar das verdades da vida, tomo cuidado.
Não que eu sinta medo, pois isto não tenho,
Pois se aprende a amar a natureza, de onde eu venho.
Alguém já percebeu como é triste o morrer da flor?
Eu comparo com a morte de um grande amor.
Vocês já perceberam o cair de uma folha, com o vento?
É como um baile no espaço..... o ultimo danças do sentimento.
Já perceberam como o “joão de barro” faz o seu lar?
A entrada é por baixo...... para a chuva não entrar.
Porque o rio corre sempre numa mesma direção?
Procure descobrir e encontrará uma boa razão.
Nas mãos da natureza, está a própria vida, a própria existência,
E não conserva-la, é uma prova de pura demência.
O homem, quando arranca uma arvore, sem ter uma boa razão,
Está indo contra o próprio Deus, transformando-se num pagão.
Homem, animal racional, juiz de suas ações,
Se torna incompreensível, quando foge de suas obrigações.
Sim, pois como rei dos animais, como racional,
Devia, pelo menos, preservar seu bem-capital.
Destruindo as belezas naturais de seu habitat,
O homem se transformará num ser sem lar,
Pois o habitat do homem é o barro, é o pó,
E indo assim, um dia, ele estará só.....
Ele e sua tecnologia,
Que, perante Deus, é fantasia.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
redescubro a vida, a existência do viver e do amar.
As ondas de espumas, que vêm ter na praia deserta,
São mais do simples rotina: é um alerta.
Alerta que nos manda o Criador, por meio da natureza,
Para que o homem tome cuidado e não estrague a sua beleza.
Porque retornam as praias as ondas do mar?
Porque razão voltam os pássaros, após o desovar?
Porque o rouxinol canta tão linda melodia?
Porque o homem vive a sonhar com a fantasia?
Será que tudo acontece sem razão de ser,
Ou será que a natureza tenta nos ensinar a viver?
Eu, como poeta, sonhador e deslumbrado,
Ao falar das verdades da vida, tomo cuidado.
Não que eu sinta medo, pois isto não tenho,
Pois se aprende a amar a natureza, de onde eu venho.
Alguém já percebeu como é triste o morrer da flor?
Eu comparo com a morte de um grande amor.
Vocês já perceberam o cair de uma folha, com o vento?
É como um baile no espaço..... o ultimo danças do sentimento.
Já perceberam como o “joão de barro” faz o seu lar?
A entrada é por baixo...... para a chuva não entrar.
Porque o rio corre sempre numa mesma direção?
Procure descobrir e encontrará uma boa razão.
Nas mãos da natureza, está a própria vida, a própria existência,
E não conserva-la, é uma prova de pura demência.
O homem, quando arranca uma arvore, sem ter uma boa razão,
Está indo contra o próprio Deus, transformando-se num pagão.
Homem, animal racional, juiz de suas ações,
Se torna incompreensível, quando foge de suas obrigações.
Sim, pois como rei dos animais, como racional,
Devia, pelo menos, preservar seu bem-capital.
Destruindo as belezas naturais de seu habitat,
O homem se transformará num ser sem lar,
Pois o habitat do homem é o barro, é o pó,
E indo assim, um dia, ele estará só.....
Ele e sua tecnologia,
Que, perante Deus, é fantasia.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Aleluia
Jesus a quase dois mil anos,
Foi morto pelos romanos,
E o mundo se modificou
Com as leis, que ele deixou
Hoje quando a páscoa se faz presente,
Cristo, ressurge em nossa mente
Como um apoio, uma salvação,
Como um amigo, um irmão
E assim, para sempre será
Pois ele sempre conosco estará
Dentro de nós, em nossa alma,
Dando-nos alegria e calma
Jesus, o Cristo, morreu por nós
Ousamos, pois a sua voz
Sigamos, todos seus mandamentos
Elevemos à ele os nossos pensamentos
Deixemos que entre em nossos corações
Suas palavras, suas pregações,
Perdoamos a quem nos ofendeu
Pois o Cristo perdoou quem lhe bateu
Vamos levantar, ao alto, numa prece,
Ao Cristo, que ninguém esquece,
“Glória a Deus nas alturas,
paz na Terra, as almas puras”.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Foi morto pelos romanos,
E o mundo se modificou
Com as leis, que ele deixou
Hoje quando a páscoa se faz presente,
Cristo, ressurge em nossa mente
Como um apoio, uma salvação,
Como um amigo, um irmão
E assim, para sempre será
Pois ele sempre conosco estará
Dentro de nós, em nossa alma,
Dando-nos alegria e calma
Jesus, o Cristo, morreu por nós
Ousamos, pois a sua voz
Sigamos, todos seus mandamentos
Elevemos à ele os nossos pensamentos
Deixemos que entre em nossos corações
Suas palavras, suas pregações,
Perdoamos a quem nos ofendeu
Pois o Cristo perdoou quem lhe bateu
Vamos levantar, ao alto, numa prece,
Ao Cristo, que ninguém esquece,
“Glória a Deus nas alturas,
paz na Terra, as almas puras”.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Alegre Ou Triste.
Quando nosso amor se sente traído,
De uma reação este sentir é seguido,
E quando há base no sentimento,
Caem pôr terra o sofrer e o lamento,
A confiança, no ser humano, é perdida,
A própria emoção se sente traída,
E não há perdões a serem pedidos,
Pois o ser traído, tapa os ouvidos.
Não há dialogo possível em meio a traição.
Só o que fica na mente é o horror da desilusão.
Não há nada que ninguém possa dizer,
Há só incertesa,a magoa, o sofrer.
É assim que me sinto neste momento,
Depois deste teu depoimento,
Quem para mim parece loucura,
Mas que você, de pés juntos jura.
Minha mente não tem outro pensamento,
Parece que não há certeza de mais nada.
A Não ser a insônia da madrugada,
E o reviver, passo á passo do sofrimento.
Não quero te julgar, não quero nada,
Nem viver penso que quero mais.
Só quero é poder ter relativa paz,
E poder sofrer, sozinho, o final desta jornada.
Não há nada a dizer, que tenha sentido,
Para consolo de um coração partido ,
Que sofre a dor maior que existe,
Mas que não sabe se esta alegre ou triste.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
De uma reação este sentir é seguido,
E quando há base no sentimento,
Caem pôr terra o sofrer e o lamento,
A confiança, no ser humano, é perdida,
A própria emoção se sente traída,
E não há perdões a serem pedidos,
Pois o ser traído, tapa os ouvidos.
Não há dialogo possível em meio a traição.
Só o que fica na mente é o horror da desilusão.
Não há nada que ninguém possa dizer,
Há só incertesa,a magoa, o sofrer.
É assim que me sinto neste momento,
Depois deste teu depoimento,
Quem para mim parece loucura,
Mas que você, de pés juntos jura.
Minha mente não tem outro pensamento,
Parece que não há certeza de mais nada.
A Não ser a insônia da madrugada,
E o reviver, passo á passo do sofrimento.
Não quero te julgar, não quero nada,
Nem viver penso que quero mais.
Só quero é poder ter relativa paz,
E poder sofrer, sozinho, o final desta jornada.
Não há nada a dizer, que tenha sentido,
Para consolo de um coração partido ,
Que sofre a dor maior que existe,
Mas que não sabe se esta alegre ou triste.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Alegre Noitada.
Sentado, á beira de um jardim em flor,
sem nada a nos unir, a não ser o nosso amor,
forte como a vida, frágil como a consciência.
E no ressurgir de nosso carinho,
palavras de amor, ditas baixinho,
marcavam, de uma vez só, nossa existência.
Trocamos beijos, sem pretensões,
damos vagassem as nossas emoções,
dando maior sentido ao viver.
E a noite cai, como por encanto,
fazendo-nos sentir o doce pranto,
fazendo-nos, da vida, esquecer.
E na corrente das paixões acumuladas,
as nossas ilusões eram deixadas,
longe das lembranças, perto das ações.
Quanto maior era a escuridão da noite,
maior e mais feliz, eram os nossos açoites,
mais próximos estavam nossos corações.
Ficamos ali sentados, até o amanhecer,
sem nada a pensar, nada á dizer,
apenas dando vazão ao nosso amor.
E a natureza, parece que compreendia,
a inocência de nossa alegria,
fazendo nascer, ao nosso lado, uma nova flor.
Quando a madrugada veio nos encontrar,
ainda estávamos no mesmo lugar,
sentados no jardim, junto as flores.
Mas já não éramos os mesmos, do começo do dia:
éramos dois amantes, em rebeldia,
dando provas concretas de nossos amores.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
sem nada a nos unir, a não ser o nosso amor,
forte como a vida, frágil como a consciência.
E no ressurgir de nosso carinho,
palavras de amor, ditas baixinho,
marcavam, de uma vez só, nossa existência.
Trocamos beijos, sem pretensões,
damos vagassem as nossas emoções,
dando maior sentido ao viver.
E a noite cai, como por encanto,
fazendo-nos sentir o doce pranto,
fazendo-nos, da vida, esquecer.
E na corrente das paixões acumuladas,
as nossas ilusões eram deixadas,
longe das lembranças, perto das ações.
Quanto maior era a escuridão da noite,
maior e mais feliz, eram os nossos açoites,
mais próximos estavam nossos corações.
Ficamos ali sentados, até o amanhecer,
sem nada a pensar, nada á dizer,
apenas dando vazão ao nosso amor.
E a natureza, parece que compreendia,
a inocência de nossa alegria,
fazendo nascer, ao nosso lado, uma nova flor.
Quando a madrugada veio nos encontrar,
ainda estávamos no mesmo lugar,
sentados no jardim, junto as flores.
Mas já não éramos os mesmos, do começo do dia:
éramos dois amantes, em rebeldia,
dando provas concretas de nossos amores.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Alegre Funeral
No funeral da incompetência,
Não observei a visita da consciência:
Acho que não a avisaram...
Eu, talvez, sabendo desta sorte,
Ela rezou por mais esta morte,
Pois se suas rezas, em tempo, chegaram.
Para mim, seria pura ipocléia,
Se logo neste triste dia,
A consciência, chorasse de amor,
Pois as duas eram inimigas mortais,
E é fácil saber que nem funerais,
Ódio assim, tornasse puro amor.
Gostaria de saber que nada mudou...
Que a consciência firme ficou,
Sem se deixar amolecer,
Pois meu respeito ela perderia,
Se acontecesse o que eu temia:
Mas nada aconteceu...vamos esquecer.
Rezemos, para que a ingrata incompetência,
Não sofra dura penitencia,
E chegue logo ao seu derradeiro lar,
Longe dos olhos preocupados,
De seus inimigos mais chegados,
E que possa, em santa paz, repousar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Não observei a visita da consciência:
Acho que não a avisaram...
Eu, talvez, sabendo desta sorte,
Ela rezou por mais esta morte,
Pois se suas rezas, em tempo, chegaram.
Para mim, seria pura ipocléia,
Se logo neste triste dia,
A consciência, chorasse de amor,
Pois as duas eram inimigas mortais,
E é fácil saber que nem funerais,
Ódio assim, tornasse puro amor.
Gostaria de saber que nada mudou...
Que a consciência firme ficou,
Sem se deixar amolecer,
Pois meu respeito ela perderia,
Se acontecesse o que eu temia:
Mas nada aconteceu...vamos esquecer.
Rezemos, para que a ingrata incompetência,
Não sofra dura penitencia,
E chegue logo ao seu derradeiro lar,
Longe dos olhos preocupados,
De seus inimigos mais chegados,
E que possa, em santa paz, repousar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Ainda
Falar de amor, hoje em dia, tornou-se pecado
Parece que o mundo inteiro está mudado
Tomando novos rumos, rumos incertos
Foram fechados horizontes, que antes estavam abertos
Já não há mais a franqueza, que existia
Parece que todos esqueceram da alegria
Tornou-se um mundo por demais material
E o amor, hoje em dia, tornou-se pecado mortal
Falar de amor, tornou-se loucura
A inocência da verdade, hoje, já não é tão pura
O mundo se tornou materialista
O ser humano já é escravo da conquista
Já não há lugares para o livre pensamento
O dinheiro é quem comanda o sentimento
De alguma coisa, o mundo hoje corre atras
Já não há o puro sentimento pela paz
O amante, já não existe em abundância
O amor, para muitos, perdeu sua importância
O beijar foi deixado de lado,
Em seu ligar, há o amor pecado
Mas, no mundo, ainda existem poetas
Que mantém, para o amor, portas abertas
Ainda há quem acredite na inconseqüência
Nem tudo, neste mundo, está perdido
Ainda há o amante, incompreendido
E enquanto a poesia existir
Haverá esperanças no amanhã, ida por vir
Pois o poeta não desiste da luta penhorada
E ainda faz poemas, a musa amada.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Parece que o mundo inteiro está mudado
Tomando novos rumos, rumos incertos
Foram fechados horizontes, que antes estavam abertos
Já não há mais a franqueza, que existia
Parece que todos esqueceram da alegria
Tornou-se um mundo por demais material
E o amor, hoje em dia, tornou-se pecado mortal
Falar de amor, tornou-se loucura
A inocência da verdade, hoje, já não é tão pura
O mundo se tornou materialista
O ser humano já é escravo da conquista
Já não há lugares para o livre pensamento
O dinheiro é quem comanda o sentimento
De alguma coisa, o mundo hoje corre atras
Já não há o puro sentimento pela paz
O amante, já não existe em abundância
O amor, para muitos, perdeu sua importância
O beijar foi deixado de lado,
Em seu ligar, há o amor pecado
Mas, no mundo, ainda existem poetas
Que mantém, para o amor, portas abertas
Ainda há quem acredite na inconseqüência
Nem tudo, neste mundo, está perdido
Ainda há o amante, incompreendido
E enquanto a poesia existir
Haverá esperanças no amanhã, ida por vir
Pois o poeta não desiste da luta penhorada
E ainda faz poemas, a musa amada.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Agora Entendo
Eu sempre escutei os outros falarem,
que o amor, era algo que violentava.
eu não os culpo, por dizerem e errarem,
eu culpo a mim, pois até então acreditava.
como errei, a deixar-me impressionar,
por frases, que escutava e absolvia.
foi necessário o final de meu amar,
para que eu entendesse que tudo era fantasia.
Não há o eterno amor, o amor não é imortal,
ele passa, como passam as ondas do mar.
É um pouco mais difícil reconhecer o seu final,
mas ele não chega, sinceramente, a violentar.
não há o porque do ter-se medo do amor,
ele é apenas um ponto a mais...... na convivência.
e ao final, os dois amantes sentem a dor,
mas, quase sempre, é uma dor de consciência.
Eu também sinto esta dor: é uma dor forte,
tão forte, que não consigo evita-la,
mas, talvez, esta dor seja o suporte,
para uma dor maior, quando eu puder domina-la.
esta dor vem com a saudade, com a lembrança,
vem com a solidão, com a amargura,
mas é só esperar, pois a dor se cansa,
e, depois dela, fica somente a saudade pura.
Esta sim, leva um bom tempo para se afastar.
mas é natural..... e ano devemos apressa-la,
pois é a ultima etapa do verbo amar,
e não há maneira alguma de evita-la.
tem os preço, á pagar pelo amor:
este preço, é a memória, que nos vai cobrar.
a primeira prestação, é o forte dor,
e a ultima prestação.... é o recordar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
que o amor, era algo que violentava.
eu não os culpo, por dizerem e errarem,
eu culpo a mim, pois até então acreditava.
como errei, a deixar-me impressionar,
por frases, que escutava e absolvia.
foi necessário o final de meu amar,
para que eu entendesse que tudo era fantasia.
Não há o eterno amor, o amor não é imortal,
ele passa, como passam as ondas do mar.
É um pouco mais difícil reconhecer o seu final,
mas ele não chega, sinceramente, a violentar.
não há o porque do ter-se medo do amor,
ele é apenas um ponto a mais...... na convivência.
e ao final, os dois amantes sentem a dor,
mas, quase sempre, é uma dor de consciência.
Eu também sinto esta dor: é uma dor forte,
tão forte, que não consigo evita-la,
mas, talvez, esta dor seja o suporte,
para uma dor maior, quando eu puder domina-la.
esta dor vem com a saudade, com a lembrança,
vem com a solidão, com a amargura,
mas é só esperar, pois a dor se cansa,
e, depois dela, fica somente a saudade pura.
Esta sim, leva um bom tempo para se afastar.
mas é natural..... e ano devemos apressa-la,
pois é a ultima etapa do verbo amar,
e não há maneira alguma de evita-la.
tem os preço, á pagar pelo amor:
este preço, é a memória, que nos vai cobrar.
a primeira prestação, é o forte dor,
e a ultima prestação.... é o recordar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Adeus
Ame, com as forças da vida,
Tenha a coragem e fé
Enfrente a vida, querida
Com orgulho e cabeça em pé
Sei que é grande, o sentimento
Sei que te causo grande mal
Mas foi olhando o sofrimento
Que tive de colocar um final
Por isso parte, sem adeus dizer
Numa viagem, sem regresso marcado
Tente, por adeus, tende entender
Este eterno amigo, apaixonado
Nos lugares em que eu passar
Quando, para traz, olhar
Do teu rosto irei recordar
E, para o sempre, irei te amar
Mas o certo, é eu partir
Sem destino, sem luz, sem guia
Do meu coração, não vais fugir
Pois tua lembrança, será minha alegria
Como o destino é traiçoeiro
Quando trata de assunto amor
Mesmo quando ele é verdadeiro
A sociedade o transforma em dor
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Tenha a coragem e fé
Enfrente a vida, querida
Com orgulho e cabeça em pé
Sei que é grande, o sentimento
Sei que te causo grande mal
Mas foi olhando o sofrimento
Que tive de colocar um final
Por isso parte, sem adeus dizer
Numa viagem, sem regresso marcado
Tente, por adeus, tende entender
Este eterno amigo, apaixonado
Nos lugares em que eu passar
Quando, para traz, olhar
Do teu rosto irei recordar
E, para o sempre, irei te amar
Mas o certo, é eu partir
Sem destino, sem luz, sem guia
Do meu coração, não vais fugir
Pois tua lembrança, será minha alegria
Como o destino é traiçoeiro
Quando trata de assunto amor
Mesmo quando ele é verdadeiro
A sociedade o transforma em dor
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Adeus, Senhora
Você foi para mim...
O final de um começo...
O principio de um fim...
A mulher... que não conheço...
A derrota de uma lembrança...
A consciência de um amor...
O muchar de uma flor...
O morrer ...de uma esperança.
Foi o lírio, no lago da vida...
Foi o nascer, do amor perdido...
Foi o final do começo esquecido...
Foi a morte... o adeus a vida.
Viverei sempre com a esperança,
De ver renascer minha lembrança...
A recordação de teu nome, doce criança,
Como o renascer de uma antiga herança...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
O final de um começo...
O principio de um fim...
A mulher... que não conheço...
A derrota de uma lembrança...
A consciência de um amor...
O muchar de uma flor...
O morrer ...de uma esperança.
Foi o lírio, no lago da vida...
Foi o nascer, do amor perdido...
Foi o final do começo esquecido...
Foi a morte... o adeus a vida.
Viverei sempre com a esperança,
De ver renascer minha lembrança...
A recordação de teu nome, doce criança,
Como o renascer de uma antiga herança...
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
“Adeus Sem Volta”
De teus lábios, escutei confissões,
Escutei pedidos de perdoes,
Escutei palavras amorosas,
Enfim, fui seu confessor.
Participei, como ouvinte, de tua intimidade,
Escutei tua mentira e tua verdade,
Vi a paixão, te brotando ao peito,
Reneguei, em ti, algum defeito,
E seu ver nada, cego, dei-te amor.
O tempo passou, mas eu negava,
Que o nosso amor se acabava,
Pois não podia acreditar,
Na frieza de teu olhar,
Na distancia.... nos separando.
Certo dia, anos passados,
Vi teus trapos amontoados,
Na porta, um carro te esperava,
Te perguntei se ainda me amava,
E você disse: Por te amar, estou te deixando.
Vi o belo carro, contigo partir,
E, nem sei porque, comecei a sorrir.
Sorria para não chorar,
Pois não podia pensar,
Meu pensamento se embaralhava.
Corri a casa dos conhecidos,
E todos, como que comovidos,
Negaram sobre te paradeiro,
E do ultimo ao primeiro,
Diziam: Ela não prestava.
Não me importei com que diziam,
Pois eles, por dentro, não sentiam,
A dor terrível, que me sufocava,
Pois, mesmo traído, te amava,
E queria te perdoar.
Entrei no boteco da esquina,
Tentando afogar a triste sina,
Que rasgava meu sofrido coração,
Pronto a dar-te meu perdão,
Na hora do teu voltar.
Mas não houve oportunidade,
Pois tu nunca voltou, não é verdade?
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Escutei pedidos de perdoes,
Escutei palavras amorosas,
Enfim, fui seu confessor.
Participei, como ouvinte, de tua intimidade,
Escutei tua mentira e tua verdade,
Vi a paixão, te brotando ao peito,
Reneguei, em ti, algum defeito,
E seu ver nada, cego, dei-te amor.
O tempo passou, mas eu negava,
Que o nosso amor se acabava,
Pois não podia acreditar,
Na frieza de teu olhar,
Na distancia.... nos separando.
Certo dia, anos passados,
Vi teus trapos amontoados,
Na porta, um carro te esperava,
Te perguntei se ainda me amava,
E você disse: Por te amar, estou te deixando.
Vi o belo carro, contigo partir,
E, nem sei porque, comecei a sorrir.
Sorria para não chorar,
Pois não podia pensar,
Meu pensamento se embaralhava.
Corri a casa dos conhecidos,
E todos, como que comovidos,
Negaram sobre te paradeiro,
E do ultimo ao primeiro,
Diziam: Ela não prestava.
Não me importei com que diziam,
Pois eles, por dentro, não sentiam,
A dor terrível, que me sufocava,
Pois, mesmo traído, te amava,
E queria te perdoar.
Entrei no boteco da esquina,
Tentando afogar a triste sina,
Que rasgava meu sofrido coração,
Pronto a dar-te meu perdão,
Na hora do teu voltar.
Mas não houve oportunidade,
Pois tu nunca voltou, não é verdade?
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Adeus Sem Choro Nem Vela
O mudar de opinião, não é trair,
É apenas forma correta de progredir.
Não abandonei-te abertamente como comentas,
Apenas tomei atitudes rápidas... não lentas.
Motivos não haviam, para o continuar,
De um romance desesperado que não podia se sustentar.
Terminou a fantasia do inicial conhecimento,
E não restou mais nada, além do antigo sentimento.
Se deves guardar rancor, não sei dizer,
Talvez seja para ti difícil de entender.
Não havia futuro, no futuro que nos esperava,
Durou tempo demais...era a amizade, que o sustentava.
O amor? Perdoe-me mais nunca existiu realmente,
Era algo incompreensível e inexplicável, infelizmente.
Terminou como começou... sem esperanças,
Sem o fechar de corações... o atravessar de lanças.
Sem magoas sem suplicas ao sentimento,
Sem o beijo dado, como um choro, ao relento.
Afinal, promessas nunca foram mencionadas,
Éramos apenas, companheiros de caminhadas.
Erros cometidos... pôr eles pagamos,
E nós... sozinhos... ficamos.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
É apenas forma correta de progredir.
Não abandonei-te abertamente como comentas,
Apenas tomei atitudes rápidas... não lentas.
Motivos não haviam, para o continuar,
De um romance desesperado que não podia se sustentar.
Terminou a fantasia do inicial conhecimento,
E não restou mais nada, além do antigo sentimento.
Se deves guardar rancor, não sei dizer,
Talvez seja para ti difícil de entender.
Não havia futuro, no futuro que nos esperava,
Durou tempo demais...era a amizade, que o sustentava.
O amor? Perdoe-me mais nunca existiu realmente,
Era algo incompreensível e inexplicável, infelizmente.
Terminou como começou... sem esperanças,
Sem o fechar de corações... o atravessar de lanças.
Sem magoas sem suplicas ao sentimento,
Sem o beijo dado, como um choro, ao relento.
Afinal, promessas nunca foram mencionadas,
Éramos apenas, companheiros de caminhadas.
Erros cometidos... pôr eles pagamos,
E nós... sozinhos... ficamos.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Adeus, Passados, Adeus
Olhos tristes, chorosos,
passados esquecidos, gloriosos,
noites, perdidas no amor.
beijos dados e recebidos,
momentos de angustia, sofridos,
lagrimas, sinônimos de dor.
Raios de sol, cintilantes,
acordam do sono, amantes,
que fazem amor, sem conhece-lo.
roda da vida, ingrata,
roda, que as vezes maltrata,
que possa pelo amor, sem vê-lo.
Lembranças, deixadas ao vento,
são lembranças de sentimento,
lembranças, tristes recordações,
e no canto, a meia luz,
alguém faz o sinal da cruz,
unindo dois corações.
Na roleta russa da vida,
tentei evitar a despedida,
mas nem isto consegui.
são outros, os tempos de outrora,
meu coração, não mais chora,
um grande amor, já esqueci.
Parti, em busca da alegria,
mas só encontrei a poesia,
companheira, amiga, confidente.
para traz, deixei saudades,
talvez algumas amizades,
ou algo bem diferente.
Só sei que não posso voltar,
quero poder o sol nascendo, olhar,
é assim que quero viver.
Assim será minha despedida,
pois um amor, por mais puro,
é incerto, inseguro,
sozinho, sinto-me contente,
podendo viver livremente.
Sem amor no coração,
sem sofrer de ilusão,
com Deus, sempre ao meu lado,
na vida, como um soldado.
E a cada vida que passa,
Mais longe estou da desgraça.
Quero esquecer meu passado,
quero viver sossegado,
esquecendo de quem já me amou.
e quando a lua cheia, aparecer,
é o sinal que começaram a me esquecer.
Atendendo ao que pedi,
pois foi este o meu desejo,
ao negar-te o meu ultimo beijo,
no dia em que te perdi.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
passados esquecidos, gloriosos,
noites, perdidas no amor.
beijos dados e recebidos,
momentos de angustia, sofridos,
lagrimas, sinônimos de dor.
Raios de sol, cintilantes,
acordam do sono, amantes,
que fazem amor, sem conhece-lo.
roda da vida, ingrata,
roda, que as vezes maltrata,
que possa pelo amor, sem vê-lo.
Lembranças, deixadas ao vento,
são lembranças de sentimento,
lembranças, tristes recordações,
e no canto, a meia luz,
alguém faz o sinal da cruz,
unindo dois corações.
Na roleta russa da vida,
tentei evitar a despedida,
mas nem isto consegui.
são outros, os tempos de outrora,
meu coração, não mais chora,
um grande amor, já esqueci.
Parti, em busca da alegria,
mas só encontrei a poesia,
companheira, amiga, confidente.
para traz, deixei saudades,
talvez algumas amizades,
ou algo bem diferente.
Só sei que não posso voltar,
quero poder o sol nascendo, olhar,
é assim que quero viver.
Assim será minha despedida,
pois um amor, por mais puro,
é incerto, inseguro,
sozinho, sinto-me contente,
podendo viver livremente.
Sem amor no coração,
sem sofrer de ilusão,
com Deus, sempre ao meu lado,
na vida, como um soldado.
E a cada vida que passa,
Mais longe estou da desgraça.
Quero esquecer meu passado,
quero viver sossegado,
esquecendo de quem já me amou.
e quando a lua cheia, aparecer,
é o sinal que começaram a me esquecer.
Atendendo ao que pedi,
pois foi este o meu desejo,
ao negar-te o meu ultimo beijo,
no dia em que te perdi.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Adeus, Novidade, Adeus
Quando eu morrer,
Escrevam em meu derradeiro lar,
Aquilo que lhes vou narrar,
Do jeito correto de se escrever:
Aqui jáz , para a eternidade,
Um poeta... um amigo, filho e irmão,
Que foi procurar o seu descanso,
Nas mãos de Deus, se único senhor.
Aqui jáz , na simplicidade,
Deitado em um simples caixão,
Um homem, que nem sequer fez um balanço,
De suas dívidas... ou seu penhor.
Aqui jáz alguém que amou a, liberdade...
Aqui jáz uma uma alma ... um coração...
E nesta esfinge, eu lanço,
Todo o meu adeus... todo o meu amor.
Nesta pedra de mármore fria,
Gravem esta poema...
Relembrem minha vida, como tema...
E rezem, comigo, uma AVE MARIA.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Escrevam em meu derradeiro lar,
Aquilo que lhes vou narrar,
Do jeito correto de se escrever:
Aqui jáz , para a eternidade,
Um poeta... um amigo, filho e irmão,
Que foi procurar o seu descanso,
Nas mãos de Deus, se único senhor.
Aqui jáz , na simplicidade,
Deitado em um simples caixão,
Um homem, que nem sequer fez um balanço,
De suas dívidas... ou seu penhor.
Aqui jáz alguém que amou a, liberdade...
Aqui jáz uma uma alma ... um coração...
E nesta esfinge, eu lanço,
Todo o meu adeus... todo o meu amor.
Nesta pedra de mármore fria,
Gravem esta poema...
Relembrem minha vida, como tema...
E rezem, comigo, uma AVE MARIA.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Adeus Elis
“Escutando sua voz, que saia da caixa de som,
E espalhava-se pelo ambiente,
Descobri, no meu intimo,
Que deverias ser muito gente.
Gente..... na expressão da palavra cantada,
Gente..... muito além daquela esperada.
Alguém com força interior..... com carisma,
E aquilo me pôs, na cuca, uma cisma......
Uma cisma que se tornou uma profunda obsessão:
Queria escutar a tua voz..... tua canção.
E num dia, que jamais será esquecido
Ó som do teu cantar foi adormecido......
Adormecido num baque inesperado,
E meu coração ficou como que magoado.
Não era direito.... não podia acreditar,
Que se calava, para o sempre, o seu cantar;
Que só poderia ouvi-la em disco ou fita gravada.....
Que não mais te encontraria na madrugada......
Que tua irreverência com a vida,
Foi, subitamente, interrompida.
Não podia acreditar na realidade,
Que, de você, só ficaria a imagem da saudade.
Uma saudade, que cala fundo.....
E que partirás, para um outro mundo.
Mas penso que lá, no “botequim da eternidade”,
Não há lugar para a saudade.....
Que lá, entre os imortais da ilusão,
Teu “trem azul” encontrou sua estação,
E que continuarás..... irreverente..... endiabrada,
Fazendo marcar teu nome na real morada.....
E de lá, olhando para o mundo, aqui em baixo,
Cantarás “fascinação”, em contra-baixo.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
E espalhava-se pelo ambiente,
Descobri, no meu intimo,
Que deverias ser muito gente.
Gente..... na expressão da palavra cantada,
Gente..... muito além daquela esperada.
Alguém com força interior..... com carisma,
E aquilo me pôs, na cuca, uma cisma......
Uma cisma que se tornou uma profunda obsessão:
Queria escutar a tua voz..... tua canção.
E num dia, que jamais será esquecido
Ó som do teu cantar foi adormecido......
Adormecido num baque inesperado,
E meu coração ficou como que magoado.
Não era direito.... não podia acreditar,
Que se calava, para o sempre, o seu cantar;
Que só poderia ouvi-la em disco ou fita gravada.....
Que não mais te encontraria na madrugada......
Que tua irreverência com a vida,
Foi, subitamente, interrompida.
Não podia acreditar na realidade,
Que, de você, só ficaria a imagem da saudade.
Uma saudade, que cala fundo.....
E que partirás, para um outro mundo.
Mas penso que lá, no “botequim da eternidade”,
Não há lugar para a saudade.....
Que lá, entre os imortais da ilusão,
Teu “trem azul” encontrou sua estação,
E que continuarás..... irreverente..... endiabrada,
Fazendo marcar teu nome na real morada.....
E de lá, olhando para o mundo, aqui em baixo,
Cantarás “fascinação”, em contra-baixo.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Adeus Definitivo
Perdoe-me, pôr não ganhar coragem,
Para te remeter esta mensagem,
Onde termino com a agonia,
Deste nosso amor de fantasia.
Em nome de um amor verdadeiro,
Dou-te meu adeus... o derradeiro!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Para te remeter esta mensagem,
Onde termino com a agonia,
Deste nosso amor de fantasia.
Em nome de um amor verdadeiro,
Dou-te meu adeus... o derradeiro!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Adeus A Um Poeta
“corpo mal tratado, mas a mente sã,
era assim definido o Barbosa.... Adonirã,
poeta humilde, poetava o povo paulistano,
numa linguagem mesclada de português com italiano
sua vida, foi repleta de emoções,
que, ao povo, ele transmitiu em canções
falava do Bexiga como se falasse de um amigo,
e um pouco, do próprio o bairro, morreu consigo
partiu o poeta, o amigo, o paulista,
mas ficou a lembrança do nobre artista
em sua obra, São Paulo foi imortalizado,
em suas canções, o verdadeiro do povo foi mostrado
não ganhou fortunas, apenas o suficiente,
para permanecer humilde, digno, gente
falava errado, aos olhos dos intelectuais,
mas nenhum deles terá a importância dele: jamais
e hoje no eterno bar, bem além do infinito,
assina o livro de presença o poeta, do povo aflito
lá, junto Cartela, Elis e tantos outros, mais,
o poeta do povo encontrará a paz.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
era assim definido o Barbosa.... Adonirã,
poeta humilde, poetava o povo paulistano,
numa linguagem mesclada de português com italiano
sua vida, foi repleta de emoções,
que, ao povo, ele transmitiu em canções
falava do Bexiga como se falasse de um amigo,
e um pouco, do próprio o bairro, morreu consigo
partiu o poeta, o amigo, o paulista,
mas ficou a lembrança do nobre artista
em sua obra, São Paulo foi imortalizado,
em suas canções, o verdadeiro do povo foi mostrado
não ganhou fortunas, apenas o suficiente,
para permanecer humilde, digno, gente
falava errado, aos olhos dos intelectuais,
mas nenhum deles terá a importância dele: jamais
e hoje no eterno bar, bem além do infinito,
assina o livro de presença o poeta, do povo aflito
lá, junto Cartela, Elis e tantos outros, mais,
o poeta do povo encontrará a paz.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Acordado
Sonhar, sim sonhar
Mas como, se não consigo dormir?
O sono custa a chegar
E eu tenho que o perseguir
Insônia é o que eu tenho
É a sombra, que me persegue
Que não me deixa descansar
É o sono, que me faz falta
As noites, passo acordado
Esperando o dia clarear.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Mas como, se não consigo dormir?
O sono custa a chegar
E eu tenho que o perseguir
Insônia é o que eu tenho
É a sombra, que me persegue
Que não me deixa descansar
É o sono, que me faz falta
As noites, passo acordado
Esperando o dia clarear.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Volta da Fé
Enquanto houver as guerras entre as potências,
O mundo sofrerá os dramas das consciências
Só quando a verdadeira paz, for alcançada,
E que o homem se aliviará desta carga pesada
Pois é impossível termos paz, na terra,
Enquanto o homem pensar na guerra
O homem perdeu a noção do certo e do errado
Esta, pelos defeitos, sendo manipulado
E não há como salva-lo da destruição
Não há como faze-lo encarar a razão
Esta cego, pela ganância do poder
E acho que não há tempo para o deter
O fim sem aproxima, sem ninguém notar
E não há como evitar
Será a guerra final: o final de tudo
Será o fim dos tempos, não me indulto
E, quem restar, terá trabalho dobrando
Para se livrar do horror deixado
Não haverá como evita-lo
Não saberemos como enfrenta-lo
Não haverá nada em pé,
A não ser, talvez, a nossa fé
Mas não a fé que hoje conhecemos
Teremos aquela fé, que já perdemos
Fé nos mandamentos, que foram seus.
Teremos fé no filho do homem: em Deus
Será desta fé, que nossas forças chegaram
E um novo mundo, nossas mãos, construíram.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
O mundo sofrerá os dramas das consciências
Só quando a verdadeira paz, for alcançada,
E que o homem se aliviará desta carga pesada
Pois é impossível termos paz, na terra,
Enquanto o homem pensar na guerra
O homem perdeu a noção do certo e do errado
Esta, pelos defeitos, sendo manipulado
E não há como salva-lo da destruição
Não há como faze-lo encarar a razão
Esta cego, pela ganância do poder
E acho que não há tempo para o deter
O fim sem aproxima, sem ninguém notar
E não há como evitar
Será a guerra final: o final de tudo
Será o fim dos tempos, não me indulto
E, quem restar, terá trabalho dobrando
Para se livrar do horror deixado
Não haverá como evita-lo
Não saberemos como enfrenta-lo
Não haverá nada em pé,
A não ser, talvez, a nossa fé
Mas não a fé que hoje conhecemos
Teremos aquela fé, que já perdemos
Fé nos mandamentos, que foram seus.
Teremos fé no filho do homem: em Deus
Será desta fé, que nossas forças chegaram
E um novo mundo, nossas mãos, construíram.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Visão
As vezes, me recordo do passado distante,
E me vêm a mente um estranho semblante.
Não consigo recordar de quem é, o rosto lembrado,
Mas sei que é um velho amor, abandonado.
Questaria de reconhecer aquele traço,
E ir ao passado, procura-lo passo á passo.
Me intriga, aquele rosto a atormentar-me,
Pois parece que ele vem, como a cobrar-me.
Me assista, aquele seu olhar singelo,
Trazendo uma calma profunda, num rosto belo.
Já tentei relembrar seu nome, mais não consigo,
E onde quer que eu vá, ele vai comigo.
Seu olhar, é um olhar terno, carinhoso,
Por isso é que me sinto curioso.
Sei que o conheço, mas não consigo lembrar,
Nem do rosto nem do nome, e isto começa a me intrigar.
Não pode ser miragem, pois é tão bela.
Não pode ser uma santa de capela.
Então é alguém do meu passado,
Ou alguém do futuro, a ser chegado.
Não chega assustar-me, esta visão,
Mas chega, isto sim, a dar-me emoção
Penso que já a conheci em algum lugar,
E começo, pela visão, a me apaixonar.
Será loucura, esta minha confissão?
Será uma peça que me prega a imaginação?
Não sei o que pensar, sinceramente,
Mas de uma coisa sei: Não estou demente.
E esteja aquele rosto, onde estiver,
Eu irei encontra-lo e amarei aquela mulher.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
E me vêm a mente um estranho semblante.
Não consigo recordar de quem é, o rosto lembrado,
Mas sei que é um velho amor, abandonado.
Questaria de reconhecer aquele traço,
E ir ao passado, procura-lo passo á passo.
Me intriga, aquele rosto a atormentar-me,
Pois parece que ele vem, como a cobrar-me.
Me assista, aquele seu olhar singelo,
Trazendo uma calma profunda, num rosto belo.
Já tentei relembrar seu nome, mais não consigo,
E onde quer que eu vá, ele vai comigo.
Seu olhar, é um olhar terno, carinhoso,
Por isso é que me sinto curioso.
Sei que o conheço, mas não consigo lembrar,
Nem do rosto nem do nome, e isto começa a me intrigar.
Não pode ser miragem, pois é tão bela.
Não pode ser uma santa de capela.
Então é alguém do meu passado,
Ou alguém do futuro, a ser chegado.
Não chega assustar-me, esta visão,
Mas chega, isto sim, a dar-me emoção
Penso que já a conheci em algum lugar,
E começo, pela visão, a me apaixonar.
Será loucura, esta minha confissão?
Será uma peça que me prega a imaginação?
Não sei o que pensar, sinceramente,
Mas de uma coisa sei: Não estou demente.
E esteja aquele rosto, onde estiver,
Eu irei encontra-lo e amarei aquela mulher.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Vida Sem Amor, Perde O Sentido
Sonhar com o amor, é loucura
Pois é um sonhar que não perdura
O amor tem que ser sentido
Palpável, penetrante, vivido
Mas pode sonhar com o amor eternamente
Pois assim ele se torna algo inconseqüente.
O amor, para ser transformado em paixão
Tem que ser vivido inteiro, no coração
E como é bom amar e ser amado
Como é sublime o despertar apaixonado
Nada é comparável ao eterno prazer
De dois amantes, no amanhecer
O sonho é irreal, incerto
O verdadeiro amor é sempre ao descoberto
Não há barreiras, que ele não possa ultrapassar
Não há alturas, que ele não possa alcançar
Saber amar, no meu humilde entender
E na arte de morrer saber viver
A vida sem o amor perde o sentido
O homem, sem amar está perdido
O amor é como o vento
Obra do eterno firmamento
Fruto do casamento do sol com a lua
Motivo da união, minha e sua.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Pois é um sonhar que não perdura
O amor tem que ser sentido
Palpável, penetrante, vivido
Mas pode sonhar com o amor eternamente
Pois assim ele se torna algo inconseqüente.
O amor, para ser transformado em paixão
Tem que ser vivido inteiro, no coração
E como é bom amar e ser amado
Como é sublime o despertar apaixonado
Nada é comparável ao eterno prazer
De dois amantes, no amanhecer
O sonho é irreal, incerto
O verdadeiro amor é sempre ao descoberto
Não há barreiras, que ele não possa ultrapassar
Não há alturas, que ele não possa alcançar
Saber amar, no meu humilde entender
E na arte de morrer saber viver
A vida sem o amor perde o sentido
O homem, sem amar está perdido
O amor é como o vento
Obra do eterno firmamento
Fruto do casamento do sol com a lua
Motivo da união, minha e sua.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Vida Ensina
Você sabe o que é ser deficiente?
É nunca estar contente.
É nunca ter alegria.
É saber que se foi roubado,
De um futuro ou de um passado,
Ao nascer, naquele dia.
É querer amar, e não poder.
É saber de tudo e nada saber.
É ter alguém sempre ao lado,
E não poder estar sossegado.
É querer estar sozinho.....
É ser tratado como um menininho.
Sei que o motivo da depressão.
Tem outra ou melhor razão,
Mas penso que esta incerteza,
É fruto de uma fraqueza.
Uma fraqueza interior,
Que me traz angustia e dor.
Cada dia, uma nova vida,
Cada noite, uma despedida.
Cada amigo, um penalizado,
E a incerteza de se amado.
A doença, nos perseguindo,
E nós não vivendo, mais fingindo.
E porque não morrer?
Já pensei: podes crer.
Mas achar que não é a saída,
Para o que chamamos de vida.
Por isso continuo a viver,
E da doença, tento esquecer.
Mas quem pode esquecer,
Algo com quem apreendeu a viver?
Por vezes me vejo desesperado,
Tentando encontrar solução para este estado.
Talvez a verdade não esteja completa,
Talvez ainda exista uma porta, a ser aberta.
E esta porta, traga a solução,
Ou talvez alguma explicação,
Para este conflito mental,
Que esta me causando tanto mal.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
É nunca estar contente.
É nunca ter alegria.
É saber que se foi roubado,
De um futuro ou de um passado,
Ao nascer, naquele dia.
É querer amar, e não poder.
É saber de tudo e nada saber.
É ter alguém sempre ao lado,
E não poder estar sossegado.
É querer estar sozinho.....
É ser tratado como um menininho.
Sei que o motivo da depressão.
Tem outra ou melhor razão,
Mas penso que esta incerteza,
É fruto de uma fraqueza.
Uma fraqueza interior,
Que me traz angustia e dor.
Cada dia, uma nova vida,
Cada noite, uma despedida.
Cada amigo, um penalizado,
E a incerteza de se amado.
A doença, nos perseguindo,
E nós não vivendo, mais fingindo.
E porque não morrer?
Já pensei: podes crer.
Mas achar que não é a saída,
Para o que chamamos de vida.
Por isso continuo a viver,
E da doença, tento esquecer.
Mas quem pode esquecer,
Algo com quem apreendeu a viver?
Por vezes me vejo desesperado,
Tentando encontrar solução para este estado.
Talvez a verdade não esteja completa,
Talvez ainda exista uma porta, a ser aberta.
E esta porta, traga a solução,
Ou talvez alguma explicação,
Para este conflito mental,
Que esta me causando tanto mal.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Única Verdade
Quando eu sonhava com a felicidade,
Tinha ilusão, que hoje já não existem.
Este compreender veio com a idade,
Idades que penso, em mim, obtém.
Mas não sou tão velho quanto pareço,
Nem tão jovem... quanto desejava.
Penso ter a idade que mereço,
Idade, que no passado, não me importava.
Não sou alguém com muita cultura,
Mas também não sou seçal por inteiro.
Tenha , pela leitura , paixão pura,
E tento ser, o mais possível, verdadeiro.
Acho que minha única vantagem aparente,
É ter, a flor da pele, sensibilidade.
Considero-me alguém justo e decente,
E esta é, talvez, a única verdade.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Tinha ilusão, que hoje já não existem.
Este compreender veio com a idade,
Idades que penso, em mim, obtém.
Mas não sou tão velho quanto pareço,
Nem tão jovem... quanto desejava.
Penso ter a idade que mereço,
Idade, que no passado, não me importava.
Não sou alguém com muita cultura,
Mas também não sou seçal por inteiro.
Tenha , pela leitura , paixão pura,
E tento ser, o mais possível, verdadeiro.
Acho que minha única vantagem aparente,
É ter, a flor da pele, sensibilidade.
Considero-me alguém justo e decente,
E esta é, talvez, a única verdade.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Uma Amiga, Que Para Mim É Mais Que Isto
Outro dia, quase sem pensar,
Encontrei teus olhos, fortes e inocentes.
Pensei, então, num incomum pensar,
No porque da vida... de seres indigentes.
Me senti importante, diante do fato,
De me apaixonar... talvez em demasia.
Penso que teu proceder foi, deverás ingrato,
Pois, sem pensar, colocastes fim, na poesia.
Mas eu sou poeta... isto entorna a calda,
Pois, por mais que eu sofra, fica saldo,
Mas, saldo negativo, muita raramente.
Dentro de mim se esconde algo forte,
Inconseqüente fortaleza, talvez incomum sorte,
Que transporta meu amor além da paixão... felizmente.
Infelizmente se torne cada vez mais honrado,
O sentimento de amor, que me apavora.
Sinto, infelizmente, que algo esta morrendo,
No coração do poeta... no já ... e no agora.
Talvez sim... talvez não... Qual é o preço?
Que preço tem o amor, em mim retido?
Será que, pagando preço maior, eu não mereço,
O retirar da angustia, de meu coração sofrido?
Não, venha, agora, esbanjando demagogia,
Pois, meu sentimento, esta por um fio,
Suspensa, tão somente, pela triste poesia.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Encontrei teus olhos, fortes e inocentes.
Pensei, então, num incomum pensar,
No porque da vida... de seres indigentes.
Me senti importante, diante do fato,
De me apaixonar... talvez em demasia.
Penso que teu proceder foi, deverás ingrato,
Pois, sem pensar, colocastes fim, na poesia.
Mas eu sou poeta... isto entorna a calda,
Pois, por mais que eu sofra, fica saldo,
Mas, saldo negativo, muita raramente.
Dentro de mim se esconde algo forte,
Inconseqüente fortaleza, talvez incomum sorte,
Que transporta meu amor além da paixão... felizmente.
Infelizmente se torne cada vez mais honrado,
O sentimento de amor, que me apavora.
Sinto, infelizmente, que algo esta morrendo,
No coração do poeta... no já ... e no agora.
Talvez sim... talvez não... Qual é o preço?
Que preço tem o amor, em mim retido?
Será que, pagando preço maior, eu não mereço,
O retirar da angustia, de meu coração sofrido?
Não, venha, agora, esbanjando demagogia,
Pois, meu sentimento, esta por um fio,
Suspensa, tão somente, pela triste poesia.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Todo Custo
Gostaria de poder ter, pela vida,
Novo amor... nova querida,
Que me tenha respeito e amizade,
Que me ame... de verdade.
Que saiba relevar os erros meus,
Que recolha os defeitos seus,
E quando estiver errada,
Mantenha-se quieta e calada.
Nada é mais gratificante,
Do que um amor puro e confiante,
E, sendo assim, nada mais justo,
Que eu a ame... a todo custo.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Novo amor... nova querida,
Que me tenha respeito e amizade,
Que me ame... de verdade.
Que saiba relevar os erros meus,
Que recolha os defeitos seus,
E quando estiver errada,
Mantenha-se quieta e calada.
Nada é mais gratificante,
Do que um amor puro e confiante,
E, sendo assim, nada mais justo,
Que eu a ame... a todo custo.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A ti, Delfina
Onde estará a menina,
Que todos chamavam de Delfina?
Onde estará a criança,
Que já foi minha esperança?
Será que ela sabia,
Que seria musa de poesia?
Será que tornarei a ver,
A quem não posso esquecer?
Ainda me lembro o dia,
Em que perdi minha alegria.
Era uma noite de verão,
Quando a beijei, em seu portão.
Era um beijo da despedida,
Na noite que não será esquecida.
Ela partia, me deixando a dor,
De ver ir embora meu grande amor.
Não e contou porque fugia,
Nem me disse para onde ia.
A tristeza me abateu.....
Sua partida...... me comoveu.
Sozinho, longe dela, chorei,
E daquele dia, não esquecerei.
Muito tempo já se passou,
Aquele amor, já se acabou,
Mais ainda trago a recordação,
Daquela meiga e feliz ilusão.
E ainda guardo na lembrança,
O nome da doce criança.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que todos chamavam de Delfina?
Onde estará a criança,
Que já foi minha esperança?
Será que ela sabia,
Que seria musa de poesia?
Será que tornarei a ver,
A quem não posso esquecer?
Ainda me lembro o dia,
Em que perdi minha alegria.
Era uma noite de verão,
Quando a beijei, em seu portão.
Era um beijo da despedida,
Na noite que não será esquecida.
Ela partia, me deixando a dor,
De ver ir embora meu grande amor.
Não e contou porque fugia,
Nem me disse para onde ia.
A tristeza me abateu.....
Sua partida...... me comoveu.
Sozinho, longe dela, chorei,
E daquele dia, não esquecerei.
Muito tempo já se passou,
Aquele amor, já se acabou,
Mais ainda trago a recordação,
Daquela meiga e feliz ilusão.
E ainda guardo na lembrança,
O nome da doce criança.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Ti Só, Verdades:
Sofro de solidão, mal de muitos mortais,
Mas não irei revelar-te isto jamais.
Meu orgulho é mais doentio que a doença,
E nada fará mudar, pois creio em minha crença.
Creio no amor, sentindo-te unilateralmente,
Creio continuar amando-te como gente.
Quero relembrar o longo beijo te dado,
Quero te amar, como ser apaixonado.
Não me cobre paixões, que só eu sinto,
Pois, se me cobrares, saberás verdades, pois não minto.
Aprendi a não mentir ao meus amores,
E será, por te amar, que te cobrirei toda de flores.
Não me perguntes por quem sinto saudades,
Pois, assim fazendo, não acreditarás nas verdades.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Mas não irei revelar-te isto jamais.
Meu orgulho é mais doentio que a doença,
E nada fará mudar, pois creio em minha crença.
Creio no amor, sentindo-te unilateralmente,
Creio continuar amando-te como gente.
Quero relembrar o longo beijo te dado,
Quero te amar, como ser apaixonado.
Não me cobre paixões, que só eu sinto,
Pois, se me cobrares, saberás verdades, pois não minto.
Aprendi a não mentir ao meus amores,
E será, por te amar, que te cobrirei toda de flores.
Não me perguntes por quem sinto saudades,
Pois, assim fazendo, não acreditarás nas verdades.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
A Ti, Estrela Guia
Oh! Minha alegre estrela guia
Que na escuridão, me alumia
Trazei-me a real felicidade
Para que eu possa viver de verdade
Trazei-me de volta a esperança
Mostrai-me o caminho a ser seguido
Apaga aquela má lembrança
Que faz, de mim, este alguém sofrido
Fazei-me ter fé no futuro
Amolece este meu coração duro
Dei-me, dei-me novo amor
Para que ele sufoque esta minha dor
Mas se não houver um caminho a ser só meu
Dai-me a solidão onipotente
E agradecimento será só seu
Pois és, mais do que eu, inteligente.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que na escuridão, me alumia
Trazei-me a real felicidade
Para que eu possa viver de verdade
Trazei-me de volta a esperança
Mostrai-me o caminho a ser seguido
Apaga aquela má lembrança
Que faz, de mim, este alguém sofrido
Fazei-me ter fé no futuro
Amolece este meu coração duro
Dei-me, dei-me novo amor
Para que ele sufoque esta minha dor
Mas se não houver um caminho a ser só meu
Dai-me a solidão onipotente
E agradecimento será só seu
Pois és, mais do que eu, inteligente.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Terra Onde Fui Criança
Subitamente me veio a vontade,
De reviver minha mocidade,
Escrevendo um poema sem pensar,
Sobre a cidade que foi meu lar.
Falo de Cubatão meus senhores
Berço de um dos nobres escritores,
Nascido em solo brasileiro.
Falo meus senhores de minha terra,
Falo de uma cidade nascida ao pé da serra,
Lá sim meu lar verdadeiro.
Lá eu guardo raízes que não apodrecem,
Sentimentos que nunca se esquecem,
Orgulhosos que nos fazem bem,
E os quais eu tenho, como ninguém.
Ali nasci a tempo passados,
Ossos dos meus lá estão enterrados,
Pôr isso não me pessão para esquecer...
Esqueço tudo... meu nome meus amores,
Minha angustias, meus temores,
Mas de Cubatão sempre recordarei.
Da cidade Natal, ninguém esquece...
É um fruto de amor, que não apodrece,
Sempre haverá em mim a lembrança,
Da terra onde fui criança.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
De reviver minha mocidade,
Escrevendo um poema sem pensar,
Sobre a cidade que foi meu lar.
Falo de Cubatão meus senhores
Berço de um dos nobres escritores,
Nascido em solo brasileiro.
Falo meus senhores de minha terra,
Falo de uma cidade nascida ao pé da serra,
Lá sim meu lar verdadeiro.
Lá eu guardo raízes que não apodrecem,
Sentimentos que nunca se esquecem,
Orgulhosos que nos fazem bem,
E os quais eu tenho, como ninguém.
Ali nasci a tempo passados,
Ossos dos meus lá estão enterrados,
Pôr isso não me pessão para esquecer...
Esqueço tudo... meu nome meus amores,
Minha angustias, meus temores,
Mas de Cubatão sempre recordarei.
Da cidade Natal, ninguém esquece...
É um fruto de amor, que não apodrece,
Sempre haverá em mim a lembrança,
Da terra onde fui criança.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Saudade nos faz Lembrar
Se eu, viajando com a memória,
Deixei de lembrar algo...esqueci alguém,
Foi porque não lhe guardei a estória,
Foi porque, para mim, não foi ninguém.
Quando a memória nos nega o conhecer,
De alguém, que quer ser lembrado,
Algo tem que permanecer,
Mesmo escondido....no passado.
O coração, vivendo o agora,
Esquece o que já passou,
Mas a saudade, nos faz lembrar....a toda hora,
Que alguém....em algum lugar....já nos amou!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Deixei de lembrar algo...esqueci alguém,
Foi porque não lhe guardei a estória,
Foi porque, para mim, não foi ninguém.
Quando a memória nos nega o conhecer,
De alguém, que quer ser lembrado,
Algo tem que permanecer,
Mesmo escondido....no passado.
O coração, vivendo o agora,
Esquece o que já passou,
Mas a saudade, nos faz lembrar....a toda hora,
Que alguém....em algum lugar....já nos amou!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Prova
Conhecendo a vida social, como conheço,
Me afasto das camisas brancas de colarinhos duros,
Pois acho que a dose de champanhe tem seu preço
E combato-os, escrevendo em negros muros...
Me chamem anarquista, comunista, idealista,
Revoltado, classe média... pouco importa...
Sou antes de tudo, brasileirista,
Sou "Zé Povinho", aquele que lhe bate à porta.
A minha única diferença do povão subnutrido,
É que li livros, me formei, virei alguém...
Mas nem por isso me sinto deprimido,
Quando venho em poemas, defender o "João Ninguém".
Vocês membros sociais, já pararam prá pensar,
Que sem os colarinhos engomados, as gravatas,
Vocês se parecem, até no andar,
Com aquele "Zé Povinho", que na madrugada vira latas,
Procurando nossos restos pra poder se alimentar,
Pois em suas casas não há pão, não há leite e nem batatas,
E ele cata latas, para não sair a roubar,
Dos colarinhos engomados, homens, usando gravatas?
Todos nós, meus caros senhores, fazemos parte de um povo,
O "Zé povinho", eu , os doutores,
Todos nós sofremos com o novo,
Mas será que seus colarinhos engomados, roupa nova,
Faz dos senhores, melhores seres humanos?
Suas atitudes serão a prova:
Se são ou não, capazes de serem insanos!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Me afasto das camisas brancas de colarinhos duros,
Pois acho que a dose de champanhe tem seu preço
E combato-os, escrevendo em negros muros...
Me chamem anarquista, comunista, idealista,
Revoltado, classe média... pouco importa...
Sou antes de tudo, brasileirista,
Sou "Zé Povinho", aquele que lhe bate à porta.
A minha única diferença do povão subnutrido,
É que li livros, me formei, virei alguém...
Mas nem por isso me sinto deprimido,
Quando venho em poemas, defender o "João Ninguém".
Vocês membros sociais, já pararam prá pensar,
Que sem os colarinhos engomados, as gravatas,
Vocês se parecem, até no andar,
Com aquele "Zé Povinho", que na madrugada vira latas,
Procurando nossos restos pra poder se alimentar,
Pois em suas casas não há pão, não há leite e nem batatas,
E ele cata latas, para não sair a roubar,
Dos colarinhos engomados, homens, usando gravatas?
Todos nós, meus caros senhores, fazemos parte de um povo,
O "Zé povinho", eu , os doutores,
Todos nós sofremos com o novo,
Mas será que seus colarinhos engomados, roupa nova,
Faz dos senhores, melhores seres humanos?
Suas atitudes serão a prova:
Se são ou não, capazes de serem insanos!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Procura Incerta
Pensei que o amor me pertencia
E fui iludido por esta fantasia
Sofri as amarguras da ilusão
Depois dela, veio a separação
Por isso, para mim, nada mais importa
Sei que o viver é complicado
E que meu coração, chora despedaçado
Como posso ser feliz, estar contente
Se, dentro de mim, estou doente?
Doente, de uma doença incurável
Doente de amor, e isto é lamentável!
Cada dia que passa, aumenta a solidão
Cada vez mais, me domina esta aflição
Sinto-me sozinho, solitário
Procurando reencontrar um amor imaginário
Este amor, que eu perdi na mocidade
Por não querer encarar sua verdade
Como errei, em querer me impor
Por este erro, perdi meu grande amor
Este amor, que tanto me faz chorar
Este amor, que espero pode reencontrar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
E fui iludido por esta fantasia
Sofri as amarguras da ilusão
Depois dela, veio a separação
Por isso, para mim, nada mais importa
Sei que o viver é complicado
E que meu coração, chora despedaçado
Como posso ser feliz, estar contente
Se, dentro de mim, estou doente?
Doente, de uma doença incurável
Doente de amor, e isto é lamentável!
Cada dia que passa, aumenta a solidão
Cada vez mais, me domina esta aflição
Sinto-me sozinho, solitário
Procurando reencontrar um amor imaginário
Este amor, que eu perdi na mocidade
Por não querer encarar sua verdade
Como errei, em querer me impor
Por este erro, perdi meu grande amor
Este amor, que tanto me faz chorar
Este amor, que espero pode reencontrar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A Procura
Como cansa, meu Deus, como cansa,
Procurar a bendita esperança,
Onde dizem que ele se escondeu.
Como é triste a vida sem esperança,
É como ser adulto, sem nunca ser criança,
É como um pedaço da gente, que durante a vida se perdeu.
Mas esta procura é demorada,
Pois é longa esta doce estrada,
E é triste, esta procura.
Na estrada da vida , encontramos,
O desamor, pôr onde passamos,
Tentando encontrar a esperança pura .
A falta de amor, na humanidade,
Entristece,o viajante,
E ele tem logo saudade,
Do carinho e do afeto de sua amante.
Mas sua procura não para,
Pois tem que encontrar a coisa para,
A que chamamos esperança.
Pelas terras pôr onde passar,
Sua missão é procurar,
Um sorriso, de amor, numa criança.
Pois ao encontrar esta criança,
Que sabe sorrir com amor,
Terá encontrado a flor,
De onde nascerá a esperança.
Ai começa sua missão,
Que é preservar esta riqueza,
Fruto da mais alta beleza,
Ponto de honra do coração.
Mas enquanto este dia não chegar,
Continuará sua procura,
Pois ele só poderá descansar,
Quando encontrar a esperança pura.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Procurar a bendita esperança,
Onde dizem que ele se escondeu.
Como é triste a vida sem esperança,
É como ser adulto, sem nunca ser criança,
É como um pedaço da gente, que durante a vida se perdeu.
Mas esta procura é demorada,
Pois é longa esta doce estrada,
E é triste, esta procura.
Na estrada da vida , encontramos,
O desamor, pôr onde passamos,
Tentando encontrar a esperança pura .
A falta de amor, na humanidade,
Entristece,o viajante,
E ele tem logo saudade,
Do carinho e do afeto de sua amante.
Mas sua procura não para,
Pois tem que encontrar a coisa para,
A que chamamos esperança.
Pelas terras pôr onde passar,
Sua missão é procurar,
Um sorriso, de amor, numa criança.
Pois ao encontrar esta criança,
Que sabe sorrir com amor,
Terá encontrado a flor,
De onde nascerá a esperança.
Ai começa sua missão,
Que é preservar esta riqueza,
Fruto da mais alta beleza,
Ponto de honra do coração.
Mas enquanto este dia não chegar,
Continuará sua procura,
Pois ele só poderá descansar,
Quando encontrar a esperança pura.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
À NOITE, REAL AMIGA
Sentado, solitário,
A beira de um jardim florido,
Pareço despertar de um sono,
Sem ao menos Ter dormido.
É madrugada.
O dia já se aproxima para tomar o seu lugar.
Mais um poema acabado.
Um amor terminado,
Que não vai voltar.
É fria a madrugada,
Quando se é solitário
Mais ainda quando se espera
Um chegar imaginário.
Doces sonhos,
Que eu vivi, durante a noite
Sem deitar, desperto,
Sofrendo o doce açoite
Eram açoites de amor.
Não doíam nem marcavam
Nem sequer suas reais magoas
Deixavam.
E agora, com o raiar do dia,
O sonho chega ao fim.
O fim, não: o descanso,
Pois o sonhar é eterno, para mim,.
O dia traz-me o amargo recordar da ilusão
E, com ela, toma conta de mim a ingrata solidão
Por isso o meu sonhar não tem final
Pois nunca encontrei um amigo tão leal
O sonho não me deixa sozinho, sem ninguém
Quase sempre, no meu sonhar,
Estou acompanhado de alguém,
Não sei nem seu real nome,
Mais pouco importa,
O importante é que o sonho,
Deixa sempre aberta a porta.
Porta, por onde eu escapo deste sufoco
Desta vida ingrata, que me deixa louco
A noite é que me acolhe,
Nesta fugida
Pois ela é minha companheira e,
Como eu, sofrida.
Só com a noite,
Posso sentir-me em segurança
Só com a mãe noite,
É que posso ter esperança
Ela não sufoca a minha imaginação
Ela não retrai a minha doce ilusão.
E, junto a ela,
Tendo o seu amor, como tema.
Chega ao final mais este incerto poema.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A beira de um jardim florido,
Pareço despertar de um sono,
Sem ao menos Ter dormido.
É madrugada.
O dia já se aproxima para tomar o seu lugar.
Mais um poema acabado.
Um amor terminado,
Que não vai voltar.
É fria a madrugada,
Quando se é solitário
Mais ainda quando se espera
Um chegar imaginário.
Doces sonhos,
Que eu vivi, durante a noite
Sem deitar, desperto,
Sofrendo o doce açoite
Eram açoites de amor.
Não doíam nem marcavam
Nem sequer suas reais magoas
Deixavam.
E agora, com o raiar do dia,
O sonho chega ao fim.
O fim, não: o descanso,
Pois o sonhar é eterno, para mim,.
O dia traz-me o amargo recordar da ilusão
E, com ela, toma conta de mim a ingrata solidão
Por isso o meu sonhar não tem final
Pois nunca encontrei um amigo tão leal
O sonho não me deixa sozinho, sem ninguém
Quase sempre, no meu sonhar,
Estou acompanhado de alguém,
Não sei nem seu real nome,
Mais pouco importa,
O importante é que o sonho,
Deixa sempre aberta a porta.
Porta, por onde eu escapo deste sufoco
Desta vida ingrata, que me deixa louco
A noite é que me acolhe,
Nesta fugida
Pois ela é minha companheira e,
Como eu, sofrida.
Só com a noite,
Posso sentir-me em segurança
Só com a mãe noite,
É que posso ter esperança
Ela não sufoca a minha imaginação
Ela não retrai a minha doce ilusão.
E, junto a ela,
Tendo o seu amor, como tema.
Chega ao final mais este incerto poema.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A MORTE
Morrer?
Isto já não é problema,
já deixou de ser dilema,
passou a ser simples rotina,
pois morrer é o renascer para o infinito,
é ser lembrando como um mito,
é o comprimento de nossa sina.
A morte, no meu entender,
e o único meio de sobreviver,
o único meio de alcançar algo maior.
a morte, é como um descanso,
para fazermos um balanço,
afim de enfrentar algo melhor.
Para isto, estou preparado,
pois guardo sempre Deus ao meu lado,
como guia.....amigo......protetor.
e quando o dia do final, chegar,
não quero flores.......ninguém a chorar,
quero festa, alegria e muito amor.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Isto já não é problema,
já deixou de ser dilema,
passou a ser simples rotina,
pois morrer é o renascer para o infinito,
é ser lembrando como um mito,
é o comprimento de nossa sina.
A morte, no meu entender,
e o único meio de sobreviver,
o único meio de alcançar algo maior.
a morte, é como um descanso,
para fazermos um balanço,
afim de enfrentar algo melhor.
Para isto, estou preparado,
pois guardo sempre Deus ao meu lado,
como guia.....amigo......protetor.
e quando o dia do final, chegar,
não quero flores.......ninguém a chorar,
quero festa, alegria e muito amor.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A MINHA IDEAL AMANTE
Eu ando a procura de uma paixão...
Um beijo na boca, no escuro.
Procuro, talvez, uma ilusão,
Daquelas que me obriga a pular muro.
Eu ando a procura de emoções fortes,
Daqueles que podem causar mortes.
Eu ando a procura de uma amante,
Que não seja velha e nem chocante.
Se souberem do paradeiro,
De alguém, com esta descrição,
Avisem a este brasileiro,
Que anda a procura de emoção.
Não precisa ser bonita, a coitada...
Não precisa nem ter cultura.
Eu quero, isto sim, que seja impura,
Com a honra já manchada.
Com estes requisitos preenchidos,
Os sentimentos, não serem feridos,
E poderemos viver juntinhos,
Unidos...abraçadinhos.
Quero sentir o abraço, sem o pudor,
Quero curtir o mais livre amor,
Quero liberdade de movimento,
Quero estar longe de envolvimento.
Procuro uma amante, senhores,
Que ande, rebolando as ancas,
Que não acredite em trancas,
Que não creia e nem tenha pudores.
Eu quero mesmo é uma sirigaita,
Que sente sem ter recato,
Que não peça jóia ou sapato,
E que não ligue, por não ter gaita.
Mas, senhores, eu gostaria,
Que seu nome não fosse Maria,
Por pura e real razão:
Já tive, um dia, uma amante,
Com seio e rosto provocante,
Mas que era sapatão.
Eu quero uma amante mulher,
Com tudo em cima....tinindo.
Uma rapariga, que saiba o que quer,
Que saiba curtir o que é lindo.
Não me venham com bagulho,
Pois sei fazer barulho,
Quando tentem me enganar.
Eu quero uma mulher cheirosa,
Com boa curvatura...gostosa,
Alguém que eu possa amar.
Quero sentir o perfume envolvente,
De uma sirigaita decente,
Que saiba fazer cafuné.
Eu quero sentir prazer,
Em poder lhe oferecer,
Meu amor....em pura fé.
Procurem, meus caros senhores,
Uma amante...um momento.
Sei que lhes peço horrores,
Mas será meu...o julgamento.
Mulher baixa, gorda, maneta,
Não importa como venha,
Mas que ela traga maleta,
Com tudo seu...que tenha!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Um beijo na boca, no escuro.
Procuro, talvez, uma ilusão,
Daquelas que me obriga a pular muro.
Eu ando a procura de emoções fortes,
Daqueles que podem causar mortes.
Eu ando a procura de uma amante,
Que não seja velha e nem chocante.
Se souberem do paradeiro,
De alguém, com esta descrição,
Avisem a este brasileiro,
Que anda a procura de emoção.
Não precisa ser bonita, a coitada...
Não precisa nem ter cultura.
Eu quero, isto sim, que seja impura,
Com a honra já manchada.
Com estes requisitos preenchidos,
Os sentimentos, não serem feridos,
E poderemos viver juntinhos,
Unidos...abraçadinhos.
Quero sentir o abraço, sem o pudor,
Quero curtir o mais livre amor,
Quero liberdade de movimento,
Quero estar longe de envolvimento.
Procuro uma amante, senhores,
Que ande, rebolando as ancas,
Que não acredite em trancas,
Que não creia e nem tenha pudores.
Eu quero mesmo é uma sirigaita,
Que sente sem ter recato,
Que não peça jóia ou sapato,
E que não ligue, por não ter gaita.
Mas, senhores, eu gostaria,
Que seu nome não fosse Maria,
Por pura e real razão:
Já tive, um dia, uma amante,
Com seio e rosto provocante,
Mas que era sapatão.
Eu quero uma amante mulher,
Com tudo em cima....tinindo.
Uma rapariga, que saiba o que quer,
Que saiba curtir o que é lindo.
Não me venham com bagulho,
Pois sei fazer barulho,
Quando tentem me enganar.
Eu quero uma mulher cheirosa,
Com boa curvatura...gostosa,
Alguém que eu possa amar.
Quero sentir o perfume envolvente,
De uma sirigaita decente,
Que saiba fazer cafuné.
Eu quero sentir prazer,
Em poder lhe oferecer,
Meu amor....em pura fé.
Procurem, meus caros senhores,
Uma amante...um momento.
Sei que lhes peço horrores,
Mas será meu...o julgamento.
Mulher baixa, gorda, maneta,
Não importa como venha,
Mas que ela traga maleta,
Com tudo seu...que tenha!
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A LUZ SE APAGA
A luz se apaga...
O corpo apodrece...
A mente se esquece...
Só o espirito, continua.
O corpo, vira pó...
A mente, vira pó...
Os ossos, viram pó...
Mas o espirito, continua.
Diante de supremo Deus,
Não é o corpo... não é a mente...
Mas o espirito... quem fala.
Morte? O que é a morte,
Se o corpo... apodrece;
Se a mente... se esquece;
Se o espirito... continua?
Digamos que a morte,
É o final de uma sorte,
O corpo e a mente... terminam,
Mas o espirito... este continua.
Até o firmamento,
O espirito recebe aumento,
De amor... sabedoria.
E fica, para a eternidade,
Só vivendo de bondade,
Vivendo... com muita alegria.
O corpo... a mente... viram pó...
Só o espirito, é que continua.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
O corpo apodrece...
A mente se esquece...
Só o espirito, continua.
O corpo, vira pó...
A mente, vira pó...
Os ossos, viram pó...
Mas o espirito, continua.
Diante de supremo Deus,
Não é o corpo... não é a mente...
Mas o espirito... quem fala.
Morte? O que é a morte,
Se o corpo... apodrece;
Se a mente... se esquece;
Se o espirito... continua?
Digamos que a morte,
É o final de uma sorte,
O corpo e a mente... terminam,
Mas o espirito... este continua.
Até o firmamento,
O espirito recebe aumento,
De amor... sabedoria.
E fica, para a eternidade,
Só vivendo de bondade,
Vivendo... com muita alegria.
O corpo... a mente... viram pó...
Só o espirito, é que continua.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A LUZ
Uma luz, do alto, se faz presente,
Tirando a aflição do doente,
Perdoando a nós, pecadores.
Alguns dão nome, a esta luz:
Uns a chamam de Jesus,
Mas todos... são seus seguidores.
Mas de onde vem esta divindade,
Que nos transmite esta bondade,
Que nos dá, dia a dia, o perdão?
Quem sabe a resposta correta,
Não pode ser este poeta,
Que, de Jesus, é filho e irmão.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Tirando a aflição do doente,
Perdoando a nós, pecadores.
Alguns dão nome, a esta luz:
Uns a chamam de Jesus,
Mas todos... são seus seguidores.
Mas de onde vem esta divindade,
Que nos transmite esta bondade,
Que nos dá, dia a dia, o perdão?
Quem sabe a resposta correta,
Não pode ser este poeta,
Que, de Jesus, é filho e irmão.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
" A LIBERTAÇÃO "
Ingrata vida, que possuímos
Ingrato pensar, que compartilhamos
Ingrato, amor, que sentimos
Ingrata solidao, que comunhamos
Numa noite de lua, sem vento
Olhamos tristes, o firmamento
Procurando apoio, amor, compreensão
E não encontramos nenhuma porta aberta
Para sentir de refugio a mente aberta
Que parte, em busca de emoção
O porque desta solidao, desta tristeza
Nem mesmo o poeta tem certeza
Ele só sente sem entender
Procura, no refugio de sua poesia
Algo mais do que sua própria alegria
Algo que possa permanecer
O porque de tanto esforço tanta ansiedade
É algo que não tem explicação
Por meio da pena, ele busca a sua verdade
Com a poesia, ele almeja a libertação
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Ingrato pensar, que compartilhamos
Ingrato, amor, que sentimos
Ingrata solidao, que comunhamos
Numa noite de lua, sem vento
Olhamos tristes, o firmamento
Procurando apoio, amor, compreensão
E não encontramos nenhuma porta aberta
Para sentir de refugio a mente aberta
Que parte, em busca de emoção
O porque desta solidao, desta tristeza
Nem mesmo o poeta tem certeza
Ele só sente sem entender
Procura, no refugio de sua poesia
Algo mais do que sua própria alegria
Algo que possa permanecer
O porque de tanto esforço tanta ansiedade
É algo que não tem explicação
Por meio da pena, ele busca a sua verdade
Com a poesia, ele almeja a libertação
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A GRANDE HISTÓRIA
Na santa ceia,
Cristo levou sua manta,
Madalena serviu-lhe o pão.
Ao seu lado, sentou-se o pescador,
o discípulo negador,
a quem Cristo chamava irmão.
Na ponta da mesa, sentado,
estava Judas, o acusador,
que no domingo, seria enforcado,
por suas mãos de pecador.
E no monte das oliveiras,
ajoelhado no duro chão,
foram lagrimas de sangue verdadeiras,
que Jesus derramou, por seu irmão.
Mas na cruz, com a morte ao lado,
deu, ao povo, o seu perdão.
Perdoou até o cruel soldado,
que o feriu, no coração.
Três dias após ser enterrado,
estava o mestre ressuscitado,
como contavam as escrituras.
E hoje, dois mil anos passados,
somos nós, com certeza, os soldados,
que Cristão perdoa, lá nas alturas.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Cristo levou sua manta,
Madalena serviu-lhe o pão.
Ao seu lado, sentou-se o pescador,
o discípulo negador,
a quem Cristo chamava irmão.
Na ponta da mesa, sentado,
estava Judas, o acusador,
que no domingo, seria enforcado,
por suas mãos de pecador.
E no monte das oliveiras,
ajoelhado no duro chão,
foram lagrimas de sangue verdadeiras,
que Jesus derramou, por seu irmão.
Mas na cruz, com a morte ao lado,
deu, ao povo, o seu perdão.
Perdoou até o cruel soldado,
que o feriu, no coração.
Três dias após ser enterrado,
estava o mestre ressuscitado,
como contavam as escrituras.
E hoje, dois mil anos passados,
somos nós, com certeza, os soldados,
que Cristão perdoa, lá nas alturas.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
A GENTE ESQUECE
Pode existir coisa mais bela,
Do que o cair da tarde, com céu aberto?
Pode existir frei, sem capela?
Pode existir camelo... sem deserto?
Pode existir fantasia, ilusão,
Se não bater no peito algo mais forte?
Pode existir vida... depressão?
Pode existir algo, além da morte?
São perguntas, indagações...
São frases, sem sentido algum...
São desabafo... deduções...
São pensares... são mais um...
O que seria do certo,
Se todos apostassem no errado?
O que seria do deserto,
Se o camelo fosse sacrificado?
Errado a grafia?
Pôr certo é o que parece...
Mas o que faço é poesia ...
A grafia?
A gente esquece.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Do que o cair da tarde, com céu aberto?
Pode existir frei, sem capela?
Pode existir camelo... sem deserto?
Pode existir fantasia, ilusão,
Se não bater no peito algo mais forte?
Pode existir vida... depressão?
Pode existir algo, além da morte?
São perguntas, indagações...
São frases, sem sentido algum...
São desabafo... deduções...
São pensares... são mais um...
O que seria do certo,
Se todos apostassem no errado?
O que seria do deserto,
Se o camelo fosse sacrificado?
Errado a grafia?
Pôr certo é o que parece...
Mas o que faço é poesia ...
A grafia?
A gente esquece.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A FORÇA DA FÉ
O amar, em toda a sua excencia,
Não passa de um ato de consciência,
Que o coração, toma cargo de si.
Nada é mais profundo que o amor,
Pois só por ele, se admite a dor,
Esta dor doida, que por ti senti.
Esta dor que já foi ultrapassada,
Pois pela solidão, foi controlada,
E hoje, já faz parte da lembrança.
Lembrança que guarda meu desejo,
De recordar teu doce beijo,
Como parte de uma esperança.
Mas como pude esquecer-te assim,
Depois do que fos-tes para mim?
Fácil... bem fácil, até.
Pois quando nosso amor morreu,
Nada sobrou de meu,
Além desta minha fé.
Fé no futuro, mas recordações,
Fé que sara corações,
Fé que ajuda a esquecer.
E com a colaboração da fé,
Eu me mantive em pé,
Sem nada mais, para perder.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Não passa de um ato de consciência,
Que o coração, toma cargo de si.
Nada é mais profundo que o amor,
Pois só por ele, se admite a dor,
Esta dor doida, que por ti senti.
Esta dor que já foi ultrapassada,
Pois pela solidão, foi controlada,
E hoje, já faz parte da lembrança.
Lembrança que guarda meu desejo,
De recordar teu doce beijo,
Como parte de uma esperança.
Mas como pude esquecer-te assim,
Depois do que fos-tes para mim?
Fácil... bem fácil, até.
Pois quando nosso amor morreu,
Nada sobrou de meu,
Além desta minha fé.
Fé no futuro, mas recordações,
Fé que sara corações,
Fé que ajuda a esquecer.
E com a colaboração da fé,
Eu me mantive em pé,
Sem nada mais, para perder.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
À EX-NOIVA
Nosso amor já se acabou, é tarde para o chorar.
Não há motivos para lagrimas, triste donzela.
Nossa paixão não pode suportar,
O adiar do “sim”, na bela capela.
Hoje já é tarde, muito tarde, para o arrepender:
Não há mais paixão, a ser alimentada.
Esquecer é o melhor que temos a fazer
E seguirmos, cada um sozinho, sua jornada.
Queria receber, lhe peço, a minha felicitação,
Por tua coragem, no encarar da vida.
Receba também a minha gratidão,
Pelo beijo não me dado, na despedida.
Para ti: toda a felicidade.
É pouca coisa para te ofertar.
Dou-te, também, a minha amizade,
A certeza do meu respeitar.
Não a magoas a serem perdoadas,
Nem ofensas, por serem sentidas.
Há apenas o renascer de novas madrugadas,
E o reviver de noites, mal dormidas.
Não há perguntas, a serem respondidas.
Nem erros, a serem perdoados.
Há apenas o viver de nossas vidas
Há apenas o lamentar.....mas separados
Não guardo rancores nem magoas, sem valor,
Guardo apenas as lembranças do passado.
No meu pensar, morreu o nosso amor,
E foi bem fundo, no coração, enterrado.
Não há o porque de um recomeçar,
Pois nada restou: esta é a verdade.
Mas não devemos nos lastimar,
Pois ainda nos resta nossa amizade.
Adeus. É tudo que há para dizer.
Nada mais resta....tenho a certeza.
Esquecer .É o melhor a fazer,
Com a cabeça erguida, com real nobreza.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Não há motivos para lagrimas, triste donzela.
Nossa paixão não pode suportar,
O adiar do “sim”, na bela capela.
Hoje já é tarde, muito tarde, para o arrepender:
Não há mais paixão, a ser alimentada.
Esquecer é o melhor que temos a fazer
E seguirmos, cada um sozinho, sua jornada.
Queria receber, lhe peço, a minha felicitação,
Por tua coragem, no encarar da vida.
Receba também a minha gratidão,
Pelo beijo não me dado, na despedida.
Para ti: toda a felicidade.
É pouca coisa para te ofertar.
Dou-te, também, a minha amizade,
A certeza do meu respeitar.
Não a magoas a serem perdoadas,
Nem ofensas, por serem sentidas.
Há apenas o renascer de novas madrugadas,
E o reviver de noites, mal dormidas.
Não há perguntas, a serem respondidas.
Nem erros, a serem perdoados.
Há apenas o viver de nossas vidas
Há apenas o lamentar.....mas separados
Não guardo rancores nem magoas, sem valor,
Guardo apenas as lembranças do passado.
No meu pensar, morreu o nosso amor,
E foi bem fundo, no coração, enterrado.
Não há o porque de um recomeçar,
Pois nada restou: esta é a verdade.
Mas não devemos nos lastimar,
Pois ainda nos resta nossa amizade.
Adeus. É tudo que há para dizer.
Nada mais resta....tenho a certeza.
Esquecer .É o melhor a fazer,
Com a cabeça erguida, com real nobreza.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A ETERNIDADE POR MEIO DA RECORDAÇÃO
No homem, seu escudo é a sua mente.
Com ela, tudo ele pode conseguir.
Pode se tornar inconseqüente,
Pode até, da solidão fugir.
O homem não pode, a si mesmo, negar,
Sem ter uma sólida razão.
E não há nada que o possa barrar,
No cumprimento da sua missão.
O homem consegue,
Mesmo sendo-lhe tudo negado.
E seu caminho, mesmo com atropelos, seguir,
E não há porque dele ser barrado.
Sua mente, é seu escudo forte,
Para conquistar seu ideal.
Ele sabe que seu fim ,é a morte,
Mas procura tornar-se imortal.
E, de certa forma, ele consegue,
Por meio da memória deixada,
Pois não há ninguém que negue,
Que existe o recordar de sua amada.
E pôr meio desta afirmação,
O homem, ao próprio tempo, domina,
Pois de, permanece recordação,
Permanece uma linha...
de ligamento... eterna e fina.
Mas, mesmo fina, há resistência,
Há o que fica em nossa consciência,
Algo incerto, que não podemos evitar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Com ela, tudo ele pode conseguir.
Pode se tornar inconseqüente,
Pode até, da solidão fugir.
O homem não pode, a si mesmo, negar,
Sem ter uma sólida razão.
E não há nada que o possa barrar,
No cumprimento da sua missão.
O homem consegue,
Mesmo sendo-lhe tudo negado.
E seu caminho, mesmo com atropelos, seguir,
E não há porque dele ser barrado.
Sua mente, é seu escudo forte,
Para conquistar seu ideal.
Ele sabe que seu fim ,é a morte,
Mas procura tornar-se imortal.
E, de certa forma, ele consegue,
Por meio da memória deixada,
Pois não há ninguém que negue,
Que existe o recordar de sua amada.
E pôr meio desta afirmação,
O homem, ao próprio tempo, domina,
Pois de, permanece recordação,
Permanece uma linha...
de ligamento... eterna e fina.
Mas, mesmo fina, há resistência,
Há o que fica em nossa consciência,
Algo incerto, que não podemos evitar.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A ESPERADA
A morte, esta bendita senhora,
Que nos procura, sem marcar hora,
Que sempre nos pega, sem prevenir.
Companheira dos desafortunados,
Inimiga dos apaixonados,
Senhora com a qual, não podemos competir.
Mas, a mim, ela não mete medo,
Pois sei que a encontrarei cedo,
Numa noite de puro luar.
Confio no além morte,
Que morre é quem ganha sorte,
De, na vida eterna, continuar.
A vida, quando a recebemos,
É porque a merecemos,
Mas eterna, ninguém a tem.
Ela tem data marcada,
Para ser, pelos céus, resgatada,
E a morte, neste dia, vem.
Vem como que cobrar,
A divida, que temos que resgatar,
Como prova de gratidão.
E cada momento vivido,
Deve ser, deveras, sentido,
Como penitencia, como opção.
Pois, ao nascer, recebemos,
Aquilo que merecemos;
O mundo, a injustiça, a dor.
Devemos nos conformar,
E procurar aprimorar,
Aquilo que chamamos amor.
Pois quando chegar o dia,
Iremos, sem companhia,
Prestar contas, ser analisado.
Cada erro, que cometemos,
Por ele, nós respondemos,
Ao poder santificado.
Tudo conta, na balança,
Desde os tempos de criança,
Cada ato, cada pensamento.
Se merecemos o perdão,
O recebemos, sem distinção,
De raça, cor ou sentimento.
Mas se algo faltar para a pureza,
Nos será negado a beleza,
Do paraíso de Adão.
Voltaremos para pagar,
O que voltar para completar,
No todo, nossa missão.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que nos procura, sem marcar hora,
Que sempre nos pega, sem prevenir.
Companheira dos desafortunados,
Inimiga dos apaixonados,
Senhora com a qual, não podemos competir.
Mas, a mim, ela não mete medo,
Pois sei que a encontrarei cedo,
Numa noite de puro luar.
Confio no além morte,
Que morre é quem ganha sorte,
De, na vida eterna, continuar.
A vida, quando a recebemos,
É porque a merecemos,
Mas eterna, ninguém a tem.
Ela tem data marcada,
Para ser, pelos céus, resgatada,
E a morte, neste dia, vem.
Vem como que cobrar,
A divida, que temos que resgatar,
Como prova de gratidão.
E cada momento vivido,
Deve ser, deveras, sentido,
Como penitencia, como opção.
Pois, ao nascer, recebemos,
Aquilo que merecemos;
O mundo, a injustiça, a dor.
Devemos nos conformar,
E procurar aprimorar,
Aquilo que chamamos amor.
Pois quando chegar o dia,
Iremos, sem companhia,
Prestar contas, ser analisado.
Cada erro, que cometemos,
Por ele, nós respondemos,
Ao poder santificado.
Tudo conta, na balança,
Desde os tempos de criança,
Cada ato, cada pensamento.
Se merecemos o perdão,
O recebemos, sem distinção,
De raça, cor ou sentimento.
Mas se algo faltar para a pureza,
Nos será negado a beleza,
Do paraíso de Adão.
Voltaremos para pagar,
O que voltar para completar,
No todo, nossa missão.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A ESCOLA
Saudade, coisa danada,
Que me vem, sempre á mente ,
Me acordando, de madrugada,
Me trazendo lembranças de minha gente.
Lembro de minha mocidade,
Do meu bando escolar,
Da senhora, da meia idade,
Se esforçando, a me ensinar.
Lembro da velha escovinha,
Nos fundos do hospital,
Do velho ônibus, da menininha,
Tempinho bom... não há igual.
A nossa Senhora de Barro,
Colocada no jardim,
Fazem-me lembrar do passado,
Influindo no meu presente.
Hoje, tudo é só lembrança,
Dos tempos de criança,
Nos bancos, á estudar.
Mas naquela escola, aprendi,
Tudo que sei e consegui,
Aprendi a viver e a amar.
Pensando assim , rendo graças,
Subo aos bancos das praças,
Faço discursos, se necessário for,
Só querendo que a velha escola,
De quem me lembro, nesta hora,
Receba de volta o meu amor.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Que me vem, sempre á mente ,
Me acordando, de madrugada,
Me trazendo lembranças de minha gente.
Lembro de minha mocidade,
Do meu bando escolar,
Da senhora, da meia idade,
Se esforçando, a me ensinar.
Lembro da velha escovinha,
Nos fundos do hospital,
Do velho ônibus, da menininha,
Tempinho bom... não há igual.
A nossa Senhora de Barro,
Colocada no jardim,
Fazem-me lembrar do passado,
Influindo no meu presente.
Hoje, tudo é só lembrança,
Dos tempos de criança,
Nos bancos, á estudar.
Mas naquela escola, aprendi,
Tudo que sei e consegui,
Aprendi a viver e a amar.
Pensando assim , rendo graças,
Subo aos bancos das praças,
Faço discursos, se necessário for,
Só querendo que a velha escola,
De quem me lembro, nesta hora,
Receba de volta o meu amor.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
A CONCIÊNCIA CULPA-ME
“Gostaria de voltar a amar, como fazia antigamente,
de enfrentar este mundo, que me olha indiferente,
de encarar a vida, com real objetivo,
de tentar ser feliz....por um bom motivo.
Calado estou, sem falar, sem reclamar,
Sem ter alguém, com quem dialogar...
Tendo um passado, que procuro esquecer,
Guardando uma lembrança, que não posso perder.
Gostaria de ter a coragem necessária,
Para suportar esta solidão involuntária.
Uma solidão, que não sei como suportar,
Sem ter, no coração, alguém a quem possa amar.
Sinto que cada vez se torna mais sufocante,
Esta minha solidão tão ultrajante,
E sem amor, que já tive e já perdi,
Nem mesmo sei explicar como sobrevivi.
Acho que devo esta minha sobrevivência,
Ao modo como encaro a consciência.
Uma consciência, que me fez perder o amor,
E que hoje me culpa....por minha dor.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
de enfrentar este mundo, que me olha indiferente,
de encarar a vida, com real objetivo,
de tentar ser feliz....por um bom motivo.
Calado estou, sem falar, sem reclamar,
Sem ter alguém, com quem dialogar...
Tendo um passado, que procuro esquecer,
Guardando uma lembrança, que não posso perder.
Gostaria de ter a coragem necessária,
Para suportar esta solidão involuntária.
Uma solidão, que não sei como suportar,
Sem ter, no coração, alguém a quem possa amar.
Sinto que cada vez se torna mais sufocante,
Esta minha solidão tão ultrajante,
E sem amor, que já tive e já perdi,
Nem mesmo sei explicar como sobrevivi.
Acho que devo esta minha sobrevivência,
Ao modo como encaro a consciência.
Uma consciência, que me fez perder o amor,
E que hoje me culpa....por minha dor.”
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
À ALQUEM
( bolado para uma amiga, que gostaria que não, Permanecesse, como permanece, somente amiga)
Quando, pela primeira vez, a vi,
Confesso: algo senti.
Não posso agora te explicar,
Mas comecei a pensar,
Nos momentos meus... já passados,
Em meus amores... terminados...
E tudo isto, misturado,
Me fez ficar meio drogado.
Não sei se foi o vinho quente,
Ou se foi meu coração carente,
Mas algo novo aconteceu,
E eu me senti, por dentro, mais eu.
Talvez eu não tenha o direito,
De um dia te-la, junto ao meu peito,
Num abraço apertado,
Como amante... ou namorado,
Mas gostaria de ter sua amizade,
Sem magoas... sem falsidade.
Quero ser seu amigo sincero...
É isto... é isto que quero.
Se a oportunidade surgir,
Não a deixarei fugir...
Serei leal... sombrio,
Saberei, carinhosamente, quebrar o frio,
E meu amor será constante...
Confiante... penetrante...
Sem nada, a controla-la...
Sem ninguém, para segura-la...
Sem ciúmes incontroláveis,
Sem cenas deploráveis...
Com fé na pessoa humana:
Corpo são em mente sana...
Nada poderá impedir,
De meu amor tentar existir,
Mas se ela não for encontrada,
Do verás... não ficarei magoado,
Pois terei tua amizade,
E ela será realidade.
autor: Carlos Alberto Lopes
escritor@uol.com.br
Quando, pela primeira vez, a vi,
Confesso: algo senti.
Não posso agora te explicar,
Mas comecei a pensar,
Nos momentos meus... já passados,
Em meus amores... terminados...
E tudo isto, misturado,
Me fez ficar meio drogado.
Não sei se foi o vinho quente,
Ou se foi meu coração carente,
Mas algo novo aconteceu,
E eu me senti, por dentro, mais eu.
Talvez eu não tenha o direito,
De um dia te-la, junto ao meu peito,
Num abraço apertado,
Como amante... ou namorado,
Mas gostaria de ter sua amizade,
Sem magoas... sem falsidade.
Quero ser seu amigo sincero...
É isto... é isto que quero.
Se a oportunidade surgir,
Não a deixarei fugir...
Serei leal... sombrio,
Saberei, carinhosamente, quebrar o frio,
E meu amor será constante...
Confiante... penetrante...
Sem nada, a controla-la...
Sem ninguém, para segura-la...
Sem ciúmes incontroláveis,
Sem cenas deploráveis...
Com fé na pessoa humana:
Corpo são em mente sana...
Nada poderá impedir,
De meu amor tentar existir,
Mas se ela não for encontrada,
Do verás... não ficarei magoado,
Pois terei tua amizade,
E ela será realidade.
autor: Carlos Alberto Lopes
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